quinta-feira, 6 de novembro de 2014

FIM DE UMA AMIZADE

A amizade é um amor que nunca morre. Na vida precisamos de alguém que nos obrigue a realizar aquilo de que somos capazes. É este o papel da amizade. 
Ser amigo é interpretar olhares, entender silêncios, ter compreensão, perdoar os erros, guardar segredos, prevenir quedas e secar lágrimas. A amizade acaba quando você descobre que o amigo era apenas você.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

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Nomeado novo líder adventista na Bolívia

Lima, Peru … [ASN] A Comissão de Nomeações anunciou na manhã desta quarta-feira, 5, que foi nomeado o novo presidente da Igreja Adventista na Bolívia (União Boliviana). O pastor Luis Mário Souza Pinto, que até agora servia como assistente da Presidência na sede sul-americana adventista (Divisão Sul-Americana), foi o escolhido para a função.
Luís Mário substitui o pastor Stanley Arco, recém-nomeado como presidente da Igreja Adventista no Chile. Um novo assistente da Presidência da Divisão Sul-Americana não foi escolhido durante o Concílio Anual, que se encerra nessa quarta.
A Bolívia possui cerca de 104 mil membros distribuídos em mais de 380 congregações e que são atendidos por 155 pastores. A sede da União Boliviana está localizada na cidade de Cochabamba. [Equipe ASN, Felipe Lemos]
Pr. Luis Mário já trabalhou em três uniões diferentes no Brasil.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Meditações Diárias Quarta Dia 05/11/2014

Aguardando o retorno do Senhor – Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em Mim, e Eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem Mim nada podeis fazer. João 15:5
A demora do segundo advento tem resultado em diferentes formas de comportamento entre adventistas. Depois do grande desapontamento de 1844, a maioria desanimou-se. Os adventistas do sétimo dia se organizaram posteriormente, herdando a expectativa do breve retorno de Jesus. Hoje, quase 170 anos depois, a demora da parousia tem produzido diferentes reações.
Alguns poderiam ser chamados de “aritméticos”. Baseados em interpretações no mínimo curiosas, dependendo de jornais e mapas proféticos de invenção própria, eles têm tentado determinar quando Cristo voltará. Para esses, a advertência do próprio Jesus de que “a respeito daquele dia e a hora ninguém sabe” (Mt 24:36) se dispersa como fumaça no vento.
Outro grupo é composto dos que estão tentando acelerar o retorno de Jesus por meio de seu estilo de vida: “Sr. e Sra. Perfeccionista.” Esses acham que tudo depende deles e assumem que a volta de Jesus será possível apenas quando todos adotarem restrições rigorosas na alimentação e na maneira de viver.
Há também o grupo composto pelos “descomprometidos”, no estilo “deixa a vida me levar”. Nada parece apelar ao interesse deles. Além desses, outro grupo é o dos “ativistas missionários”, os quais julgam que o retorno de Jesus depende exclusivamente da agressividade catequética deles.
Há aspectos de verdade em boa parte desses grupos. O problema surge quando a parte se torna o todo, e toda a vida cristã passa a depender de uma ênfase exclusiva. Jesus indicou que a única forma correta de aguardar Seu retorno, breve ou demorado, é em unidade com Ele. Em João 15, no discurso sobre a videira e os ramos, várias vezes Ele utiliza o verbo “permanecer”. Os frutos virão como resultado dessa união. Os frutos referem-se tanto à vida vitoriosa como aos resultados da dedicação missionária. E não só os frutos são resultado dessa união, mas também a própria alegria na vida cristã (v. 11).
Quando irá acontecer o segundo advento? Como o primeiro, ocorrerá na “plenitude do tempo” (Gl 4:4). No momento exato, segundo o calendário de Deus. Podemos “apressar” o advento de Jesus? A resposta é sim e não. Não por meio de esquemas humanos, e sim unidos à videira.

LIÇÂO DESTA QUARTA – A FÉ DE ABRAÃO

6. Leia Tiago 2:21-24 e compare com Romanos 4:1-5, 22-24. Como a fé de Abraão é descrita nesses textos e em que se baseia a justificação?
Curiosamente, Tiago e Paulo citam Gênesis 15:6, mas parecem chegar a conclusões opostas. De acordo com Tiago, Abraão foi justificado pelas obras, mas Paulo, em Romanos 4:2, parece negar explicitamente essa possibilidade (compare com Tg 2:24).
Porém, o contexto imediato de Romanos 4 tem que ver com a seguinte questão:
A circuncisão é necessária para a justificação? Isto é, se os gentios tinham que se tornar judeus a fim de ser salvos (Rm 3:28-30). Paulo mostra que a fé de Abraão, não a sua “obra” de ser circuncidado, foi a base da justificação, porque Abraão creu mesmo antes de ter sido circuncidado. Abraão foi circuncidado depois, como um sinal externo de sua fé interior (Rm 4:9-11). Mas as obras sozinhas, até mesmo a circuncisão, não são suficientes para a justificação, porque somente aqueles “que também andam nas pisadas daquela fé de Abraão, nosso pai” (Rm 4:12, ARC), serão justificados.
É essa ênfase realmente tão diferente da de Tiago? Em seguida, Paulo usa a mesma “prova” de fé de Abraão que Tiago usou (Rm 4:17-21). Abraão creu que Deus poderia ressuscitar Isaque porque Ele “vivifica os mortos e chama à existência as coisas que não existem” (Rm 4:17; compare com Hb 11:17-19). Paulo também define a fé salvadora como estar “plenamente convicto de que Ele era poderoso para cumprir o que prometera” (Rm 4:21). Em suma, a fé que acredita no cumprimento das promessas de Deus e confia obedientemente em Sua Palavra é uma fé salvadora.
Essas obras não são “obras da lei”, mas “obras da fé”. Ou, como Tiago diz:
“Vês como a fé operava juntamente com as suas obras; com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou” (Tg 2:22).
Muitos enfatizam a importância da fé e obras, mas mesmo isso separa os dois, pelo menos até certo ponto. A verdadeira fé é “a fé que atua pelo amor” (Gl 5:6). Boas obras não são apenas o sinal externo da fé, mas a atuação da fé. A confiança de Abraão no Deus que criou toda a vida o motivou a obedecer ao oferecer seu único filho, Isaque. De acordo com Tiago, é pela obediência que a fé se aperfeiçoa.
Em sua experiência, as obras (ou a falta delas) afetam sua fé? Por outro lado, como sua fé influencia suas obras?

Pastor evangélico é batizado na Igreja Adventista em Florianópolis

Juliano da Silva Ferreira foi pastor em uma igreja evangélica por oito anos. Através do conhecimento que tinha, se empenhava em falar do amor de Cristo para sua congregação. Paralelamente o pastor William Oliveira, da Igreja Adventista (Sul da Ilha), orava para que Deus mostrasse para ele pastores sinceros de outras congregações: “Eu era pastor de outra Igreja, mas um dia vieram falar para mim de todas as verdades bíblicas e hoje estou aqui. Por isso hoje quero fazer o mesmo com outros amigos”.
E foi através de um amigo em comum que os pastores se conheceram em Junho deste ano. A inevitável conversa sobre religião aconteceu e o pastor William foi explicando para o amigo tudo que havia aprendido. “A primeira vez que o pastor William esteve ali em casa ele falou sobre a temperança alientar. Nós ficamos babando com tanta informação. Nós queríamos mais”, lembra o Juliano. Posteriormente o estudo continuou e Juliano descobriu a verdade sobre a guarda do sábado. “Ele falou sobre o Apocalipse, a guardo do sábado e outros assuntos. Tudo foi fácil pra mim porque tudo estava na Bíblia!”, continua.
Surgiu então a oportunidade de fazer o estudo bíblico com toda a congregação do pastor Juliano. “Eu tenho pregado todo o sábado à noite naquela Igreja localizada no bairro Campeche [Florianópolis/SC]. A princípio os membros ficaram reciosos, mas depois queriam saber mais. Eu sempre pergunto se posso continuar a pregação porque mostrarei na Bíblia uma importante revelação bíblica e eles sempre pedem para continuar”, destaca o pastor William. “Eu fiquei preocupado se a Igreja iria se machucar de alguma forma, mas até aqui todos aceitaram com alegria a mensagem apresentada”, explica Juliano.
Com isso a sede da igreja evangélica que Juliano era ministro começou a questionar fortemente a sua atitudade. “Quando eu comecei o estudo eu comuniquei o pastor do conselho. Ele disse que a princípio estava tudo bem, mas depois outro pastor da sede veio conversar comigo. Ele falou pra mim que eu teria que parar com os estudos. ‘Não está certo isso, você está fugindo do que acreditamos’, foi o que ouvi. Então sentei com ele, abri a Bíblia e mostrei que tudo que estava sendo pregado estava exatamente na palavra”, lembra Juliano. Apesar da explicação, o líder da igreja sede tomou a credencial pastoral de Juliano e retirou a placa de identificação da Igreja.
Entretanto Juliano não se abalou e continuou firme o estudo bíblico, agora com toda a sua Igreja. E na última sexta-feira, 24/10, Juliano, juntamente com sua esposa Elisângela, foram batizados na Igreja Adventista do Sétimo Dia no bairro Estreito (Florianópolis/SC). A cerimônia aconteceu em um encontro regional da Elite Missionária (missionários leigos), motivando o grupo a continuar buscando pessoas para Cristo. O evento teve ainda a presença do pastor Everon Donato, Ministério Pessoal – Divisão Sul Americana, e o pastor Alex Palmeira, Ministério Pessoal – União Sul Brasileira.
Os estudos na igreja continuam e os membros estão feliz com o que estão aprendendo. “Conforme vão descobrindo as verdades bíblicas, eles vão se abrindo para saber mais. O evangelho é assim, ele liberta e transforma as pessoas. Hoje somos grandes amigos!”, destaca o pastor William. Agora, em frente a Igreja, uma placa identifica o templo como Adventista do Sétimo Dia.
“Não tem destino, é Deus que conduz. O que importa é seguirmos a verdade e a está na Bíblia”, finaliza Juliano Ferreira, o agora membro da Adventista do Sétimo Dia.

Comunicadores adventistas constroem pontes para a missão

Evento global de comunicação incentiva troca de experiências para otimizar o trabalho da comunicação adventista. Richard Stephenson e Alyssa...