quinta-feira, 9 de junho de 2016

PPT – Eventos finais – Lição 11 – 2º Trim/2016 Curtir Compartilhe

licao11

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Informativo Mundial das Missões – 11/06/16

Informativo Mundial das Missões – 11/06/16

Olá irmãos!
Segue o material desta semana.
Nota do editor: Esta história foi publicada na Lição dos Adolescentes do terceiro trimestre de 2006.
Um abraço e fique com Deus.
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segunda-feira, 6 de junho de 2016

11. Eventos finais: 4 a 11 de junho

11. Eventos finais: 4 a 11 de junho



SÁBADO À TARDE (Ano Bíblico: Jó 8–10)

VERSO PARA MEMORIZAR: “Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado” (Mt 23:12).
Leituras da semana: Êx 19:5, 6; Mt 23; Jo 12:20-26; Mt 24; 1Ts 4:16
A segunda vinda de Jesus é o clímax da fé cristã. O primeiro advento de Jesus e Sua morte na cruz são os precursores cruciais da segunda vinda. O segundo advento não poderia existir sem o primeiro, e o primeiro é infrutífero sem o segundo. Ambos estão inseparavelmente ligados, não no tempo, mas no propósito, que é a redenção da humanidade e o fim do grande conflito. A primeira vinda já aconteceu, está acabada e concluída. Agora, ansiosa e ardentemente, aguardamos a segunda.
Nesta semana examinaremos o que está registrado em Mateus 23, com o apelo final de Jesus a alguns líderes judeus para que se arrependessem e O aceitassem como a única esperança de salvação. Em Mateus 24, Jesus respondeu a perguntas sobre os eventos que ocorrerão antes de Sua segunda vinda. Ali Ele apresentou um quadro bastante solene, ligando a destruição de Jerusalém ao que acontecerá antes de Seu advento.
Contudo, não importa quão difíceis as coisas se tornem, mesmo que haja guerras, fomes e traições, temos a promessa do “Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória” (Mt 24:30). Em outras palavras, apesar das lutas e tristezas, temos todas as razões para nos alegrar.

Anote em sua agenda: 6 de agosto, dia da multiplicação de pequenos grupos.

Viva a comunidade do amor e cumpra a missão de salvar pessoas.

DOMINGO - Guias cegos (Ano Bíblico: Jó 11–14)
O próprio Jesus havia introduzido os filhos de Israel em Jerusalém, com mão poderosa e braço estendido. Sobre asas de águia Ele os havia tirado do Egito e os havia achegado a Si. “Vocês serão o Meu tesouro pessoal dentre todas as nações. Embora toda a terra seja Minha, vocês serão para Mim um reino de sacerdotes e uma nação santa” (Êx 19:5, 6, NVI).
Em certo sentido, Jesus tinha proposto casamento a Israel numa bela montanha chamada Sinai. Êxodo 24 diz que os líderes e anciãos “subiram […] e viram o Deus de Israel, sob cujos pés havia uma como pavimentação de pedra de safira, que se parecia com o céu na sua claridade. […] Eles viram a Deus, e comeram, e beberam” (Êx 24:9-11). Cristo ofereceu a taça de Sua aliança a Israel, como um homem que oferece uma taça a uma mulher com quem deseja se casar e a quem deseja dar um futuro maravilhoso. Israel recebeu a taça e disse: Sim, desejamos viver para sempre
contigo na terra da promessa.

1. Com esse contexto em mente, leia Mateus 23. O que Jesus estava dizendo aos líderes de Israel? Que advertência estava sendo dada? Que lições podemos extrair a respeito das coisas pelas quais Ele os repreendeu? Como podemos nos certificar de que não somos culpados dessas mesmas coisas?
Mateus 23 foi a última súplica desesperada de Jesus pela reconciliação com Sua amada. Mas ela O deixou. Ele aceitou a decisão dela, e saiu pela última vez da casa em que morava com ela – o templo. “Eis que a casa de vocês ficará deserta” (Mt 23:38, NVI). Quando Jesus saiu do templo, este ficou desolado, vazio, abandonado, como o deserto do qual o Senhor os havia resgatado no princípio.
Estava para ocorrer uma grande transição na história da salvação, e esses líderes, bem como aqueles a quem eles enganariam, iriam perdê-la. Enquanto isso, muitos outros judeus e, muito em breve, gentios, abertos à direção do Espírito Santo, dariam continuidade à grande obra e ao chamado de Israel. Eles se tornariam a verdadeira semente de Abraão, “e herdeiros segundo a promessa” (Gl 3:29). Nós também, hoje, fazemos parte do mesmo povo, e compartilhamos do mesmo chamado divino.
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SEGUNDA - Sinais do fim (Ano Bíblico: Jó 15–17)
Depois de Jesus ter repreendido os líderes judeus que O rejeitaram, João 12:20-26 registra um pedido interessante. Cristo foi informado a respeito de gentios que queriam “ver Jesus”. Contudo, esses gentios fizeram primeiro seu pedido a judeus que eram fiéis a Ele. Em seguida, algo semelhante aconteceria em escala muito maior: ao passo que alguns judeus rejeitariam Jesus, outros seriam o meio primário através do qual muitos gentios chegariam ao conhecimento dEle. É curioso que esse pedido tenha vindo logo depois de Jesus ter dito aos líderes que a casa deles ficaria
deserta. Verdadeiramente, o que era velho daria lugar ao novo, ao que sempre tinha sido a intenção de Deus: a salvação não só dos judeus, mas também dos gentios.

2. Em Mateus 24:1-14, que quadro Jesus apresentou tanto para os crentes fiéis quanto para o mundo em geral?
Jesus fez esse discurso em resposta às perguntas sobre os sinais de Sua vinda e do fim do mundo. “Jesus não respondeu aos discípulos falando em separado da destruição de Jerusalém e do grande dia de Sua vinda. Misturou a descrição dos dois acontecimentos. Houvesse desenrolado perante os discípulos os eventos futuros segundo Ele os via, e não teriam podido suportar esse espetáculo. Por misericórdia deles, Jesus misturou a descrição das duas grandes crises, deixando que os discípulos procurassem por si mesmos a significação. […] Todo esse discurso foi dado, não para os discípulos somente, mas para os que haveriam de viver nas últimas cenas da história terrestre” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 628).
Uma coisa é muito clara na resposta de Jesus: os eventos que antecedem à Sua volta não são agradáveis. Ele não predisse nenhuma utopia terrestre ou reinado milenar de paz. Guerra, traição, desastres naturais, perseguição à igreja, falsos cristos e até falsos irmãos. A coisa mais positiva retratada ali foi a promessa de que “será pregado este evangelho do reino por todo o mundo” (v. 14).
Em Mateus 24:13, Jesus diz: “Aquele que perseverar até o fim será salvo” (NVI). O que você pode fazer para se manter espiritualmente forte em meio às provações que podem facilmente enfraquecê-lo e fazê-lo desistir? Temos visto isso acontecer com outros; isso poderia acontecer também conosco?

TERÇA - A destruição de Jerusalém (Ano Bíblico: Jó 18, 19)

3. Leia Mateus 24:15-22. Sobre o que Jesus estava falando? Que tipo de quadro Ele apresentou em resposta às perguntas que Lhe foram feitas?
De maneira geral, entende-se que “o abominável da desolação” seja algum tipo de sacrilégio ou profanação do que é santo. Obviamente Jesus estava falando sobre a destruição de Jerusalém, que ocorreria em 70 d.C. Como vimos ontem, Ele misturou Sua descrição desse evento com a dos eventos prevalecentes no mundo antes de Sua segunda vinda. “Cristo viu em Jerusalém um símbolo do mundo endurecido na incredulidade e rebelião, e apressando-se ao encontro dos juízos retribuidores de Deus” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 22).
Contudo, mesmo em meio à desolação, o Senhor procura livrar todos os que querem ser salvos. Jesus disse aos discípulos que fugissem antes que a abominação fosse posta: “Quando, porém, virdes Jerusalém sitiada de exércitos, sabei que está próxima a sua devastação. Então, os que estiverem na Judeia, fujam para os montes; os que se encontrarem dentro da cidade, retirem-se; e os que estiverem nos campos, não entrem nela. Porque estes dias são de vingança, para se cumprir tudo o que está escrito” (Lc 21:20-22).
Quando os cristãos de Jerusalém viram isso acontecer, fugiram da cidade, como Jesus os havia instruído, ao passo que a maioria dos judeus ficou para trás e pereceu. Estima-se que mais de um milhão de judeus pereceram durante o cerco de Jerusalém, e mais 97 mil foram levados cativos. “No entanto, durante uma trégua temporária, quando os romanos inesperadamente levantaram o cerco de Jerusalém, todos os cristãos fugiram e é dito que nenhum deles perdeu a vida. Seu local de retiro foi Pela, uma cidade no sopé das montanhas a leste do rio Jordão, cerca de 30 km ao sul do Mar da Galileia” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 5, p. 533).
Alguém já advertiu você sobre algo e, para sua desilusão, você não deu ouvidos? Por que é tão importante que, além de dar ouvidos às promessas da Palavra de Deus, também ouçamos suas

advertências?

QUARTA - A segunda vinda de Jesus (Ano Bíblico: Jó 20, 21)
A resposta de Jesus em Mateus 24 foi a respeito do sinal da Sua vinda (v. 3, NVI), isto é, a vinda de Cristo para reinar.
4. Que outra advertência Jesus deu no contexto de eventos anteriores à Sua vinda? Como isso tem sido visto ao longo da História? Mt 24:23-26
Ali estava Jesus, que, segundo a perspectiva mundana, não passava de um pregador galileu itinerante com poucos seguidores. Porém, Ele predisse que muitos surgiriam em Seu nome, afirmando ser Ele. É claro que isso é exatamente o que tem acontecido ao longo dos séculos e mesmo em nossos dias, o que nos dá evidências poderosas da veracidade da Palavra de Deus.
5. Leia Mateus 24:27-31. Como a segunda vinda de Jesus foi descrita? O que aconteceria quando Ele voltasse?
Após advertir que surgiriam muitos afirmando ser o Cristo, Jesus descreveu como realmente seria Sua vinda.
Em primeiro lugar, a segunda vinda de Jesus será pessoal e literal. O próprio Jesus voltará à Terra. A declaração de que “o próprio Senhor descerá do Céu” (1Ts 4:16) é uma óbvia refutação para aqueles que afirmam que a volta de Cristo é um ideal, ou simplesmente uma nova era na história humana. Sua vinda será visível, como o relâmpago que cruza o céu. “Todo olho O verá” (Ap 1:7). A figura da trombeta revela que Sua vinda será audível, num volume alto o suficiente para acordar até os mortos! E, o mais importante: se a primeira vinda foi em humilhação, na segunda Jesus virá como Rei triunfante (Ap 19:16), vitorioso sobre todos os Seus (e os nossos) inimigos (1Co 15:25).
Num momento de tanto tumulto e incerteza a respeito do futuro, como podemos aprender a extrair forças e esperança da promessa da segunda vinda?
QUINTA - Manter-se vigilante (Ano Bíblico: Jó 22–24)
A segunda vinda de Jesus é o clímax de todas as esperanças cristãs; é o cumprimento de tudo o que foi prometido. Sem ela, o que restaria? Apodreceríamos na terra após a morte. Sem a segunda vinda e tudo aquilo que ela abrange, tudo o mais a respeito da nossa fé se torna uma mentira, uma farsa, como os críticos e os oponentes têm afirmado contra ela.
Então, não é de admirar que, numa ansiosa expectativa da volta de Cristo, alguns cristãos tenham marcado datas para ela. Afinal de contas, tanta coisa depende desse evento! Evidentemente, como sabemos, todas as datas marcadas no passado para a volta de Cristo estavam erradas.
6. De que maneira Mateus 24:36, 42 explica por que os marcadores de datas não acertam?
Precisamente pelo fato de não sabermos quando Cristo virá, somos exortados a estar prontos e vigiar.
7. Leia Mateus 24:42-51. O que Jesus estava dizendo a respeito do que significa vigiar e estar prontos para a segunda vinda?
Jesus foi claro: não sabemos quando Ele vai voltar. Na verdade, Ele vai voltar quando não estivermos esperando. Portanto, precisamos estar sempre prontos para quando Ele, de fato, vier. Precisamos viver como se Ele pudesse chegar a qualquer momento, mesmo que não saibamos quando. A ideia de que “Ele vai demorar e que, portanto, posso fazer o que meu coração desejar”, é precisamente a atitude contra a qual Jesus advertiu. Devemos procurar ser fiéis porque amamos o Senhor e desejamos fazer o que é certo por causa dEle, a despeito de quando Ele virá. Além disso, tendo em vista todas as passagens que advertem a respeito do juízo, especialmente contra os que tratam mal os outros, o tempo da segunda vinda, na verdade, não importa. Mais cedo ou mais tarde, o juízo virá.

Como adventistas do sétimo dia que creem há muito tempo na vinda de Cristo, como podemos nos certificar de que não cometeremos o mesmo erro do “servo mau”, mesmo que de maneira sutil?

SEXTA - Estudo adicional (Ano Bíblico: Jó 25–28)

Jesus disse: “Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça” (v. 34). Essa passagem tem gerado confusão porque, obviamente, todas essas coisas não ocorreram numa única geração temporal. O Dr. Richard Lehmann diz que a palavra grega traduzida como “geração” corresponde à palavra hebraica dôr, que muitas vezes é usada para designar um grupo ou uma classe de pessoas, como “geração obstinada e rebelde” (Sl 78:8). Assim, Jesus não estava usando a palavra para designar tempo ou data, mas sim a classe de pessoas más a quem Ele havia
Se referido. “Em harmonia com esse emprego do Antigo Testamento, Jesus teria utilizado a expressão ‘esta geração’ sem um significado temporal, para se referir a uma classe de pessoas. A geração má deverá incluir todos os que compartilham características malignas (Mt 12:39; 16:4; Mc 8:38; Tratado de Teologia. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013; p. 1.000).” Em outras palavras, o mal continuará até o fim dos tempos, até Jesus voltar.

Perguntas para reflexão
1. De que forma lidamos com a aparente demora? As gerações anteriores acreditavam que Jesus viria na época deles. E muitos de nós esperamos que Ele venha na nossa. Como evitar a atitude do “servo mau” enquanto, ao mesmo tempo, evitamos a atitude daqueles que veem em cada manchete um sinal do fim imediato?
2. Como aprender a conviver com a demora? Quais personagens bíblicos tiveram que conviver com a demora, e o que podemos aprender com eles? Por exemplo, José, Abraão e Sara, Calebe e Josué? Além disso, o que Apocalipse 6:9, 10 diz sobre a demora?
Respostas sugestivas: 1. Os fariseus eram hipócritas. Eles diziam e não faziam, exigiam dos outros e não davam o exemplo, exaltavam a si mesmos, ganhavam pessoas para a religião e as afastavam de Deus, interpretavam a doutrina de modo distorcido e incoerente. Diziam ser mestres da lei, mas nutriam o desejo de assassinar os profetas de Deus, sendo condenados pela lei. Jesus fez um último apelo antes de abandonar a nação e os líderes, devido à infidelidade à aliança. Tudo isso serve de alerta para nós. 2. Tudo seria destruído, mas antes disso, haveria muito engano e perseguição religiosa. Haveria guerras, fomes e terremotos, o amor se esfriaria de quase todos. Haveria também aqueles que perseverariam e pregariam o evangelho a todo o mundo. 3. Quando os judeus vissem a abominável desolação romana cercando Jerusalém, deviam aproveitar a oportunidade para fugir. Devemos confiar na proteção divina e estar preparados para fugir da perseguição
ou suportá-la, se ela nos atingir. 4. Ao longo da História, falsos cristos e falsos profetas têm realizado grandes sinais e prodígios para enganar o povo de Deus quanto ao lugar, ao dia e à hora da vinda de Jesus. 5. Ela será visível em toda a Terra. Houve sinais no mundo natural e religioso indicando que a manifestação de Sua vinda está próxima. Ele virá com poder, muita glória e som de trombeta. Ele virá com Seus anjos para ressuscitar Seus escolhidos. 6. Porque ninguém sabe o dia da Sua vinda, somente Deus. Por isso, quem tenta contradizer essa declaração bíblica, acaba errando. Para não errar, precisamos orar e vigiar. 7. Devemos vigiar sempre, porque não sabemos quando Jesus voltará. Uma casa é arrombada exatamente porque a pessoa não está vigiando na hora em que o ladrão chega. Vigiar significa cuidar dos nossos companheiros, sabendo que o Senhor nos pedirá contas. Os servos maus pensam que Jesus vai demorar e por isso eles se entregam aos vícios e aos prazeres. Unem-se aos ébrios e perdem a capacidade de vigilância. Além disso, oprimem seus companheiros e vivem na hipocrisia religiosa, o que aumenta o perigo de serem surpreendidos na vinda de Cristo
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quinta-feira, 2 de junho de 2016

segunda-feira, 30 de maio de 2016

10. Jesus em Jerusalém: 28 de maio a 4 de junho


10. Jesus em Jerusalém: 28 de maio a 4 de junho















SÁBADO À TARDE (Ano Bíblico: Ne 12, 13)

VERSO PARA MEMORIZAR: “Perguntou-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular; isto procede do Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos?” (Mt 21:42)
Leituras da semana: Zc 9:9; Mt 21:1-46; Rm 4:13-16; Ap 14:7-12; At 6:7; Mt 22:1-15
Em Mateus 20:27, 28, Jesus disse: “Quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo; tal como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate por muitos.” Aqui está Jesus, o Deus eterno, Aquele que criou todas as coisas, que viveu a vida de um servo aqui na Terra, atendendo às necessidades dos perdidos, dos doentes, dos necessitados, muitos dos quais ainda desdenhavam dEle. É um altruísmo e uma abnegação que mal podemos entender!
Por mais incompreensível que seja Sua disposição para servir, a maravilha é ainda maior, pois Ele, o eterno Deus, estava prestes a enfrentar então o firme propósito de Sua vinda a este mundo: “dar a Sua vida em resgate por muitos.” Esse altruísmo, essa abnegação, logo iria atingir o clímax num mistério que até “os anjos gostariam de entender” (1Pe 1:12, NTLH): a cruz.
A lição desta semana examina alguns dos principais eventos e ensinos de Jesus quando Ele foi a Jerusalém, não para ser coroado rei terrestre, como tantas pessoas haviam desejado e esperado, mas para ser feito “pecado por nós; para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus” (2Co 5:21).
Viva a comunidade do amor: organize um pequeno grupo. Convide seus amigos.
DOMINGO - Uma vinda profetizada (Ano Bíblico: Et 1–4)
Após a permanência no cativeiro em Babilônia por 70 anos, os judeus voltaram para Jerusalém. Estavam entusiasmados com a reconstrução do seu templo, mas quando o alicerce foi posto, os que se lembravam do magnífico templo de Salomão perceberam que esse segundo templo não seria tão belo quanto aquele. Assim, “choraram em alta voz” (Ed 3:12).
Porém, um encorajamento inesperado surgiu da parte de dois homens que estavam entre eles: um profeta idoso chamado Ageu e um profeta jovem chamado Zacarias. Ageu lembrou ao povo que a verdadeira glória do templo de Salomão não vinha do que Salomão ou qualquer outra pessoa houvesse trazido para ele. Não era o templo de Salomão. Era o templo de Deus. Ageu disse: “Assim diz o Senhor dos Exércitos: Ainda uma vez, daqui a pouco, e farei tremer os céus, e a terra, e o mar, e a terra seca; e farei tremer todas as nações, e virá o Desejado de todas as nações, e encherei esta casa de glória, diz o Senhor dos Exércitos. Minha é a prata, e Meu é o ouro, disse o Senhor dos Exércitos. A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o Senhor dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, diz o Senhor dos Exércitos” (Ag 2:6-9, ARC).
A esperança foi ainda maior quando o jovem profeta Zacarias falou: “Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém: eis aí te vem o teu Rei, justo e salvador, humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta” (Zc 9:9).
1. Como essas profecias se aplicam ao relato de Mateus 21:1-11, sobre a entrada de Jesus em Jerusalém?
“Cristo estava seguindo o costume judaico nas entradas reais. O animal que montava era o mesmo cavalgado pelos reis de Israel, e a profecia havia predito que assim viria o Messias a Seu reino. Logo que Ele Se sentou no jumentinho, um grande grito de triunfo ecoou nos ares. A multidão O aclamou como o Messias, seu Rei. Jesus aceitou então a homenagem que nunca antes havia permitido, e os discípulos consideraram isso uma prova de que suas alegres esperanças de vê-lo estabelecido no trono logo se realizariam. O povo ficou convencido de que a hora de sua emancipação se aproximava. Em pensamento, viram os exércitos romanos expulsos de Jerusalém, e Israel mais uma vez como nação independente” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 570).
Vez após vez vemos como a Escritura se cumpriu. Contudo, na época, as pessoas não a compreenderam. Que lições poderíamos tirar de situações em que noções preconcebidas podem distorcer

a verdade?

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SEGUNDA - Jesus no templo (Ano Bíblico: Et 5–7)
Desde os primeiros dias após a queda da humanidade, sacrifícios de animais foram o meio escolhido por Deus para ensinar ao mundo o plano da salvação pela graça, por meio da fé no Messias vindouro (ver Rm 4:13-16). Um poderoso exemplo dessa verdade pode ser encontrado em Gênesis 4, na história de Caim e Abel, e na tragédia que se seguiu, relacionada à questão da adoração, entre outras coisas (ver também Ap 14:7-12). Assim, quando Deus chamou Israel como Seu povo escolhido, “reino de sacerdotes e nação santa” (Êx 19:6), também estabeleceu o serviço do santuário como uma explanação mais ampla e completa da salvação. Começando com o tabernáculo no deserto, passando pelo templo de Salomão e chegando ao templo construído após o retorno de Babilônia, o evangelho foi revelado nos símbolos e tipos do serviço do santuário.
Contudo, apesar de suas origens divinas, os serviços no templo e seus rituais eram realizados por seres humanos pecadores e, como ocorre com quase tudo em que as pessoas se envolvem, surgiu a corrupção até mesmo no serviço sagrado que Deus havia instituído para revelar Seu amor e Sua graça ao mundo caído. No tempo de Jesus, as coisas já haviam se tornado tão terrivelmente pervertidas pela ganância e avareza dos sacerdotes, a quem havia sido confiada a realização dos serviços, que “aos olhos do povo tinha sido destruída, em grande parte, a santidade do serviço sacrifical” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 590).
2. Leia Mateus 21:12-17. Que lições há nesse texto para nós, como adoradores de Deus?
Como em tantos outros episódios, Jesus citou as Escrituras para justificar Seus atos, o que constitui evidência adicional de que, como seguidores do Senhor, precisamos tornar a Bíblia o centro de toda a nossa visão do mundo e do nosso sistema moral. Além de Jesus ter citado as Escrituras, houve as curas miraculosas dos cegos e coxos. Tudo isso deu evidências ainda mais poderosas e convincentes de Sua natureza e Seu chamado divino. Quão trágico foi o fato de que aqueles que deviam ter sido os mais sensíveis e abertos a todas essas evidências foram os que mais lutaram contra Jesus! Temendo perder seus próprios tesouros terrenos e seu status como “administradores” e “guardiões” do templo, muitos acabaram perdendo exatamente aquilo para o que o serviço do templo apontava: a salvação em Jesus.
Como podemos nos certificar de que não estamos deixando que nosso desejo de ganhar ou conservar alguma coisa aqui, mesmo que seja boa, coloque em risco o que realmente importa: a

vida eterna em Jesus?
 TERÇA - Ausência de frutos (Ano Bíblico: Et 8–10)
A purificação do templo foi um ato de compaixão da parte de Jesus. A comercialização estava ocorrendo no pátio dos gentios, e Jesus desejava que Sua casa fosse um lugar de oração e adoração para todos os povos.

Mas a purificação também foi um ato de juízo. Os sacerdotes que administravam o templo haviam desperdiçado sua chance de abençoar todos os povos, e o dia do juízo para eles estava próximo. Se, depois de tudo que Jesus havia feito para revelar Seu chamado divino, aqueles homens ainda se recusavam a aceitá-Lo, que mais poderia acontecer senão a colheita dos resultados de suas próprias escolhas lamentáveis?

3. Leia Mateus 21:18-22. Que relação existe entre o ato de Jesus, de amaldiçoar a figueira, e Sua purificação do templo?

Jesus amaldiçoou a figueira como uma parábola dramatizada a respeito dos muitos líderes da nação judaica que estavam finalmente e irrevogavelmente colhendo o que haviam plantado. Porém, devemos nos lembrar de que essa parábola não estava se referindo a todos os líderes religiosos. Muitos, na verdade, chegaram a exercer fé em Jesus como o Messias. “Crescia a palavra de Deus, e, em Jerusalém, se multiplicava o número dos discípulos; também muitíssimos sacerdotes obedeciam à fé” (At 6:7). Contudo, assim como a figueira não deu frutos, o mesmo ocorreu com o ministério do templo, que logo ficaria vazio.

Esse ato e as duras palavras de Jesus devem ter representado um grande choque para os discípulos, que ainda estavam tentando entender as lições de compaixão e inclusão que Jesus revelou em Seu ministério. Tratava-se do mesmo Jesus que tinha vindo, não para julgar o mundo, mas para salvá-lo; o mesmo que havia afirmado: “o Filho do Homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las” (Lc 9:56). Cada palavra e cada ato em Seu ministério foram devotados a restaurar a humanidade caída, a indicar às pessoas a esperança e a promessa de uma nova vida nEle. Assim, o fato de Ele ter agido e falado de maneira tão dura e decisiva os surpreendeu. Essa foi a razão pela qual Mateus escreveu que os discípulos “admiraram-se” do que Ele havia feito.

Mais cedo ou mais tarde as pessoas costumam rejeitar a misericórdia e a graça de Deus (ver Gn 6:13; 15:16; 19:24; Ap 22:11). Por que é tão importante que deixemos esse tipo de julgamento com Deus, e nunca o façamos nós mesmos, seja a respeito dos outros ou a respeito de nós mesmos?


QUARTA - A pedra (Ano Bíblico: Jó 1, 2)

Se você tivesse apenas mais alguns dias de vida, o que faria com eles? Uma das coisas que Jesus fez foi contar histórias que causariam profundo impacto em Seus ouvintes.
4. Leia Mateus 21:33-46. Quem representam os seguintes personagens?
O dono de casa:
Os lavradores:
Os servos:
O filho:
Note que Jesus citou o salmo 118:22, 23. Ao mencionar a profecia da pedra rejeitada, Cristo Se referia a um acontecimento da história de Israel. O incidente estava ligado à construção do primeiro templo. Quando o templo de Salomão foi erigido, as imensas pedras para as paredes e o alicerce foram inteiramente preparadas na pedreira. Depois de serem levadas para o edifício, nenhum instrumento devia ser usado sobre elas, e nenhum som de talhadeira e martelo devia ser ouvido. Os trabalhadores tinham apenas que colocá-las na posição correta. “Foi trazida para ser  empregada nos fundamentos uma pedra de dimensões extraordinárias, e de singular feitio; mas os construtores não conseguiam achar lugar para ela e não a quiseram aceitar. Era-lhes um estorvo, estando ali, sem utilidade. Por muito tempo ficou assim como a pedra rejeitada. Mas, ao chegarem os edificadores à ocasião de colocar a pedra angular, procuraram por muito tempo uma de tamanho e resistência suficientes e do devido formato, para ocupar aquele lugar e suportar o grande peso que sobre ela repousaria. […] Afinal, a atenção dos construtores foi atraída para a pedra por tanto tempo rejeitada. […] A pedra foi aceita, levada para o lugar que lhe era designado, verificando-se que ela se ajustava perfeitamente” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 598).

5. Leia Mateus 21:44 novamente. Há duas maneiras diferentes de nos relacionarmos com a pedra: uma delas é cairmos sobre ela e ficarmos em pedaços; a outra é a pedra cair sobre nós e nos esmagar. Qual é a diferença fundamental entre as duas? Ver também Sl 51:7; Dn 2:34

QUINTA - O preço da graça (Ano Bíblico: Jó 3–5)

A boa notícia da Bíblia é que fomos criados por um Deus amoroso que providenciou para todos nós, por meio do sacrifício de Jesus na cruz, uma saída do caos de pecado e morte. Esse é um tema que aparece ao longo de toda a Bíblia. Podemos vê-lo também na seguinte parábola contada por Jesus.
6. Leia Mateus 22:1-15. O que essa parábola nos ensina sobre a salvação pela fé?
Por mais dura que essa parábola pareça ser, é importante nos lembrarmos de que estão em jogo questões fundamentais: a vida eterna ou a destruição eterna. Em comparação com isso, o que mais realmente importa?
Quando olhamos para a cruz, para o preço que Deus pagou a fim de salvar a humanidade, devemos ver exatamente como as questões envolvidas são vastas, amplas, e incompreensivelmente profundas. Estamos falando sobre o fato de uma Pessoa da eterna Divindade suportar, em Si mesma, o pleno impacto da ira de Deus contra o pecado. Não há nada mais sério do que isso. Se esse é um tema que estudaremos ao longo da eternidade, não é de surpreender que nossa mente mal consiga considerá-lo agora.
Então, temos palavras inflexíveis na parábola. Deus havia feito provisão total para que cada pessoa participasse da festa de casamento (ver Ap 19:7); tudo o que era necessário havia sido providenciado a um custo tão grande que nenhuma parábola poderia expressar com justiça. Portanto, já tinha sido suficientemente ruim que as pessoas convidadas para o casamento, na parábola, “não se importaram” (Mt 22:5) e foram tratar dos seus próprios negócios. Porém, alguns até atacaram os que lhes transmitiram o cordial convite. Portanto, a resposta inflexível não nos deve surpreender.
7. Qual é o significado da “veste nupcial”? Ver também Ap 19:8
A veste representa a justiça de Cristo, revelada na vida e nos atos dos santos. O homem sem a veste representa cristãos professos que reivindicam os privilégios da graça e da salvação, mas não deixaram a graça transformar sua vida nem seu caráter. A um grande custo, foram feitas todas as provisões para aqueles que atendem ao convite. Como a parábola mostra, para entrar no reino de Deus é preciso mais do que se apresentar à porta.
SEXTA - Estudo adicional (Ano Bíblico: Jó 6, 7)
A manchete do jornal londrino dizia: “Mulher ficou morta em apartamento durante três anos: encontrado no sofá o esqueleto de Joyce, com o aparelho de televisão ainda ligado” (www.theguardian.com/film/2011/Oct/09/joyce-vincentdeath-mystery-documentary). Ninguém sentiu falta dela? Ninguém telefonou para ver se ela estava bem? Como isso pôde acontecer, especialmente numa era de comunicação quase ilimitada? Quando a história veio à tona, virou notícia internacional, e as pessoas em Londres ficaram profundamente chocadas. Como foi possível
que ninguém soubesse? Contudo, sem a esperança e a promessa do evangelho, e da salvação que custou tanto para ser proporcionada a nós, todos estamos fadados ao mesmo esquecimento da pobre mulher londrina. Mas essa situação será pior, porque não haverá ninguém para nos encontrar, nem para lamentar nossa morte três anos, ou mesmo três bilhões de anos, após o fato. O consenso científico atual é que, mais cedo ou mais tarde, todo o cosmos irá se extinguir gradualmente e morrer no que tem sido chamado de “a morte térmica do Universo”. Porém, a cruz nos diz que esse conceito está errado. Em vez do esquecimento eterno, temos a promessa de vida eterna num novo Céu e nova Terra.
Perguntas para reflexão
1. Todos os esforços para derrotar a morte têm sido inúteis. O melhor que podemos fazer é preservar o cadáver, algo parecido com uma nova demão de tinta num carro com o motor fundido a fim de que ele possa rodar novamente. Foi necessário algo dramático, a morte e a ressurreição do Filho de Deus para vencer a morte em nosso favor. Por que a cruz deve ocupar lugar central em nossas esperanças?
2. Medite no que significa estar coberto com a justiça de Jesus. De que maneira uma compreensão adequada desse importante conceito nos impede de cair na graça barata ou no legalismo? Por que é fundamental que evitemos esses dois extremos?
Respostas sugestivas: 1. A profecia de Zacarias se cumpriu em Mateus 21, com a entrada do Rei Jesus em Jerusalém, montado em um jumento. 2. Muitos usam a religião para obter lucro e promover os próprios interesses. Precisamos estudar a Bíblia para entender que o verdadeiro propósito do templo, ou das igrejas, é ser uma casa de oração. A igreja é um lugar em que Jesus cura doentes. Enquanto líderes importantes ficaram indignados com Jesus, crianças e pessoas simples O louvavam. 3. A figueira representava os religiosos judeus nos dias de Jesus, secos e sem vida espiritual. Deus esperou por muito tempo que eles dessem fruto, mas finalmente, com a purificação do templo, mostrou que eles preferiram a maldição da incredulidade e suas terríveis consequências. 4. O dono de casa é Deus. Os lavradores são o povo judeu, especialmente os principais sacerdotes e os fariseus. Os servos são os profetas e mensageiros de Deus. O Filho é Jesus Cristo. 5. Cair sobre a pedra é se humilhar, é ser quebrantado e transformado por Deus. Ser esmagado pela pedra que cai é perder a oportunidade da salvação em Cristo e ser condenado no juízo. 6. Deus nos convida para o banquete da salvação. Se rejeitamos Seu convite, Ele chama novamente, insiste e apela ao nosso coração. Se continuamos rejeitando a salvação, Deus respeita nossa decisão e permite que colhamos as consequências. Se o povo de Deus desprezar os privilégios que Deus lhe dá, outros poderão assumir seu lugar. Não basta aceitar o convite para o banquete, é preciso se preparar para a festa, pois seremos julgados. 7. A veste nupcial é o linho finíssimo em Apocalipse 19:8: os atos de justiça dos santos, fundamentados e motivados na justiça de Cristo.

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