quarta-feira, 28 de junho de 2017

Cacique sintoniza TV Novo Tempo e influencia comunidade indígena

Depois de estudar a Bíblia, líder decidiu estabelecer templo adventista para tribo que vive no interior de Roraima

 

Templo da comunidade indígena Júlia foi inaugurado no início de abril

Manaus, AM…[ASN] A estrada de terra vermelha colore todo o percurso até a comunidade indígena Júlia, situada na cidade de Normandia, em Roraima, próxima à fronteira da Guiana. Em meio a uma paisagem plana, com poucas árvores, avista-se, entre um longo espaço, outros pequenos vilarejos de casas simplórias. Após alguns bons quilômetros, o rio Tacutu corta a cena seca e exibe uma beleza que chega a refletir em suas águas o céu azul celeste. Logo avista-se uma casinha branca, simples, mas aconchegante, e as pessoas que estão em volta parecem estar felizes. Elas estavam na expectativa de celebrar a inauguração da primeiro templo adventista do sétimo dia em comunidades indígenas da região.
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Tudo começou quando o líder da comunidade indígena enfrentou um grave problema de saúde e precisou permanecer por um período na capital do Estado, Boa Vista. Foi em seu repouso que, trocando de canal, encontrou a TV Novo Tempo. Retornou à sua comunidade convicto de que precisava passar o conhecimento bíblico adquirido às pessoas. “Quando comecei a acompanhar os programas dos pastores Ivan Saraiva e Luís Gonçalves, minha ideia de Deus mudou. E eu precisava levar isso para a minha tribo”, diz o hoje ex-cacique Manuel Guariba.
Líderes eclesiásticos da região fizeram parte da cerimônia que inaugurou o templo
Assim, o conhecimento a respeito da Bíblia foi aumentando e Guariba decidiu ter um espaço físico para estabelecer um templo adventista. Segundo o vereador da cidade, Alessandro Leipnitz, a presença do adventismo tem mudado o local. “A realidade nestas comunidades mais afastadas é triste. O índice de alcoolismo, pedofilia, relação incestuosa é altíssimo. A mensagem bíblica por aqui começou a mudar o pensamento de muitos. Consequentemente, o comportamento também vai sendo diferenciado”, constata.
Segundo o responsável pela Igreja Adventista nos Estados do Amazonas e Roraima, pastor Wiglife Saraiva, a maior dificuldade para que a presença adventista se espalhe na região é a autorização dos caciques para que os membros tenham contato com as tribos. “Nosso maior desafio é fazer com que os caciques se convençam de que a mensagem bíblica irá transformar a vida das pessoas. Mas temos acompanhado a forma maravilhosa como Deus tem aberto portas e corações para que a Sua mensagem se espalhe. Hoje, na inauguração da igreja adventista, mais indígenas entregaram suas vidas a Cristo através do batismo”, ressalta.
Para o líder da Igreja Adventista na região noroeste do País, pastor Gilmar Zahn, a Novo Tempo tem sido uma ferramenta usada por Deus. “Existem lugares que não podemos entrar de imediato. A Novo Tempo chega para abrir caminhos e preparar os corações. É exatamente o que estamos vivendo hoje aqui com a inauguração desta igreja que irá fortalecer esta comunidade indígena na Bíblia e na fé”, finaliza. [Equipe ASN, Luciana Santana]

TV Novo Tempo deixa grade da SKY em agosto Emissora também pode ser vista em outras operadoras e nas antenas parabólicas




Emissora produz programas com temáticas bíblicas e educativas (Foto: divulgação)
Jacareí, SP … [ASN] A TV Novo Tempo deixará de ser vista na operadora de TV por assinatura SKY a partir do dia 27 de agosto deste ano. O contrato foi finalizado entre as partes e a programação do canal da Igreja Adventista do Sétimo Dia poderá ser vista, até essa data, pelo número 165, e não mais pelo 14. Hoje, portanto, a Novo Tempo não ocupa mais o canal de número 14 da SKY, que está com outra emissora.
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O diretor da Rede Novo Tempo de Comunicação, Antônio Tostes, lembra que a TV Novo Tempo está em mais de 500 cidades em canal aberto no Brasil, incluindo 19 capitais do País. Para saber de cada uma destas cidades e seus respectivos canais, basta acessar o site.
A emissora continuará transmitindo sua programação normalmente por meio das antenas parabólicas, pela NET – nos canais 184 ou 684, pela operadora Claro – nos canais 184 ou 684, e pela operadora OI, no canal 214. Ela informa, ainda, que continua a trabalhar para ampliar o alcance do seu sinal e oferecer cada vez mais qualidade. E que segue com investimentos, também, na produção de novos conteúdos cristãos. [Equipe ASN, da redação]

Lição 1 24 de junho a 01 de julho Paulo: apóstolo dos gentios

 


Sábado à tarde

Verso para memorizar: “Ouvindo isso, não apresentaram mais objeções e louvaram a Deus, dizendo: ‘Então, Deus concedeu arrependimento para a vida até mesmo aos gentios!’” (At 11:18, NVI).
Leituras da semana: At 6:9-15; 9:1-9; 1Sm 16:7; Mt 7:1; At 11:19-21; 15:1-5
Não é tão difícil entender Saulo de Tarso (também conhecido como apóstolo Paulo, após sua conversão), e por que ele fez o que fez. Sendo judeu devoto, ensinado durante toda a sua vida sobre a importância da lei e sobre a futura redenção política de Israel, a ideia de que o tão aguardado Messias tinha sido vergonhosamente executado, como o pior dos criminosos, era demais para ele tolerar.
Portanto, não é de admirar que ele estivesse convencido de que os seguidores de Jesus estavam sendo desleais para com a Torá e, assim, prejudicando o plano de Deus para Israel. Suas alegações de que o Jesus crucificado era o Messias e de que Ele tinha ressuscitado, acreditava ele, eram terrível apostasia. Não poderia haver tolerância para com esse “absurdo” nem para quem se recusasse a abandonar essas ideias. Saulo estava determinado a ser o agente de Deus para livrar Israel dessas crenças. Assim, ele aparece pela primeira vez nas páginas das Escrituras como perseguidor violento dos seus compatriotas judeus que acreditavam que Jesus fosse o Messias.
Porém, Deus tinha planos bem diferentes para Saulo, planos que ele nunca poderia ter esperado: esse judeu não apenas pregaria que Jesus é o Messias, mas faria isso entre os gentios!
Inicie uma classe bíblica com os juvenis e jovens de sua comunidade, com o objetivo de prepará-los para o batismo da primavera, no mês de setembro. 
 Domingo, 25 de junho
Perseguidor dos cristãos

Saulo de Tarso aparece pela primeira vez em Atos como um dos envolvidos no apedrejamento de Estêvão (At 7:58) e, em seguida, em conexão com a ampla perseguição que irrompeu em Jerusalém (At 8:1-5). Pedro, Estevão, Filipe e Paulo desempenharam papel significativo no livro de Atos, pois estiveram envolvidos nos episódios que levaram à propagação da fé cristã para além do mundo judaico. Estevão é especialmente importante porque sua pregação e martírio parecem ter exercido influência profunda sobre Saulo de Tarso.
Estevão, um judeu que falava o idioma grego, era um dos sete diáconos (At 6:3-6). De acordo com Atos, alguns judeus estrangeiros que foram morar em Jerusalém (At 6:9) entraram em discussão com Estevão acerca do conteúdo de sua pregação sobre Jesus. É possível, talvez até provável, que Saulo de Tarso estivesse envolvido nesses debates.
1. Leia Atos 6:9-15. Quais foram as acusações apresentadas contra Estevão?
Assinale a alternativa correta:
A.( ) Traição e suborno.
B.( ) Blasfêmia contra Deus, Moisés, a lei e o templo.
C.( ) Blasfêmia contra o Espírito Santo.
A hostilidade feroz para com a pregação de Estevão parece ter resultado de duas coisas diferentes. Por um lado, Estevão atraiu a ira de seus adversários por não dar importância primária à lei judaica e ao templo, que haviam se tornado o foco do judaísmo e eram símbolos preciosos da identidade religiosa e nacional. Mas Estevão fez mais do que simplesmente menosprezar esses dois valiosos ícones; ele proclamou vigorosamente que Jesus, o Messias crucificado e ressurreto, era o verdadeiro centro da fé judaica.
Portanto, não é de admirar que ele tivesse irritado o fariseu Saulo (Fp 3:3-6), cujo zelo contra os cristãos primitivos indica que ele provavelmente pertencesse a uma ala rigorosa e militante dos fariseus, cheia de fervor revolucionário. Saulo entendia que as grandes promessas proféticas do reino de Deus ainda não tinham se cumprido (Dn 2; Zc 8:23; Is 40–55). Ele provavelmente acreditava que era sua tarefa ajudar Deus a tornar aquele dia uma realidade, o que se poderia fazer purificando Israel da corrupção religiosa e da ideia de que esse Jesus era o Messias.
Convencido de que estava certo, Saulo estava disposto a matar os que considerava errados. Embora precisemos ter zelo e fervor pelo que cremos, como temperar nosso zelo com a compreensão de que, às vezes, podemos estar equivocados?  

Segunda-feira, 26 de junho

A conversão de Saulo

“Ele disse: Quem és, Senhor? E disse o Senhor: Eu Sou Jesus, a quem tu persegues. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões” (At 9:5, ARC).
Embora a perseguição de Saulo contra a igreja primitiva tivesse começado de maneira bastante discreta (no momento em que ele segurou as vestes dos assassinos de Estevão), ela rapidamente se intensificou (veja At 8:1-3; 9:1, 2, 13, 14, 21; 22:3-5). Várias palavras que Lucas usou para descrever Saulo revelam a figura de uma criatura selvagem, feroz, ou de um soldado saqueador, determinado a destruir seu oponente. A palavra traduzida por “devastava” em Atos 8:3 (NVI), por exemplo, é usada na tradução grega do Antigo Testamento (Sl 80:13) para descrever o comportamento descontrolado e destrutivo de um javali selvagem. A cruzada de Saulo contra os cristãos evidentemente não era um assunto de conveniência tratado com indiferença; era um plano determinado e sustentado para exterminar a fé cristã.
2. Examine as três descrições da conversão de Saulo (At 9:1-18; 22:6-21 e 26:2-19). Qual papel a graça de Deus teve nessa experiência? Saulo mereceu a bondade que o Senhor mostrou para com ele? Assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso:
A.( ) Foi a graça de Deus que alcançou Saulo e o transformou.
B.( ) Deus olhou para Saulo e viu que ele merecia a graça.
Da perspectiva humana, a conversão de Saulo deve ter parecido impossível (essa foi a razão do ceticismo que muitos manifestaram quando ouviram falar dela pela primeira vez).
A única coisa que Saulo merecia era a punição, mas, em vez disso, Deus concedeu graça a esse judeu fervoroso. Contudo, é importante notar que a conversão de Saulo não aconteceu num vácuo, nem foi forçada.
Saulo não era ateu. Ele era religioso, embora seriamente equivocado em sua compreensão de Deus. As palavras de Jesus a Paulo, “resistir ao aguilhão só lhe trará dor!” (At 26:14, NVI), indicam que o Espírito estivera convencendo Saulo. No mundo antigo, o “aguilhão” era uma vara com uma ponta afiada utilizada para cutucar bois, sempre que se recusavam a puxar o arado. Saulo havia resistido ao aguilhão de Deus por algum tempo, mas finalmente, em sua viagem para Damasco, por meio de um encontro miraculoso com o Jesus ressuscitado, ele decidiu parar de lutar.
 Sua conversão também foi uma experiência dramática, como a de Paulo? Se não, de que maneira a graça de Deus mudou sua vida? Por que é importante não esquecer o que recebemos em Cristo? 

Terça-feira, 27 de junho

Saulo em Damasco

Durante seu encontro com Jesus, Saulo ficou cego e foi instruído a ir à casa de um homem chamado Judas. Ali ele deveria aguardar a visita de Ananias. Sem dúvida, a cegueira física de Saulo foi um poderoso lembrete da cegueira espiritual, mais ampla, que o havia levado a perseguir os seguidores de Jesus.
Quando Jesus Se manifestou a ele na estrada de Damasco, tudo mudou. Nas questões sobre as quais Saulo pensava que tinha toda a razão, ele estava completamente equivocado. Em vez de trabalhar para Deus, havia trabalhado contra Ele. Quando entrou em Damasco, Saulo era um homem diferente do orgulhoso e zeloso fariseu que havia saído de Jerusalém. Em vez de comer e beber, passou seus primeiros três dias em Damasco jejuando, orando e refletindo sobre tudo o que tinha acontecido.
Leia Atos 9:10-14. Imagine o que deve ter passado na mente de Ananias: Saulo, o perseguidor, não era apenas um seguidor de Jesus, mas também se tornou Paulo, o apóstolo escolhido por Deus para levar o evangelho aos gentios (At 26:16-18)!
Não é de admirar que Ananias estivesse um tanto confuso. Se a igreja em Jerusalém estava hesitante em aceitar Paulo cerca de três anos após sua conversão (At 9:26-30), podemos imaginar as dúvidas e preocupações que enchiam o coração dos fiéis em Damasco, somente alguns dias depois do evento!
Observe também que Ananias recebeu uma visão do Senhor, mostrando-lhe a notícia surpreendente e inesperada sobre Saulo de Tarso. Talvez nenhuma outra coisa que não fosse uma visão o tivesse convencido de que aquelas informações acerca de Saulo eram verdadeiras e de que o inimigo dos cristãos judeus havia se tornado um deles.
Saulo tinha saído de Jerusalém com poder e autorização dos principais sacerdotes para acabar com a fé cristã (At 26:12). No entanto, Deus tinha uma missão bastante diferente para Saulo, apoiada numa autoridade muito maior. Saulo devia levar o evangelho ao mundo gentílico, uma ideia que, para Ananias e os outros fiéis judeus, deve ter sido ainda mais chocante do que a própria conversão de Saulo.
Onde Saulo havia procurado impedir a propagação da fé cristã, Deus o usaria para disseminá-la muito além do que os cristãos judeus poderiam imaginar.
3. Leia 1 Samuel 16:7, Mateus 7:1 e 1 Coríntios 4:5. Por que devemos ter cuidado ao avaliar a experiência espiritual de outras pessoas? Que erros temos cometido em nosso julgamento sobre os outros? O que temos aprendido com esses erros?

Quarta-feira, 28 de junho

O evangelho vai aos gentios

4. Onde foi estabelecida a primeira igreja gentílica? Quais acontecimentos ocasionaram a ida dos cristãos para lá? Qual lembrança do Antigo Testamento essa história traz? At 11:19-21, 26; Dn 2
A perseguição que irrompeu em Jerusalém após a morte de Estêvão fez com que muitos cristãos judeus fugissem para Antioquia, a 501 quilômetros ao norte. Sendo capital da província romana da Síria, Antioquia era inferior em importância apenas a Roma e Alexandria. Sua população, estimada em 500 mil pessoas, era extremamente cosmopolita, o que a tornava um local ideal não só para uma igreja de gentios, mas como ponto de partida para a missão universal da igreja primitiva.
5. De acordo com Atos 11:20-26, o que aconteceu em Antioquia, que resultou na visita de Barnabé à cidade e sua decisão posterior de convidar Paulo para se juntar a ele ali? Que descrição é apresentada da igreja daquela comunidade? Assinale a alternativa correta:
A.( ) Alguns de Cirene e Chipre foram a Antioquia e começaram a pregar para os gregos. Muitos se converteram por meio de sua pregação. 
B.( ) Houve um grande incêndio em Antioquia, motivando Barnabé e outros a irem até lá e oferecerem auxílio.
Traçar uma cronologia da vida de Paulo é difícil, mas parece que cerca de cinco anos se passaram entre sua visita a Jerusalém depois da conversão (At 9:26-30) e o convite de Barnabé para que Paulo se juntasse a ele em Antioquia. O que Paulo fez em todos esses anos? É difícil dizer com certeza. Mas, com base em seus comentários em Gálatas 1:21, possivelmente ele tivesse pregado o evangelho nas regiões da Síria e da Cilícia. Alguns têm sugerido que, talvez, durante essa época ele tivesse sido deserdado por sua família (Fp 3:8) e sofrido uma série de dificuldades, como ele descreve em 2 Coríntios 11:23-28. A igreja em Antioquia floresceu sob a orientação do Espírito Santo. A descrição em Atos 13:1 indica que a natureza cosmopolita da cidade logo foi refletida na diversidade étnica e cultural da própria igreja (Barnabé era de Chipre, Lúcio de Cirene, Paulo da Cilícia, Simeão presumivelmente da África; pense também em todos os gentios convertidos). O Espírito procurava levar o evangelho a outros gentios, usando Antioquia como base para mais atividades missionárias de longo alcance, além da Síria e da Judeia.

Quarta-feira, 28 de junho

O evangelho vai aos gentios

4. Onde foi estabelecida a primeira igreja gentílica? Quais acontecimentos ocasionaram a ida dos cristãos para lá? Qual lembrança do Antigo Testamento essa história traz? At 11:19-21, 26; Dn 2
A perseguição que irrompeu em Jerusalém após a morte de Estêvão fez com que muitos cristãos judeus fugissem para Antioquia, a 501 quilômetros ao norte. Sendo capital da província romana da Síria, Antioquia era inferior em importância apenas a Roma e Alexandria. Sua população, estimada em 500 mil pessoas, era extremamente cosmopolita, o que a tornava um local ideal não só para uma igreja de gentios, mas como ponto de partida para a missão universal da igreja primitiva.
5. De acordo com Atos 11:20-26, o que aconteceu em Antioquia, que resultou na visita de Barnabé à cidade e sua decisão posterior de convidar Paulo para se juntar a ele ali? Que descrição é apresentada da igreja daquela comunidade? Assinale a alternativa correta:
A.( ) Alguns de Cirene e Chipre foram a Antioquia e começaram a pregar para os gregos. Muitos se converteram por meio de sua pregação. 
B.( ) Houve um grande incêndio em Antioquia, motivando Barnabé e outros a irem até lá e oferecerem auxílio.
Traçar uma cronologia da vida de Paulo é difícil, mas parece que cerca de cinco anos se passaram entre sua visita a Jerusalém depois da conversão (At 9:26-30) e o convite de Barnabé para que Paulo se juntasse a ele em Antioquia. O que Paulo fez em todos esses anos? É difícil dizer com certeza. Mas, com base em seus comentários em Gálatas 1:21, possivelmente ele tivesse pregado o evangelho nas regiões da Síria e da Cilícia. Alguns têm sugerido que, talvez, durante essa época ele tivesse sido deserdado por sua família (Fp 3:8) e sofrido uma série de dificuldades, como ele descreve em 2 Coríntios 11:23-28. A igreja em Antioquia floresceu sob a orientação do Espírito Santo. A descrição em Atos 13:1 indica que a natureza cosmopolita da cidade logo foi refletida na diversidade étnica e cultural da própria igreja (Barnabé era de Chipre, Lúcio de Cirene, Paulo da Cilícia, Simeão presumivelmente da África; pense também em todos os gentios convertidos). O Espírito procurava levar o evangelho a outros gentios, usando Antioquia como base para mais atividades missionárias de longo alcance, além da Síria e da Judeia.
 Coloque-se na posição desses fiéis judeus preocupados com o ensino de Paulo. Por que sua preo­cupação e oposição tinham algum sentido? Como nossas ideias preconcebidas, bem como as noções culturais e religiosas, podem nos desviar do caminho correto, apesar das nossas boas intenções? Como evitar esse tipo de erro? 

Sexta-feira, 30 de junho

Estudo adicional

Sobre a relação entre conversão pessoal e a Igreja, leia de Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 430-434: “Independência individual”; para uma proveitosa descrição do início da vida de Paulo e um comentário sobre sua conversão, leia o Comentário Bíblico Adventista, v. 6, p. 226-234.
“Anteriormente, Paulo havia sido reconhecido como zeloso defensor da religião judaica e implacável perseguidor dos seguidores de Jesus. Corajoso, independente, perseverante, seus talentos e preparo o teriam capacitado a servir quase em qualquer atividade. Era capaz de arrazoar com clareza extraordinária, e por seu fulminante sarcasmo podia colocar o adversário em posição nada invejável. E agora, os judeus viam esse jovem extraordinariamente promissor unido com aqueles a quem antes havia perseguido, pregando destemidamente no nome de Jesus!
“Um general que tomba em combate está perdido para seu exército, mas sua morte não acrescenta força ao inimigo. Mas quando um homem preeminente se une às forças opositoras, não apenas se perdem seus serviços como ganham decidida vantagem aqueles com quem ele se uniu. Saulo de Tarso, no caminho para Damasco, podia facilmente ter sido fulminado pelo Senhor, e muita força se teria retirado do poder perseguidor. Deus, porém, em Sua providência, não apenas poupou a vida de Saulo, mas o converteu, transferindo assim um campeão do campo do inimigo para o lado de Cristo. Orador eloquente e crítico severo, Paulo, com seu decidido propósito e inquebrantável coragem, tinha as qualificações necessárias à igreja primitiva” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 124).
Perguntas para reflexão
1. Que lição aprendemos do fato de que alguns dos mais duros opositores de Paulo eram judeus que acreditavam em Jesus?
2. Como você pode defender princípios religiosos e, ao mesmo tempo, ter certeza de que não está lutando contra Deus?
Resumo: O encontro de Saulo com o Cristo ressuscitado na estrada de Damasco foi o momento decisivo em sua vida e na história da igreja primitiva. Deus mudou o antigo perseguidor da igreja e fez dele Seu apóstolo escolhido para levar o evangelho ao mundo gentílico. Entretanto, alguns tiveram dificuldade de aceitar a iniciativa de Paulo em relação à inclusão dos gentios na igreja unicamente pela fé – um poderoso exemplo de como o preconceito e a discriminação podem dificultar a missão.
Respostas e atividades da semana: 1. B. 2. A. 3. Promova um debate em classe a respeito dessa questão. Peça aos alunos que contem suas experiências pessoais ao terem julgado mal alguém. 4. Com uma semana de antecedência, escolha um aluno para responder a essa questão na classe. 5. A. 6. B.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Lição 10 27 de maio a 03 de junho Profecia e as Escrituras


Sábado à tarde

                                                                                                                   Verso para memorizar: “Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração” (2Pe 1:19).

Leituras da semana: Is 53:1-12; Dn 7:13, 14; 2Pe 1:16-20; Mt 17:1-6; 2Tm 3:15-17

À medida que estudamos as cartas de Pedro, um ponto a ser destacado é a confiança e a certeza do apóstolo acerca do que ele escrevia. O mesmo pode ser observado em Paulo. Ele tinha clara e firme convicção do que proclamava em relação a Jesus Cristo e à cruz.

Nos textos desta semana, estudaremos mais sobre essa certeza de Pedro. Ele mesmo explicou por que tinha tanta convicção. Segundo ele, não cremos em “fábulas engenhosamente inventadas” (2Pe 1:16), conforme as religiões pagãs de seu tempo. Em vez disso, Pedro tinha duas razões para ter certeza daquilo em que acreditava.

Primeiramente, ele havia sido testemunha ocular do “nosso Senhor Jesus Cristo” (2Pe 1:9). A segunda razão, e talvez ainda mais importante, é a “confirmada palavra profética” (2Pe 1:19). Outra vez, Pedro voltou à Bíblia para confirmar a verdade sobre Jesus, especialmente às seções proféticas que falam sobre Ele. Cristo utilizou algumas dessas mesmas seções para Se referir a Si mesmo (Mt 26:54; Lc 24:27). Portanto, se Jesus e Pedro levaram as Escrituras tão a sério, como ousaríamos fazer o contrário?
 Esperança no coração e livro na mão! Chegou o dia de impactar sua comunidade com milhares de livros Em busca de esperança. Assim você pode alcançar pessoas que precisam de Cristo!
Domingo, 28 de maio

 Jesus no Antigo Testamento

Pedro escreveu suas duas epístolas com convicção. Ele sabia do que estava falando, pois conhecia Aquele sobre quem pregava. Pedro tinha certeza de que Jesus era Aquele a quem os profetas do Antigo Testamento haviam se referido. Sua confiança nas Escrituras o ajudou reconhecer o Verbo que “Se fez carne” (Jo 1:14).

Em 1 Pedro 1:10-12, o apóstolo dirigiu seus leitores ao Antigo Testamento, aos profetas do passado e ao que eles haviam ensinado sobre Cristo. De acordo com ele, o Espírito Santo revelou duas verdades fundamentais sobre Jesus no Antigo Testamento: os sofrimentos de Cristo e Sua glória futura (1Pe 1:11). Essas duas imagens podem ser encontradas em todo o Antigo Testamento.

1. O que os seguintes textos ensinam sobre as profecias a respeito de Jesus? Sl 22; Is 53:1-12; Zc 12:10; 13:7; Jr 33:14, 15; Dn 7:13, 14

Em 1 Pedro 1:10-12, o apóstolo declarou a seus leitores que eles ocupavam uma posição muito especial na história da salvação, tendo recebido uma revelação muito maior do que a dos profetas do Antigo Testamento. Os profetas falaram às pessoas de sua própria época; no entanto, algumas partes fundamentais de suas mensagens não foram cumpridas senão quando Cristo veio.

Certas coisas preditas pelos profetas somente se cumpriram nos dias em que os leitores de Pedro viveram. Esses cristãos puderam ouvir, “daqueles que lhes pregaram o evangelho pelo Espírito Santo enviado do Céu”, verdades que os anjos desejavam conhecer (1Pe 1:12, NVI). Tendo recebido a pregação do evangelho, eles conheceram a natureza do sofrimento e humilhação do Redentor com muito mais detalhes do que os profetas do passado. É evidente que eles tiveram que esperar, como veremos, pelas “glórias que se seguiriam” (1Pe 1:11, NVI). Visto que a primeira parte dessas profecias foi cumprida, podemos ter a certeza de que a última parte igualmente se cumprirá.

Quais promessas bíblicas já se cumpriram em sua vida? Quais ainda não se cumpriram? O que elas significam para você? Como você pode se apegar a elas, a despeito das circunstâncias?

Continue impactando pessoas com a esperança em Jesus Cristo. Ore e trabalhe em favor das pessoas que receberam o livro Em busca de esperança. Organize uma celebração com testemunhos e louvor em sua igreja. 
Segunda-feira, 29 de maio
Testemunhas oculares da majestade
2. De acordo com 2 Pedro 1:16-18, quais outras evidências o apóstolo deu para sua fé em Jesus? Assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso:
A.( ) Sonhos, visões e fábulas poderosas.
B.( ) A voz de Deus no monte da transfiguração.
C.( ) O fato de que ele tinha sido uma testemunha ocular da majestade divina.
Além da palavra profética, Pedro havia testemunhado muitas coisas sobre as quais ele pregou. Segundo ele, o cristianismo não se fundamenta em “fábulas engenhosamente inventadas” (2Pe 1:16), mas em acontecimentos reais na História.
Os evangelhos relatam que Pedro esteve presente em muitos momentos cruciais na vida e no ministério de Jesus. Ele presenciou as pregações, os ensinos e os milagres de Cristo. Pedro foi testemunha ocular de muitos acontecimentos, desde o primeiro milagre, o da multiplicação dos peixes (Lc 5:4-6), até o encontro com o Mestre na Galileia depois de Sua ressurreição (Jo 21:15).
3. Qual acontecimento testemunhado pelo apóstolo é especialmente enfatizado em 2 Pedro 1:17, 18? Qual é a importância desse evento? Assinale a alternativa correta:
A.( ) O momento em que Jesus afundou no mar da Galileia. Os discípulos viram que não podiam confiar nem mesmo em Cristo.
B.( ) A ocasião em que o Pai abandonou o Filho na cruz. Os discípulos perceberam que Jesus havia morrido em vão.
C.( ) O evento em que se ouviu a voz do Pai na transfiguração de Jesus.
Pedro destacou uma ocasião específica da qual havia sido testemunha ocular: a transfiguração de Jesus. Cristo havia levado consigo Pedro, Tiago e João ao topo de uma montanha, a fim de orar (Lc 9:28). Enquanto esteve com eles, foi transfigurado diante de seus olhos. Seu rosto resplandecia e Suas vestes se tornaram deslumbrantes (Mt 17:2; Lc 9:29). Moisés e Elias se juntaram a Ele e uma voz do Céu disse: “Este é o Meu Filho amado, em quem Me comprazo” (Mt 17:5).
Pedro havia presenciado muitas coisas durante o tempo que passou com Jesus. No entanto, ele destacou essa ocasião. Ela revela que Cristo é o Filho de Deus, que Seus dias na Terra foram vividos conforme o plano dEle e que Ele tinha uma relação muito especial com o Pai. De tudo o que Pedro havia testemunhado e do que ainda haveria de testemunhar, ele enfatizou nessa carta a transfiguração de Jesus.
Pense em um acontecimento que marcou profundamente sua experiência espiritual. Como sua vida foi impactada? O que isso significa para você hoje?  
Terça-feira, 30 de maio
 A estrela da alva em nosso coração
4. “Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração” (2Pe 1:19). Por que esse verso é tão importante para nós? Assinale a alternativa correta:
A.( ) Porque ressalta a “palavra profética” como uma candeia que aponta para Jesus, a “Estrela da alva”.
B.( ) Porque revela que precisamos aceitar qualquer palavra profética que escutamos, não importando a procedência.
C.( ) Porque revela que no Céu seremos estrelas da alva e iguais a Deus.
Nessa passagem, assim como em muitas partes da Bíblia (Gn 1:4; Jo 1:5; Is 5:20; Ef 5: 8), é feita uma distinção entre luz e trevas. Para Pedro, a Palavra de Deus brilhava como luz em lugar “tenebroso” (alguns traduzem a palavra tenebroso como “imundo”, “sujo”). Por essa razão, ele deixou muito claro que devemos seguir essa luz até que “o dia clareie e a estrela da alva nasça em” nosso “coração”. Somos seres caídos. Vivemos em um mundo caído e tenebroso. Precisamos que o poder sobrenatural de Deus nos tire dessa escuridão e nos conduza à luz que é Jesus.
Pedro estava mostrando um alvo a seus leitores. Alguns acreditam que a expressão “até que o dia clareie” se refira à segunda vinda de Cristo. Embora seja essa a nossa esperança suprema, a ideia da “estrela da alva” nascendo em nosso coração parece mais imediata e pessoal. Essa estrela se refere a Jesus (Ap 2:28; 22:16). O “nascimento” dEle em nosso coração significa conhecê-Lo, apegar-nos a Ele e provar do Cristo vivo em nossa vida. Jesus não deve ser apenas uma verdade doutrinária. Ele deve ser o centro da nossa existência, nossa fonte de esperança e fé. Portanto, nessa passagem bíblica, Pedro estabeleceu uma clara relação entre estudar a Palavra de Deus e ter um relacionamento salvífico com Jesus, a “Estrela da alva”.
Quando a luz brilhar em nós, certamente a comunicaremos a outros. “A Terra toda deve ser iluminada com a glória da verdade de Deus. A luz deve resplandecer para todas as terras e povos. E é daqueles que receberam a luz que ela deve resplandecer. A Estrela da alva raiou sobre nós, e devemos projetar sua luz no caminho dos que andam em trevas” (Ellen G. White, Vida e Ensinos, p. 220).
Como o estudo da Bíblia o ajuda a conhecer melhor a Cristo?

Fortaleça sua experiência com Deus. Acesse o site reavivados.org/ 
Quarta-feira, 31 de maio
 Palavra profética confirmada
5. Leia 2 Pedro 1:19-21. A quais profecias Pedro se referiu? O que ele quis dizer ao declarar que nenhuma profecia das Escrituras provém de particular elucidação? Assinale a alternativa correta:
A.( ) Às profecias sobre a queda de Babilônia. Toda profecia é relevante, seja qual for a sua origem.
B.( ) Às profecias contra o rei de Tiro. Toda profecia é fruto do pensamento humano.
C.( ) Às profecias do Antigo Testamento. Nenhuma profecia é fruto de interpretação pessoal, mas provém da vontade de Deus e da inspiração do Espírito Santo.
Pedro apresentou duas evidências para enfatizar que o cristianismo não está fundamentado em fábulas engenhosamente inventadas (2Pe 1:16). Primeiramente, seu testemunho ocular (2Pe 1:16-18); em segundo lugar, as profecias das Escrituras (2Pe 1:19-21), um argumento utilizado anteriormente (1Pe 1:10-12).
Pedro declarou que “nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação” (2Pe 1:20). Nessa afirmação, ele não estava proibindo o estudo da Bíblia, pois seria a negação de suas palavras em 1 Pedro 1:13: “Cingindo o vosso entendimento” ou “estejam com a mente preparada, prontos para a ação” (NVI). Tampouco seria essa a intenção de alguém que tinha elogiado os profetas por sua diligente investigação do significado das profecias que haviam recebido (1Pe 1:10).
O que Pedro quis dizer? A igreja se desenvolvia e estudava em grupo. Os cristãos faziam parte de um corpo maior (1Co 12:12-14). Na realidade, o apóstolo estava advertindo contra o tipo de estudo em que se rejeita qualquer ideia proveniente de uma comunidade de cristãos. Ao interagir com outras pessoas, podemos crescer. O Espírito trabalha com a igreja e com seus indivíduos. Ideias podem ser compartilhadas, refinadas e aprofundadas. Mas aquele que age sozinho, recusando a contribuição de outros, provavelmente chegará a interpretações equivocadas em relação às profecias.
Nos versículos seguintes encontramos uma boa razão para esse comentário feito por Pedro. Havia entre seus leitores falsos profetas e mestres (2Pe 2:1). Ele recomendou que eles apresentassem sua interpretação das Escrituras à liderança da igreja como um todo. Quantas pessoas são levadas pelo fanatismo e erro, pois se recusam a seguir o conselho de uma comunidade de cristãos guiada pelo Espírito? Esse foi um perigo naquela época e continua sendo hoje.
Por que é importante estar aberto ao conselho da igreja? Até onde devemos nos submeter ao conselho dos outros?  
Quinta-feira, 01 de junho

 A Palavra em nossa vida

Como vimos, Pedro deu grande ênfase às Escrituras Sagradas. O trecho de 2 Pedro 1:19-21 é uma confirmação poderosa da importância da Bíblia para nossa experiência cristã e de sua inspiração divina. O verso 21 deixa claro o argumento do apóstolo. Diferentemente de outros livros, a Bíblia não é fruto da vontade ou imaginação humana. Ela foi produzida pelo poder do Espírito Santo, que atuou por meio de “homens santos que falaram da parte de Deus”.

6. De acordo com 2 Timóteo 3:15-17, qual é a função das Escrituras em nossa vida? Como essa passagem bíblica reforça a verdade de 2 Pedro 1:19-21? Assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso:

A.( ) A Bíblia existe para nos incomodar. Assim como Pedro, Paulo enfatizou que as Escrituras são produto de espíritos estranhos.

B.( ) Sua função é nos guiar ao desespero, pois revela nossos pecados e não nos apresenta alternativa para eles. 

C.( ) Ela existe para nos conduzir à verdade. Ela nos ensina, corrige, repreende e instrui na justiça. Pedro e Paulo declararam que as Escrituras não têm origem humana, mas divina.

Depois de advertir Timóteo quanto aos perigos que ele e a igreja enfrentariam, Paulo resumiu a importância da Bíblia: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2Tm 3:16).

Analisaremos esses três pontos.

Ensino: As doutrinas são os ensinamentos da igreja. Elas expressam as crenças da comunidade sobre vários temas bíblicos considerados importantes na Palavra de Deus. O ideal é que toda doutrina seja cristocêntrica e nos ajude a viver de acordo com a “perfeita vontade de Deus” (Rm 12:2).

Orientação: Paulo disse a Timóteo que as Escrituras são úteis “para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2Tm 3:16). Pedro fez um comentário semelhante ao dizer que as profecias bíblicas são como uma candeia que brilha em lugar tenebroso (2Pe 1:19). Em outras palavras, as Escrituras orientam como devemos viver e quais são as condutas certas e erradas. Inspirada pelo Espírito Santo, a Bíblia é a vontade de Deus revelada.

“Sábio para a salvação”: Ao afirmar que as Escrituras nos tornam sábios para a salvação (2Tm 3:15), Paulo ressaltou que a Palavra de Deus aponta para Jesus. A salvação tem por base a crença de que Ele morreu pelos nossos pecados.

Ensino, orientação moral e conhecimento da salvação [...] Não é de admirar que a Bíblia seja como “uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em [nosso] coração” (2Pe 1:19).
Sexta-feira, 02 de junho 
                                                                                                                                                                                                                         Estudo adicional

“O primeiro e mais elevado dever de todo ser racional é aprender das Escrituras o que é a verdade, e então andar na luz, animando outros a lhe seguirem o exemplo. Dia após dia devemos estudar a Bíblia diligentemente, ponderando todo pensamento e comparando passagem com passagem. Com o auxílio divino devemos formar nossas opiniões por nós mesmos, visto que temos que responder por nós mesmos perante Deus.

“As verdades mais claramente reveladas na Escritura Sagrada têm sido envoltas em dúvida e trevas por homens instruídos que, com pretensão de grande sabedoria, ensinam que as Escrituras têm um sentido místico, secreto, espiritual, que não transparece na linguagem empregada. Esses homens são falsos mestres. Foi a essa classe que Jesus declarou: ‘Não provém o vosso erro de não conhecerdes as Escrituras, nem o poder de Deus?’ (Mc 12:24). A linguagem da Bíblia deve ser explicada de acordo com seu sentido óbvio, a menos que seja empregado um símbolo ou figura. Cristo fez a promessa: ‘Se alguém quiser fazer a vontade dEle, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus’ (Jo 7:17). Se os homens tão somente tomassem a Bíblia como é, e não houvesse falsos mestres para transviar e lhes confundir o espírito, seria realizada uma obra que alegraria os anjos e que traria para o redil de Cristo milhares de milhares que agora se acham a vaguear no erro” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 598, 599).

Perguntas para reflexão

1. Como podemos chegar a um entendimento claro das Escrituras?

2. Martinho Lutero escreveu: “A Escritura é sua própria luz.” Há uma unidade subjacente à Bíblia; uma passagem pode nos ajudar a compreender outras passagens. Quais exemplos desse princípio encontramos?

3. Quais acontecimentos impactaram profundamente sua experiência cristã? O que eles têm em comum? O que podemos aprender com a experiência dos outros?

4. De que maneira o estudo da Bíblia aprofunda sua caminhada com o Senhor?

Respostas e atividades da semana: 1. Com uma semana de antecedência, sorteie entre os alunos os textos bíblicos referentes às profecias messiânicas do Antigo Testamento. Peça que cada um deles destaque um aspecto da profecia encontrada no texto que recebeu. Pergunte à classe: Essas profecias se cumpriram no tempo dos profetas ou no tempo de Cristo? Existem aspectos dessas profecias que ainda não se cumpriram? 2. F; V; V. 3. C. 4. A. 5. C. 6. F; F; V.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Informativo Mundial das Missões – 27/05/17

Informativo Mundial das Missões – 27/05/17

Olá pessoal!
Segue mais um vídeo, áudio e texto resumido. Enfim, a Carta Missionária.
Vídeo – 720×480 MP4 ALTA (62,9 MB): Download aqui
Vídeo – 720×480 MP4 MÉDIA
(23,2 MB): Download aqui
Vídeo – 360×240 MP4 BAIXA (9,9 MB): Download aqui


 

terça-feira, 23 de maio de 2017

Lição 9 20 a 27 de maio Seja quem você é



Sábado à tarde
                     
Verso para memorizar: “Empenhem-se para acrescentar à sua fé a virtude; à virtude o conhecimento; ao conhecimento o domínio próprio; ao domínio próprio a perseverança; à perseverança a piedade; à piedade a fraternidade; e à fraternidade o amor” (2Pe 1:5-7, NVI).
                                                                                                      
Leituras da semana: 2Pe 1:1-15; Ef 2:8; Rm 5:3-5; Hb 10:38; Rm 6:11; 1Co 15:12-57
Uma coisa extraordinária sobre o Novo Testamento é a grande quantidade de verdades colocadas em um espaço bastante limitado. Veja, por exemplo, a lição desta semana, que compreende 2 Pedro 1:1-14. Nesses 14 versos, Pedro nos ensina sobre a justificação pela fé e sobre o que Deus pode fazer na vida dos que se entregam a Jesus. Ele falou também sobre a maravilhosa verdade de que podemos nos tornar “coparticipantes da natureza divina” (2Pe 1:4) e nos livrar da corrupção e das paixões do mundo.
Na verdade, Pedro não apenas apresentou uma espécie de “catálogo” das virtudes cristãs, mas o fez em uma ordem específica. Uma virtude sucede a outra, que sucede outra ainda, e assim por diante, até que elas culminam na mais importante de todas.
Pedro escreveu também sobre o significado de estar em Cristo e ser “purificado” (2Pe 1:9) dos nossos antigos pecados. Em seguida, ele ainda abordou o tema da certeza da salvação, a promessa de vida eterna no “reino eterno” (2Pe 1:11) do Senhor.
Por fim, o apóstolo discorreu sobre um assunto crucial, o estado dos mortos. Quantas verdades ricas e profundas em apenas 14 versos!

O Impacto Esperança será no próximo sábado, 27 de maio! Milhões de livros Em busca de esperança serão distribuídos. Incentive sua igreja a alcançar lugares ainda não alcançados e com grande circulação de pessoas!  

Domingo, 21 de maio
                                                                                                                     Ano Bíblico: 2Cr 34–36 
 Uma fé preciosa
1. De acordo com 2 Pedro 1:1-4, o que recebemos em Jesus Cristo? Isto é, como a realidade da graça é vista nessa passagem? Assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso:
A.( ) A graça, o poder e as promessas. Mas precisamos nos esforçar para merecer essas dádivas.
B.( ) Uma fé muito valiosa, pois sem ela é impossível agradar a Deus. Para receber a graça, precisamos antes receber o dom da fé.
C.( ) Um fardo tão pesado que não podemos carregar, mesmo aceitando a graça.
Pedro começou sua segunda carta dizendo que ela é endereçada aos que com eles haviam obtido “fé igualmente preciosa” (2Pe 1:1); ou aos que “receberam uma fé tão preciosa quanto a nossa” (NTLH). A palavra traduzida como “preciosa” significa “de igual valor ou privilégio”. O apóstolo afirmou que eles “obtiveram” essa fé preciosa, não que a mereceram ou conquistaram, mas que a receberam como dom de Deus. Conforme escreveu Paulo: “Pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Ef 2:8). A fé é preciosa porque sem ela “é impossível agradar a Deus” (Hb 11:6); é valiosa porque, por meio dela, tomamos posse de muitas promessas maravilhosas.
Pedro enfatizou que o “divino poder” de Jesus nos deu tudo o que diz respeito à vida e à piedade (2Pe 1:3). Somente mediante Seu poder existimos e podemos alcançar a santidade. Recebemos esse poder “pelo conhecimento completo dAquele que nos chamou para a Sua própria glória e virtude” (2Pe 1:3; veja também Jo 17:3).
Somos chamados a amar a Deus, mas como amar Alguém que não entendemos? Conhecemos o Pai por meio de Jesus, da Palavra, do mundo criado e de uma vida de fé e obediência. Conhecemos o Senhor à medida que experimentamos o que Ele faz em nossa vida. Esse conhecimento nos transforma. Nós O conhecemos mediante a graça que Ele nos concede.
Em seguida, Pedro disse algo ainda mais impressionante. Ele afirmou que recebemos também “preciosas e mui grandes promessas”, inclusive a de nos tornarmos coparticipantes da “natureza divina” (2Pe 1:4). A humanidade foi originalmente criada à imagem de Deus. No entanto, essa imagem foi muito desfigurada e degenerada. Quando nascemos de novo, temos uma nova vida em Jesus. Ele atua para restaurar Sua imagem divina em nós. No entanto, se quisermos que essa transformação ocorra, devemos fugir da corrupção e das paixões deste mundo.

Como você seria se não tivesse fé? Por que o dom da fé é realmente precioso?  

No próximo domingo, realize com sua igreja e outras igrejas da região uma Feira de Saúde! Cuide da saúde das pessoas e multiplique esperança. 

Segunda-feira, 22 de maio
                                                                                                                            Ano Bíblico: Ed 1–3
Amor, o alvo das virtudes cristãs

2. Leia 2 Pedro 1:5-7; Romanos 5:3-5; Tiago 1:3, 4 e Gálatas 5:22, 23. Qual é o tema em comum nesses textos? Assinale a alternativa correta:
A. (   ) As virtudes cristãs.   B. (   ) As maldições de Deus.   C. (   ) Os pecados de Israel.
Listar as virtudes era algo comum entre os filósofos da Antiguidade. Essas listas eram, muitas vezes, chamadas de “catálogo de virtudes”, e há vários exemplos delas no Novo Testamento (Rm 5:3-5; Tg 1:3, 4; Gl 5:22, 23). É bem provável que os leitores de Pedro estivessem familiarizados com tais listas, embora houvesse diferenças interessantes entre as listas dos filósofos e a do apóstolo. Intencionalmente, Pedro organizou sua lista em uma sequência, de maneira que cada virtude serve de base para a posterior, até que a lista culmina no amor.
Cada virtude mencionada por ele tem um significado importante:
Fé: Nesse contexto, a fé era a crença salvífica em Jesus Cristo (veja Gl 3:11; Hb 10:38).
Virtude: No grego arête, virtude é qualquer boa qualidade, anunciada mesmo entre os filósofos pagãos. A fé é fundamental, mas deve levar a uma transformação de vida, na qual a virtude é expressa.
Conhecimento: Com certeza, Pedro não estava se referindo ao conhecimento em geral, mas àquele que vem de um relacionamento salvífico com Cristo Jesus.
Temperança/Domínio próprio: Cristãos maduros são capazes de controlar seus impulsos, especialmente aqueles que levam a excessos.
Paciência/Perseverança: É resistir, especialmente diante das provações e perseguições.
Piedade: No mundo pagão, a palavra traduzida nessa passagem como “piedade” referia-se ao comportamento ético que resultava da crença em um deus. No Novo Testamento, ela carregava também esse mesmo conceito, porém, como resultado da crença no único e verdadeiro Deus (1Tm 2:2, 3).
Fraternidade: Os cristãos são como uma família, e a piedade os levará a ser fraternos uns com os outros.
Amor: Pedro coroou sua lista com o amor. Suas palavras se assemelham às de Paulo: “Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor” (1Co 13:13, NVI).
3. Qual é o papel do esforço humano para alcançar essas virtudes? (2Pe 1:5) Assinale a alternativa correta:
A.( ) As virtudes são inerentes ao ser humano. Não é necessário fazer nenhum esforço para ter uma vida piedosa e fiel.
B.( ) As virtudes não são naturais ao ser humano. Por isso, com a graça de Deus, precisamos fazer nossa parte para ter uma vida piedosa.

Terça-feira, 23 de maio
                                                                                                                               Ano Bíblico: Ed 4–6
Seja quem você é

Depois de listar as virtudes que devemos buscar diligentemente, Pedro declarou qual seria o resultado dessa busca.
4. De acordo com 2 Pedro 1:8-11, qual é a relação entre o que já foi feito por nós e a maneira pela qual devemos viver?
Pedro encorajou seus leitores a viver de acordo com a nova realidade em Jesus. A fé, a virtude, o conhecimento, o domínio próprio, a perseverança, a piedade, a fraternidade e o amor deviam existir e crescer em sua vida (2Pe 1:8, NVI).
O problema é que nem todos os cristãos viviam de acordo com essa nova realidade. Alguns eram “inoperantes” ou “improdutivos” no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo (2Pe 1:8, NVI). Tais pessoas haviam se esquecido de que foram purificadas de seus “antigos pecados” (2Pe 1:9, NVI). Portanto, declarou Pedro, os cristãos deviam viver a nova realidade em Jesus. Em Cristo, eles receberam o perdão, a purificação e o privilégio de ser coparticipantes da natureza divina. Por isso, deviam procurar “com diligência cada vez maior, confirmar” a sua “vocação e eleição” (2Pe 1:10). Não havia desculpa para viver como anteriormente; nenhuma justificativa para ser cristãos “inoperantes” ou “improdutivos”.
“Muito ouvimos acerca de fé, mas precisamos ouvir muito mais acerca de obras. Muitos estão enganando a si mesmos, vivendo uma religião fácil, acomodada, sem cruz” (Ellen G. White, Fé e Obras, p. 44).
5. Leia Romanos 6:11. Como esse versículo de Paulo reflete as passagens de Pedro estudadas na lição de hoje? Complete as lacunas:
“Assim também vós considerai-vos ________________________________ para o ______________________, mas vivos para ______________________, em Cristo Jesus”.
Em certo sentido, tanto Pedro quanto Paulo declararam: “Seja o que você é”. Em Cristo, somos novas criaturas, purificadas do pecado e coparticipantes da natureza divina. Por isso, podemos viver de acordo com o nosso chamado. Devemos ser “semelhantes a Cristo”. Esse é o significado de ser “cristão”.

Quarta-feira, 24 de maio
                                                                                                                              Ano Bíblico: Ed 7–10 
Deixando o tabernáculo

“Também considero justo, enquanto estou neste tabernáculo, despertar-vos com essas lembranças, certo de que estou prestes a deixar o meu tabernáculo, como efetivamente nosso Senhor Jesus Cristo me revelou” (2Pe 1:13, 14).
Em 1956, Oscar Cullman escreveu um breve estudo intitulado Imortalidade da alma ou ressurreição dos mortos? O testemunho do Novo Testamento. Ele argumentou que o conceito de ressurreição é incompatível com o da alma imortal. Além disso, ele afirmou que o Novo Testamento se posiciona inequivocamente ao lado da ressurreição dos mortos.
“Nenhuma outra publicação minha”, escreveu ele posteriormente, “provocou tanto entusiasmo ou tão intensa hostilidade.”
6. De acordo com 1 Coríntios 15:12-57, o que acontece na morte?
Um estudo sobre morte e ressurreição no Novo Testamento tem convencido a maioria dos estudiosos do Novo Testamento de que Cullman tinha razão. O Novo Testamento, de fato, admite o conceito da ressurreição, não o de uma alma imortal que sobrevive à morte do corpo. Por exemplo, em 1 Tessalonicenses 4:16-18, Paulo encorajou os que haviam perdido pessoas queridas a consolarem uns aos outros com o fato de que, quando Jesus retornar, Ele ressuscitará os mortos. Em 1 Coríntios 15:12-57, Paulo descreveu extensivamente a ressurreição. Ele começou seu discurso destacando que a fé cristã está fundamentada na ressurreição de Jesus. Se Cristo não ressuscitou, então qualquer fé nEle é inútil. No entanto, Paulo afirmou que Ele realmente ressurgiu dos mortos, como as primícias dos que dormem. Sua ressurreição possibilita que ressurjam também aqueles que estão nEle.
Em 1 Coríntios 15:35-50, Paulo falou sobre o corpo ressuscitado, comparando-­­o ao nosso corpo atual. O que temos agora morrerá; o que receberemos por ocasião da ressurreição, jamais!
Em suma, ao discorrer sobre a morte, o Novo Testamento fala em termos da ressurreição, não da imortalidade da alma. É importante que tenhamos esse pano de fundo ao ler 2 Pedro 1:12-14.

 
Quinta-feira, 25 de maio
                                                                                                                             Ano Bíblico: Ne 1–4
Fé diante da morte

7. De acordo com 2 Pedro 1:12-15, o que o apóstolo quis dizer quando sugeriu que estava prestes a deixar seu tabernáculo/corpo? Assinale a alternativa correta:
A.( ) Pedro estava partindo de Jerusalém.
B.( ) Ele estava prestes a morrer.
C.( ) O apóstolo estava abandonando suas funções no templo.
Em 2 Pedro 1:12-14, o apóstolo revelou o motivo de sua carta. Ele julgava estar prestes a morrer, e a epístola continha sua última mensagem ou testamento.
De acordo com suas palavras, Pedro esperava morrer logo: “Enquanto estou neste tabernáculo [...] certo de que estou prestes a deixar o meu tabernáculo” (2Pe 1:13, 14). Ele comparou seu corpo a um tabernáculo que ele logo deixaria ao morrer. É evidente que o apóstolo estava se referindo ao seu corpo quando disse que deixaria seu tabernáculo. Tanto é que os tradutores modernos traduzem esses versos como “enquanto eu viver [...] pois sei que logo terei de deixar este corpo mortal” (2Pe 1:13, 14, NTLH). Nada na linguagem de Pedro sugere que, quando ele “deixasse” seu tabernáculo ou corpo, sua alma sobreviveria como uma entidade separada.
8. Com base em 2 Pedro 1:12-15, como o apóstolo lidou com a realidade de sua morte iminente? O que essa atitude revela sobre a fé? Assinale a alternativa correta:
A.( ) Pedro ficou furioso com Jesus, pois queria viver muito mais.
B.( ) Ele aceitou sua morte e buscou deixar o legado de esperança.
C.( ) Ficou decepcionado com Jesus e deixou de ser Seu discípulo.
Esses versos tornam ainda mais solenes as palavras de Pedro. Ele escreveu essa passagem sabendo que sua vida em breve chegaria ao fim, pois conforme disse, “o Senhor Jesus” lhe havia revelado. No entanto, ele não demonstrava medo, preocupação nem mau presságio. Em vez disso, a ênfase de Pedro estava no bem-estar daqueles a quem deixaria para trás. Ele queria que eles ficassem firmes na “presente verdade” e, enquanto vivesse, os exortaria à fidelidade. Nesses versos, podemos ver a realidade e a profundidade da experiência de Pedro com o Senhor. Certamente, ele morreria logo e não seria uma morte agradável (veja Jo 21:18; Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 537, 538). No entanto, seu interesse estava no bem dos outros. Verdadeiramente, Pedro foi um homem que viveu a fé que pregava.

Sexta-feira, 26 de maio
                                                                                                                                         
Estudo adicional

Como vimos, Pedro sabia que estava prestes a morrer. Ele já sabia havia muito tempo a maneira pela qual haveria de morrer, pois o próprio Jesus lhe dissera. “Quando você era moço, você se aprontava e ia para onde queria. Mas Eu afirmo a você que isto é verdade: quando for velho, você estenderá as mãos, alguém vai amarrá-las e o levará para onde você não vai querer ir” (Jo 21:18, NTLH).
Qual foi o fim de Pedro?
“Pedro, como estrangeiro judeu, foi condenado a ser açoitado e crucificado. Na perspectiva dessa terrível morte, o apóstolo se lembrou de seu grande pecado em haver negado a Jesus na hora de Seu julgamento. Antes tão despreparado para reconhecer a cruz, agora ele considerava uma alegria entregar a vida pelo evangelho, sentindo tão-somente que, para ele que havia negado seu Senhor, morrer da mesma forma pela qual seu Mestre havia morrido era uma honra demasiadamente grande para ele. Pedro havia se arrependido sinceramente daquele pecado e tinha sido perdoado por Cristo, o que se revelava pela alta missão que ele recebeu de alimentar as ovelhas e cordeiros do rebanho. Ele, porém, nunca pôde perdoar a si mesmo. Nem mesmo o pensamento das agonias da última e terrível cena puderam diminuir a amargura de sua tristeza e arrependimento. Como último favor, rogou aos seus algozes que fosse pregado na cruz de cabeça para baixo. O pedido foi atendido, e dessa maneira morreu o grande apóstolo Pedro” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 537, 538). Mesmo diante dessa perspectiva, a preocupação de Pedro foi com o bem espiritual do rebanho.
Perguntas para reflexão
1. Diante da necessidade de viver em santidade, por que muitos cristãos não conseguem “ser o que são” em Jesus?
2. Como podemos manifestar as virtudes listadas em 2 Pedro 1:5-7? Como podemos ajudar outras pessoas a fazer o mesmo?
3. Que esperança e conforto encontramos no exemplo de Pedro?
4. Qual era a “presente verdade” no tempo de Pedro? Qual é a “presente verdade” em nossos dias?
5. “Certamente, os mortos estão além da morte! ”, alguém escreveu. “A morte é o que os vivos levam consigo.” Como devemos, como cristãos, “levar” a morte?
Respostas e perguntas da semana: 1. F; V; F. 2. A. 3. B. 4. Com uma semana de antecedência, escolha um aluno para estudar essa passagem e explicar à classe essa relação. Pergunte a opinião dos demais alunos sobre a resposta apresentada. 5. Mortos – pecado – Deus. 6. Escolha um aluno com antecedência e peça que ele estude 1 Coríntios 15:12-57. Na classe, permita que ele compartilhe suas conclusões sobre o que acontece na morte. Promova entre os alunos uma discussão acerca desse tema. 7. B. 8. B.
 

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