domingo, 20 de janeiro de 2019

Síntese da Semana: Lição 04 – Digno é o Cordeiro – 19 a 26 de Janeiro 2019



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VERSO PARA MEMORIZAR
“Não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos” (Ap 5:5).

SÁBADO A TARDE , 19 DE JANEIRO 2019 – INTRODUÇÃO -Ano Bíblico: Êx 9-11
Na semana passada, examinamos as mensagens de Cristo para Seu povo na Terra. Agora, a visão de João passa da Terra para o Céu e se concentra no “que deve acontecer depois destas coisas” (Ap 4:1), o futuro.
A visão dos capítulos 4 e 5 ocorre na sala do trono celestial. A cena dos capítulos 4 e 5 retrata simbolicamente o controle que Deus tem da história e do plano da salvação. Contudo, antes da revelação do futuro, vemos a centralidade do ministério sumo sacerdotal de Cristo para Sua soberania sobre os eventos na Terra e a redenção da humanidade. Dessa maneira, os capítulos 4 e 5 apresentam a perspectiva celestial sobre o significado dos eventos futuros registrados no restante do livro.
Pode-se notar também que, enquanto as mensagens às sete igrejas foram escritas em linguagem um tanto direta, a partir de então, o livro emprega uma linguagem ainda mais simbólica que nem sempre é fácil de interpretar. Essa linguagem é tirada da história do povo de Deus, conforme registrada no Antigo Testamento. Uma interpretação correta do Apocalipse requer uma compreensão adequada de sua linguagem simbólica à luz do Antigo Testamento.
De 14 a 23 de fevereiro teremos Dez Dias de Oração e Dez Horas de Jejum. Prepare sua família e sua igreja para a breve volta de Jesus!

DOMINGO, 20 DE JANEIRO 2019 – NA SALA DO TRONO CELESTIAL – Ano Bíblico: Êx 12, 13
Começando em Apocalipse 4:1, Jesus convidou João a subir ao Céu para lhe mostrar uma visão geral da história, desde seus dias até o retorno de Cristo.
*1. Os textos de Apocalipse 4:1-8,Ezequiel 1:26-28 e Apocalipse 5:11-14 descrevem a sala do trono celestial. O que esses versos ensinam sobre a natureza da sala do trono celestial?*
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:Através da porta aberta, o apóstolo viu o templo celestial e o trono de Deus. O trono simboliza o domínio de Deus e Sua autoridade para governar a criação, enquanto o arco-íris ao redor do trono significa a fidelidade de Deus às Suas promessas (Gn 9:13-16; Is 54:9, 10). Contudo, Satanás, que usurpou o domínio da Terra e é o adversário de Deus, tem contestado a autoridade divina. A questão central no grande conflito entre Deus e Satanás é sobre quem tem o direito de governar. O propósito do concílio celestial que João viu reunido na sala do trono era confirmar o legítimo governo de Deus sobre o Universo (Ap 4:1-8; 5:11-14).
*2. Leia Apocalipse 4:8-11; 5:9-14. O que é revelado sobre a verdadeira adoração nessas passagens? No capítulo 4, por que o Senhor Deus é digno de adoração e, em Apocalipse 5:9-14, por que o Cordeiro é digno?*
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O capítulo 4 do Apocalipse apresenta uma descrição geral da sala do trono no templo celestial e da adoração que ocorre repetidamente ali. Enquanto a adoração no capítulo 4 exalta o poder criador de Deus, o capítulo 5 celebra a redenção provida pelo Cordeiro que foi morto. Esses capítulos mostram que, na verdadeira adoração, narramos e celebramos os poderosos atos da criação e redenção de Deus. Ele, que criou o mundo em seis dias, tem o poder e a capacidade de também restaurá-lo à sua condição original e transformá-­­lo no lar eterno para Seu povo. Tudo isso Ele prometeu fazer.
Aquele que criou, não apenas a nós e o nosso mundo, mas todo o Universo, também é o “Cordeiro que foi morto” (Ap 5:12) por nós. Que esperança maravilhosa esse ensinamento nos concede, em meio a um mundo repleto de dor e turbulência?
Fortaleça sua vida por meio do estudo da Palavra de Deus: acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org
Um capítulo da Bíblia por dia.

SEGUNDA-FEIRA, 21 DE JANEIRO 2019 – A ASSEMBLEIA CELESTIAL NA SALA DO TRONO – Ano Bíblico: Êx 14,15
A descrição dos anciãos em Apocalipse 4:4 revela que eles não são seres angelicais. Na Bíblia, o título “anciãos” é sempre usado para se referir ao ser humano. Diferentemente dos anjos, que estão sempre na presença de Deus, esses anciãos se sentam em tronos. As vestes brancas que eles usam são o traje do povo fiel de Deus (Ap 3:4, 5). As coroas da vitória (no grego, stephanos; Ap 4:4) em sua cabeça são reservadas exclusivamente para os santos vitoriosos (Tg 1:12). Todos esses detalhes sugerem que os 24 anciãos sejam os santos glorificados.
O número 24 é simbólico: ele consiste em dois conjuntos de 12, sendo o número 12 um símbolo do povo de Deus na Bíblia. Os 24 anciãos representam o povo de Deus em sua totalidade, tanto dos tempos do Antigo quanto do Novo Testamento. O número 24 também reflete os chefes dos 24 grupos de sacerdotes que se revezavam nos serviços do templo terrestre (1Cr 24:1-19).
O fato de os 24 anciãos nunca terem sido mencionados antes na Bíblia sugere que eles sejam um grupo novo na sala do trono celestial. Talvez eles sejam os que ressuscitaram no momento da ressurreição de Jesus (Mt 27:51-53).
Se esse é o caso, esses 24 anciãos que subiram com Cristo ao Céu tornaram-se representantes da humanidade, a fim de testemunhar a justiça das ações de Deus na realização do plano da salvação. Em Apocalipse 5:9, os 24 anciãos, juntamente com os quatro seres viventes (v. 8), prostram-­­se em adoração diante do Cordeiro que foi morto, mas vive. Juntos, eles entoam um novo cântico, exaltando o Cordeiro como Aquele que é digno porque foi morto e, com Seu sangue, “comprou para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação”, e para Deus os constituiu “reino e sacerdotes; e reinarão sobre a Terra” (Ap 5:8-10).
*3. Em Apocalipse 4:6-8, também são mencionados os quatro seres viventes. Compare sua descrição com os quatro seres viventes em Ezequiel 1:5-14, 10:20-22, e com os serafins em Isaías 6:2, 3. O que aprendemos com essa comparação?*
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Os quatro seres viventes simbolizam os seres exaltados que servem a Deus como Seus agentes e guardiões de Seu trono (Sl 99:1). Suas asas indicam simbolicamente sua rapidez na execução das ordens de Deus, e seus olhos apontam para sua inteligência. Sua presença, juntamente com os 24 anciãos e as miríades de anjos ao redor do trono (Ap 5:11), revela que, tanto o Céu quanto a Terra estão representados na sala do trono.

TERÇA-FEIRA, 22 DE JANEIRO 2019 – O LIVRO SELADO – Ano Bíblico: Êx 16, 17
*4. Leia Apocalipse 5:1-4. À luz de Isaías 29:11, 12, qual é o significado do livro selado e por que João chorou? Assinale a alternativa correta:*
A. ( ) O selamento é a colocação de um enfeite para ornamentar o livro. João chorou de alegria.
B. ( ) O selamento indica que o livro não estava aberto à compreensão. João chorou por que ninguém podia abrir o livro.
O texto grego indica que o livro se encontrava no trono, na mão direita do Pai. O livro aguardava Aquele que era digno de pegá-lo e “lhe desatar os selos” (Ap 5:2).
Nas palavras de Ellen G. White, o livro selado contém “a história das providências de Deus, e a história profética das nações e da igreja. Nesse livro, estavam contidas as declarações divinas, Sua autoridade, Seus mandamentos, Suas leis, todo o conselho simbólico do Eterno e a história de todos os poderes que governam as nações. Em linguagem simbólica, estava contida naquele livro a influência de toda nação, língua e povo desde o início da história da Terra até seu fim” (Ellen G. White, Manuscript Releases, v. 9, p. 7).
Em suma, o livro selado contém o mistério de Deus a respeito de Seus planos para resolver o problema do pecado e salvar o ser humano caído. A plena compreensão desse mistério ocorrerá na segunda vinda de Cristo (veja Ap 10:7).
*5. Leia Apocalipse 5:5-7. Por que Cristo é o único em todo o Universo digno de pegar o livro selado e abri-lo? Assinale a alternativa correta:*
A. ( ) Porque Ele é o Cordeiro que foi morto antes da fundação do mundo, vencendo, assim, a morte.
B. ( ) Porque Ele é a pessoa mais importante da Trindade.
A crise na sala do trono está relacionada com a rebelião de Satanás. Este planeta, embora criado por Deus, tem estado sob o domínio do usurpador, Satanás. O choro de João expressa as lágrimas do povo de Deus, desde Adão, pela salvação da escravidão do pecado. O livro selado continha o plano de Deus para a resolução do problema do pecado. Evidentemente, com Seu poder imensurável, o próprio Deus poderia executar esse plano. No entanto, a redenção da humanidade caída exigiu algo especial: a morte de Jesus. Ele, de fato, “venceu” e, portanto, era digno de abrir o livro, assumir o senhorio da Terra e Se tornar nosso Mediador no santuário celestial.
Como podemos manter Jesus em primeiro lugar em nossa experiência cristã?

QUARTA-FEIRA, 23 DE JANEIRO 2019 –  DIGNO É O CORDEIRO – Ano Bíblico: Êx 18-20
*6. Leia Apocalipse 5:8-14, Efésios 1:20-23 e Hebreus 10:12. De acordo com esses textos, o que deve nos dar grande esperança e conforto neste mundo que traz dor e desespero? Assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso:*
A. ( ) Saber que Cristo recuperou o domínio de Satanás e restaurou o que Adão havia perdido.
B. ( ) Saber que haverá uma reencarnação dos mortos.
Quando Cristo, o Cordeiro, aproxima-Se do trono, Ele pega o livro. Esse ato mostra que toda autoridade e soberania pertencem a Ele (veja Mt 28:18; Ef 1:20-22). Nesse momento, todo o Universo reconhece o legítimo governo de Cristo sobre a Terra. O que foi perdido com Adão foi recuperado com Cristo.
Quando Cristo pega o livro, isso mostra que Ele tem o destino de toda a humanidade em Suas mãos. Os quatro seres viventes e os 24 anciãos prostram-se diante Dele e O adoram, como fizeram em Apocalipse 5:9: “Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto.” Com esse ato de adoração, os anjos exaltados e os representantes da humanidade redimida confirmam o sacrifício de Cristo em favor da humanidade. Com Seu sangue, Ele pagou o resgate pelo ser humano caído e oferece-lhe toda a esperança de redenção e a promessa de um futuro que mal podemos imaginar.
Um número incontável de hostes angélicas se une então aos quatro seres viventes e aos anciãos ao redor do trono e dão louvores ao Cordeiro que foi morto e agora vive para fazer intercessão pela humanidade caída (Hb 7:25). Em uníssono, os ocupantes da sala do trono exclamam em alta voz: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor” (Ap 5:12).
Naquele momento, todas criaturas no Céu e na Terra se reúnem oferecendo adoração real tanto ao Pai quanto a Cristo: “Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos” (Ap 5:13). Seu louvor é respondido com um “Amém” por parte dos quatro seres viventes e, em seguida, os 24 anciãos se prostram, concluindo assim essa adoração entusiasmada na sala do trono celestial.
Os físicos especulam que um dia o Universo será destruído pelo fogo, ruirá ou simplesmente se fenderá. Que contraste com o futuro apresentado na Palavra de Deus! Como podemos, mesmo agora, nos alegrar com o futuro que nos espera?

QUINTA-FEIRA, 24 DE JANEIRO 2019 – O SIGNIFICADO DO PENTECOSTES – Ano Bíblico: Êx 21–23
No derramamento do Espírito Santo no Pentecostes, relatado em Atos 2:1-4, confirma-se a realização de um dos eventos mais decisivos na história do plano da salvação: a investidura de Cristo em Seu ministério como Sumo Sacerdote e Rei no santuário celestial, após Seu sacrifício na cruz do Calvário (At 1:4-8; 2:33). Mediante Seu ministério sumo sacerdotal à destra de Deus Pai (Ap 5:6, 7), Cristo pode executar o plano da salvação até sua concretização final. Como nosso Mediador no santuário celestial, Jesus trabalha para nos salvar. Por meio Dele, os cristãos podem ter livre acesso a Deus e recebem o perdão para seus pecados.
*7. Leia Atos 2:32-36 e João 7:39. Que esperança e encorajamento encontramos no fato de Jesus estar no Céu como nosso Sacerdote e Rei?*
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A exaltação de Cristo no santuário celestial foi seguida pela descida do Espírito Santo sobre os discípulos. Em Apocalipse 5:6, mencionam-se os sete espíritos que foram “enviados por toda a Terra”. Como vimos em uma lição anterior, os sete espíritos indicam a plenitude da ação do Espírito Santo no mundo. Na entronização de Cristo, o Espírito foi enviado à Terra. Esse envio do Espírito foi uma das primeiras ações de Cristo como nosso Sumo Sacerdote no santuário celestial. Esse derramamento do Espírito Santo significa que Jesus havia Se apresentado perante o Pai e que Deus havia aceitado Seu sacrifício pela humanidade.
“A ascensão de Cristo ao Céu foi, para Seus seguidores, um sinal de que estavam para receber a bênção prometida […]. Ao transpor as portas celestiais, Jesus foi entronizado em meio à adoração dos anjos. Tão logo foi essa cerimônia concluída, o Espírito Santo desceu em ricas torrentes sobre os discípulos, e Cristo foi, de fato, glorificado com aquela glória que tinha com o Pai desde toda a eternidade. O derramamento pentecostal foi uma comunicação do Céu de que a confirmação do Redentor havia sido feita. De conformidade com Sua promessa, Jesus enviou do Céu o Espírito Santo sobre Seus seguidores, em sinal de que Ele, como Sacerdote e Rei, havia recebido todo o poder no Céu e na Terra, tornando-Se o Ungido sobre Seu povo” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 38, 39).
Leia Hebreus 4:16 e 8:1. Que esperança e encorajamento encontramos na certeza de que Jesus recebeu, como Sacerdote e Rei, toda a autoridade no Céu e na Terra? Acreditar nessa verdade nos ajuda a lidar com as situações da vida e com a incerteza quanto ao futuro?

SEXTA-FEIRA, 25 DE JANEIRO 2019 – ESTUDO ADICIONAL – Ano Bíblico: Êx 24-27
Leia o capítulo “Para Meu Pai e Vosso Pai”, do livro O Desejado de Todas as Nações, de Ellen G. White, p. 829-835. E o capítulo “O Dom do Espírito”, do livro Atos dos Apóstolos, de Ellen G. White, p. 47-56.
A mensagem de Apocalipse 4 e 5 é importante para o povo de Deus que vive no fim da história da Terra. A vinda do Espírito Santo no Pentecostes marcou o início da pregação do evangelho a todo o mundo; a mensagem central era sobre Jesus, que havia sido exaltado como Sacerdote e Rei à destra do Pai. Essa verdade sobre Jesus era a essência da crença dos primeiros cristãos (Hb 8:1) e a pedra angular da pregação dos discípulos (At 2:32, 33; 5:30, 31). Ela era sua motivação e fonte de fé e coragem diante das dificuldades (At 7:55, 56; Rm 8:34). Como resultado, muitas pessoas aceitaram a pregação deles. A partir daquele momento, o reino de Deus se manifestou e continua se revelando, mediante o ministério do Espírito Santo.
Nunca devemos nos esquecer de que somente as boas-novas da salvação podem transformar o coração humano e levar as pessoas a aceitar o chamado do evangelho eterno para temer a Deus, dar-Lhe glória e adorá-­­Lo (Ap 14:7). Nossa única esperança está em nosso Salvador, que é nosso Sacerdote e Rei no santuário celestial. Ele está com o Seu povo, e sempre estará com ele até o fim (Mt 28:20). Ele tem o futuro em Suas mãos.
Portanto, se desejamos alcançar sucesso na pregação da mensagem final à humanidade perdida e sofredora, devemos ter sempre em mente a essência do evangelho. Nada do que pregamos é mais importante do que a cruz e o que ela nos ensina sobre Deus.
Perguntas para discussão
1. Um dia estaremos no Céu, louvando o Senhor por Sua bondade, poder e graça. Viver em atitude de adoração nos ajuda na preparação para esse dia? Temos tido essa postura diante de tudo o que Ele tem feito?
2. Leia Apocalipse 4:11 e 5:9. Em quais duas funções vemos o Pai e o Filho nesses textos? Por que ambas são centrais para o plano da salvação? Por causa delas Deus é digno de nossa adoração? De que maneira o sábado e o que ele ensina são uma expressão dessas duas maravilhosas verdades sobre nosso Deus?
Respostas e atividades da semana:
1. Do Seu trono o Senhor reinará como Rei dos reis e Senhor dos senhores, e é digno da adoração de todos.
2. O louvor e a adoração ocorrem continuamente. Deus deve ser louvado não apenas por ser o Criador (Ap 4), mas por ser o Redentor (Ap 5).
3. Em Apocalipse 4:6-8, os quatro seres viventes possuem olhos na frente e atrás. O primeiro é como um leão, o segundo como novilho, o terceiro possui rosto de homem e o quarto é como a águia. Todos possuem seis asas e muitos olhos. Em Ezequiel 1:5-14, os quatro seres viventes tinham o rosto de homem de um lado, rosto de leão no lado direito, rosto de novilho no lado esquerdo e um rosto de águia. Os serafins de Isaías 6:2, 3 tinham seis asas; duas cobriam o rosto, duas cobriam os pés e com as outras duas eles voavam.
4. B.
5. A.
6. V; F.
7. A esperança real de que Jesus está intercedendo em nosso favor no santuário celestial.

domingo, 13 de janeiro de 2019

[CAMPORI AO VIVO #3] Você vai se sentir como se estivesse aqui!


Adultos: Lição 03 – A Mensagem de Jesus ás Sete Igrejas – 12 a 19 de Janeiro 2019




VERSO PARA MEMORIZAR
“Ao vencedor darei o direito de sentar-se Comigo em Meu trono, assim como Eu também venci e sentei-Me com Meu Pai em Seu trono” (Ap 3:21, NVI).

LEITURAS DA SEMANA
Ap 2:8-11; Ap 2:12-17; Ap 2:18-29; Ap 3:1-6; Ap 3:7-13; Ap 3:14-22; Is 61:10

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SÁBADO A TARDE – 12 DE JANEIRO 2019 – INTRODUÇÃO – Ano Bíblico: Gn 37–39
Por intermédio de João em Patmos, Jesus enviou uma carta com sete mensagens para Seu povo. Embora essas mensagens estivessem relacionadas às igrejas na Ásia dos dias de João, elas também descrevem profeticamente em símbolos a condição da igreja ao longo da história.
Uma comparação dessas sete mensagens mostra que elas seguem seis vezes a mesma estrutura. Todas começam com Jesus dirigindo-Se à igreja específica pelo nome. A segunda parte começa com a frase: “Estas coisas diz […]”, na qual Cristo Se apresenta a cada igreja utilizando descrições e símbolos encontrados no capítulo 1. Essas descrições de Cristo foram adequadas às necessidades de cada igreja. Portanto, Jesus mostrou Sua capacidade de resolver as diferentes situações dessas igrejas. Em seguida, Ele faz uma avaliação da igreja em questão e depois a aconselha sobre a maneira de sair da sua tribulação. Por fim, cada mensagem é concluída com um apelo para ouvir a mensagem do Espírito e com promessas aos vencedores.
Como vimos na mensagem à igreja em Éfeso na semana passada, e como veremos nas seis mensagens restantes nesta semana, Jesus ofereceu esperança e respostas às necessidades das igrejas em cada situação. Portanto, Ele certamente pode também atender às nossas necessidades hoje.

DOMINGO, 13 DE JANEIRO 2019 – MENSAGENS DE CRISTO A ESMIRNA E PÉRGAMO – Ano Bíblico: Gn 40–42
Esmirna era uma cidade bela e rica, mas também um centro de adoração obrigatória ao imperador. A recusa em cumprir essa ordem podia levar as pessoas a perder seu status legal, ser perseguidas e até martirizadas.

1. Leia Apocalipse 2:8-11. Qual era a circunstância da igreja de Esmirna? Que advertência Cristo deu sobre o que estava por vir?

A mensagem a Esmirna se aplica profeticamente à igreja na era pós-­apostólica, em que os cristãos foram perseguidos. Os “dez dias” (Ap 2:10) indicam os dez anos da perseguição promovida por Diocleciano, a partir de 303 d.C, e que durou até 313 d.C., quando Constantino, o Grande, publicou o Edito de Milão, que concedeu liberdade religiosa aos cristãos.
Pérgamo foi o centro de vários rituais pagãos, incluindo o culto a Asclépio, o deus grego da cura, chamado de “Salvador” e representado por uma serpente. As pessoas vinham de todos os lugares ao santuário de Asclépio para ser curadas. Pérgamo tinha uma função de liderança na promoção do culto ao imperador que, assim como em Esmirna, era obrigatório. Não é de admirar que os cristãos em Pérgamo vivessem na cidade “onde Satanás” habitava e na qual seu trono estava localizado.

2. De acordo com Apocalipse 2:12-15, como Jesus Se apresentou a essa igreja? Qual foi a avaliação de sua condição espiritual?

Os cristãos em Pérgamo enfrentavam tentações tanto de fora quanto de dentro da igreja. Embora a maioria deles tivesse permanecido fiel, os “nicolaítas” defendiam a transigência para com o paganismo a fim de evitar a perseguição. Como Balaão, que apostatou e incitou os israelitas a pecar contra Deus no caminho para a Terra Prometida (Nm 31:16), eles acharam mais conveniente, e até mais recompensador, fazer concessões em relação à sua fé. Embora o Concílio de Jerusalém tivesse proibido as “coisas sacrificadas a ídolos” e as “relações sexuais ilícitas” (At 15:29), a doutrina de Balaão ensinava os membros da igreja a rejeitarem essa decisão. A única solução que Jesus ofereceu a Pérgamo foi: “Arrependa-se!” (Ap 2:16, NVI).
A igreja em Pérgamo é uma descrição profética da igreja do período de 313 a 538 d.C. Embora alguns membros da igreja tenham permanecido fiéis, o declínio e apostasia aumentaram rapidamente.

3. Leia Apocalipse 2:18-29. Como Jesus Se apresentou a essas pessoas (veja também Dn 10:6)? Quais qualidades Ele elogiou na igreja, e qual questão a afligia?

Assim como ocorreu com a igreja em Pérgamo, a igreja em Tiatira foi pressionada a transigir com o ambiente pagão. O nome “Jezabel” se refere à esposa do rei Acabe, que levou Israel à apostasia (1Rs 16:31-33). Jesus a retratou como espiritualmente imoral. Aqueles que transigiram com a verdade e adotaram ideias e práticas pagãs e “impuras” estavam cometendo adultério espiritual com ela.
A igreja em Tiatira simboliza a condição do cristianismo de 538 d.C. a 1565 d.C. O perigo não veio de fora da igreja, mas de dentro. A tradição substituiu a Bíblia, um sacerdócio humano e relíquias sagradas substituíram o sacerdócio de Cristo, e as obras foram consideradas o meio de salvação. Os que não aceitavam as influências corruptoras foram perseguidos e até mortos. Por séculos, a igreja verdadeira encontrou refúgio nas regiões desertas (veja Ap 12:6, 13, 14). Mas Jesus também elogiou a igreja em Tiatira por sua fé e amor, obras e serviço, o que profeticamente aponta para a Reforma e para o começo de um “retorno à Bíblia”.
TERÇA-FEIRA, 15 DE JANEIRO 2019 – MENSAGEM DE CRISTO A SARDES – Ano Bíblico: Gn 46, 47

Sardes teve uma história gloriosa. No entanto, até o período romano, a cidade já havia perdido seu prestígio. Embora ainda estivesse desfrutando de riquezas, sua glória estava fundamentada em sua história passada, não na realidade presente. A cidade antiga havia sido construída no topo de um monte íngreme e era quase inacessível/inconquistável/impenetrável. Visto que os cidadãos se sentiam tão protegidos, as muralhas da cidade eram guardadas de maneira negligente.

4. Leia Apocalipse 3:1-6, Mateus 24:42-44 e 1 Tessalonicenses 5:1-8. Quais são as três coisas que Jesus exortou os cristãos de Sardes a fazer para curar sua condição espiritual? Como Sua advertência para “vigiar” corresponde à história da cidade?

Embora Jesus tenha reconhecido alguns cristãos em Sardes como fiéis, a maioria deles estava espiritualmente morta. A igreja não foi acusada de nenhum pecado aberto nem de apostasia (como os cristãos de Pérgamo e Tiatira), mas de letargia espiritual.
A mensagem à igreja em Sardes se aplica profeticamente à condição espiritual dos protestantes no período pós-Reforma, aproximadamente de 1565 d.C. a 1740 d.C., à medida que a igreja se degenerava em um formalismo morto e em um estado de complacência espiritual. Sob o impacto da crescente onda do racionalismo e do secularismo, o foco na graça salvadora do evangelho e o compromisso com Cristo diminuíram, dando lugar aos argumentos filosóficos insípidos e relacionados aos credos. Embora parecesse estar viva, a igreja desse período estava espiritualmente morta.
A carta também pode se aplicar a todas as gerações de cristãos. Alguns cristãos sempre falam em termos gloriosos de sua fidelidade a Cristo no passado. Infelizmente, muitos desses não têm muito para compartilhar sobre sua experiência atual com Jesus. Sua religião é nominal; falta-lhes a verdadeira religião do coração e o compromisso genuíno com o evangelho.

SEXTA-FEIRA, 18 DE JANEIRO 2019 – ESTUDO ADICIONAL – Ano Bíblico: Êx 5–8
Leia o capítulo “O Apocalipse”, do livro Atos dos Apóstolos, de Ellen G. White, p. 578-592.
As sete mensagens às igrejas mostram o declínio espiritual em cada uma delas. A igreja de Éfeso ainda era fiel, embora tivesse perdido o primeiro amor. As igrejas de Esmirna e Filadélfia eram, em grande medida, fiéis. Pérgamo e Tiatira transigiram cada vez mais, até que a vasta maioria apostatou completamente da fé pura dos apóstolos. A igreja de Sardes encontrava-­­se em uma situação séria. A maioria dos membros não estava em harmonia com o evangelho, enquanto Filadélfia representava os poucos fiéis. Quanto à igreja de Laodiceia, não havia nada de bom a ser dito sobre ela.
Ao concluir cada mensagem, Jesus fez promessas a quem aceitasse Seu conselho. Porém, pode-se observar que, juntamente com o evidente declínio espiritual nas igrejas, há um aumento proporcional nas promessas. Por fim, Laodiceia, embora tenha recebido uma única promessa, recebeu a maior: compartilhar o trono de Jesus (Ap 3:21).

Perguntas para discussão

1. O aumento de promessas, bem como o declínio espiritual, reflete o fato de que, quando o pecado aumenta, a graça aumenta muito mais (Rm 5:20)? Pense nesta afirmação: “A igreja, enfraquecida e defeituosa como seja, é o único objeto na Terra a que Cristo concede Sua suprema consideração. Ele vela constantemente com solicitude por ela, e fortalece-a por Seu Espírito Santo” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 396).
2. Nas cidades prósperas da Ásia havia cristãos que permaneceram leais ao evangelho e inabaláveis em sua fidelidade a Deus em meio às pressões do ambiente pagão. O que aprendemos com esse fato? Pense na oração de Jesus em João 17:15-19. Como o conceito de estar no mundo, mas não ser do mundo, se aplica aos cristãos de hoje?
3. Como podemos prestar mais atenção à mensagem aos laodiceanos?

Respostas e atividades da semana:
1. A igreja em Esmirna estava sofrendo perseguição e muita tribulação. Muitos estavam sendo mortos. Por isso, Jesus Se apresentou como o primeiro e o último, que esteve morto e tornou a viver. Mesmo que esses cristãos enfrentassem a morte, eles também tornariam a viver.
2. Comente com a classe.
3. Comente com a classe
4. Leia e comente o texto (Ap 3:2, 3)
5. Ao Se apresentar como Santo e Verdadeiro, que tinha as chaves de Davi, Jesus estava dizendo aos cristãos de Filadélfia que, embora tivessem pouca força, estavam levantando a verdade em meio aos erros pregados pelos filósofos iluministas. A igreja em Filadélfia representa o reavivamento que ocorreu entre os cristãos, do qual fez parte Guilherme Miller e Ellen G. White.
6. O próprio Senhor falou que vinha sem demora. Aqueles que receberem a inscrição do nome de Deus estarão representando Seu caráter.
7. Laodiceia era uma cidade próspera e autossuficiente. Os laodiceanos julgaram não precisar de ajuda para reconstruir a cidade quando um terremoto a destruiu em torno de 60 d.C. Como faltava água ali, os laodiceanos usaram um aqueduto que trazia água de Hierápolis para Laodiceia. Ao percorrer o aqueduto, a água chegava morna em Laodiceia. Isso reflete a vida espiritual dessa igreja. Seus membros eram mornos.
8. Leia e comente o texto (Ap 3:18).

Pastor Rubens Lessa falece aos 81 anos

Vítima de infarto, foi editor-chefe da Casa Publicadora Brasileira durante 36 anos.

Por Agência Adventista Sul-Americana de Notícias13 de janeiro de 2019
Nascido em 1937, em Anápolis, Goiás, Lessa atuou na editora durante 41 anos (Foto: Casa Publicadora Brasileira)
O pastor e jornalista Rubens Lessa, que por mais de 41 anos foi editor de livros, revistas e redator-chefe da Casa Publicadora Brasileira (CPB), faleceu na noite deste sábado, 12. Vítima de infarto, ele tinha 81 anos. Seu corpo será velado a partir das 8h da manhã deste domingo, 13, no auditório da instituição, em Tatuí, interior de São Paulo, onde vivia com a família. Às 14h15 será realizado um culto fúnebre e, em seguida, será sepultado em Cerquilho, no município vizinho.
Graduado em Teologia pelo Instituto Adventista de Ensino, hoje Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), campus São Paulo, iniciou seu ministério como pastor distrital em Belém, no Pará. Também atuou no Amapá e foi diretor dos departamentos de Saúde, Liberdade Religiosa, Jovens e Educação na então Missão Baixo-Amazonas, uma das sedes administrativas da Igreja.
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Foi convidado a trabalhar na CPB em 1973, quando estava localizada em Santo André, em São Paulo. Já na editora, graduou-se em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e cursou o mestrado em Divindade pela Universidade Andrews, nos Estados Unidos. Foi, durante 36 anos, o redator-chefe da publicadora e editor da Revista Adventista, tendo se aposentado em 2014, aos 77 anos.
Como autor, lançou os livros Diagnóstico e Remédio (1982); Livre Para Viver (1992); Casa Publicadora Brasileira: 100 Anos e as meditações diárias Esperança Para o Terceiro Milênio (2000), além de Alimento Para o Coração (2007).
“O legado deixado pelo pastor Lessa vai além de sua atuação na Casa Publicadora Brasileira, alcançando a Igreja em toda a América do Sul. Foi um entusiasta, sempre apaixonado pelo movimento missionário da Igreja, e que se encarregava de transmitir com brilhantismo a visão adventista aos seus leitores”, enfatiza o pastor Erton Köhler, presidente da Igreja Adventista para oito países sul-americanos.
Membro do templo adventista do Inocoop, em Tatuí, era ancião e líder do Ministério da Família. Deixa a esposa, Charlotte Fermum Lessa, com quem foi casado por 50 anos, três filhas e dois netos.

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Informativo Mundial das Missões – 12/01/19


Olá pessoal!
Segue o material desta semana. A história fala sobre um aluno da Escola Adventista de Francistown, em Botsuana. Essa escola foi erguida através das ofertas missionárias de 2015 e no vídeo eu coloquei algumas imagens do prédio.
Um abraço e fiquem com Deus.

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