segunda-feira, 6 de abril de 2015

Pastor adventista é salvo por milagre em catástrofe no Chile

Santiago, Chile … [ASN] No final de março, a grande quantidade de chuvas que caiu no Chile deixou mais de 10 mil pessoas afetatas, 20 desaparecidos e 25 vítimas fatais. Foi uma das piores catástrofes climáticas das últimas décadas que assolou as regiões de Antofagasta, Atacama e Coquimbo.
Um milagre, no entanto, chamou a atenção em toda essa tragédia de grandes proporções. O jovem pastor adventista Rubén Soto Montaner, que trabalhava no distrito de Chañaral na região norte do Chile, experimentou um verdadeiro livramento por milagre.
Segundo o relato que ele mesmo fez, “recordo-me estar parado ao ver pela minha janela que um rio mais alto que minha casa vinha com toda a velocidade e, em questão de segundos, arrebentou os vidros e inundou a casa. As janelas da casa tinham barras que poderiam até me deixar preso, mas, graças a Deus, a porta também se rompeu com a força da água e o rio me arrastou e me deixou flutuando em cima dela. Enquanto a água me tirava violentamente de casa eu me agarrei a uma tábua ou prancha de madeira e flutuei ali por dezenas de metros. Isso tudo até que me agarrei finalmente, com ambos os braços, a uma árvore que encontrei no caminho”.

O testemunho do pastor Soto foi visto por milhões de pessoas nos meios de comunicação chilenos e as pessoas ficaram impressionadas com o fato de ele ter sobrevivido. Seu resgate foi uma das primeiras imagens que chegaram aos veículos de comunicação do país, logo que a energia retornou.
“No entanto, antes de encontrar com essa árvore (uma palmeira), a uns oito ou dez metros de distância aproximadamente, havia um caminhão do lixo que me serviu de escudo, pois amortizou a força com que eu vinha e evitou um choque duro. Vi como um rio que arrastou casas, mas o caminhão não se moveu. Todos os outros escombros foram levados, mas o Senhor permitiu que o caminhão permanecesse firme e evitou que o rio me golpeasse com força”, relata o religioso.

Do outro lado da linha de chegada


Àudio: http://www.wgospel.com/?powerpress_pinw=14057-podcast

 6 de abril de 2015
“Bendito é o homem cuja confiança está no Senhor, cuja confiança nEle está. Ele será como uma árvore plantada junto às águas e que estende as suas raízes para o ribeiro” (Jeremias 17:7-8).
Nossas boas obras não conseguem nos levar para o outro lado da linha de chegada, mas Cristo pode. “Àquele que não trabalha, mas confia em Deus, que justifica o ímpio, sua fé lhe é creditada como justiça” (Rm 4:5).
Paulo garante a salvação para as pessoas mais improváveis: não ao que trabalha, mas ao que confia; não ao fisicamente capaz, mas ao inválido; não ao santo de posses, mas ao falido e desempregado. “Essa confiança em Deus é o que o deixa numa situação aceitável diante dEle, por causa de Deus. Pura graça” (Rm 4:5, AM).
Deus assume a responsabilidade do começo ao fim por suas ovelhas. “Eu lhes dou a vida eterna, e elas jamais perecerão; ninguém as poderá arrancar da minha mão” (Jo 10:28).
Nós, pais e mães, entendemos a determinação de Deus. Quando nossos filhos tropeçam, não os renegamos. Quando eles falham, não os desprezamos. Podemos punir ou repreender, mas jogá-los para fora da família? Não podemos. Eles estão biologicamente ligados a nós. Aqueles que nasceram com o nosso DNA morrerão com ele.
Deus, nosso Pai, produz o mesmo relacionamento conosco. Mediante a salvação, temos o direito de nos tornarmos filhos de Deus (Jo 1:12). Ele altera nossa linhagem, redefine nossa paternidade espiritual e, ao fazê-lo, garante nossa salvação. (ML)
Podemos orar? “Deus, meu Pai, sou grato por ser teu filho e estar selado com o Teu precioso Espírito Santo. Obrigado por garantir minha salvação e me libertar para descansar tranquilamente nessa segurança. Em nome de Jesus, amém!”

domingo, 5 de abril de 2015

Lição 2 – O batismo e as tentações

VERSO PARA MEMORIZAR:

“O Espírito Santo desceu sobre Ele em forma corpórea como pomba; e ouviu-se uma voz do céu: Tu és o Meu Filho amado, em Ti Me comprazo” (Lc 3:22).
Leituras da Semana:Lc 3:1-14; Rm 6:1-6; Lc 3:21, 22; 4:5-8; Is 14:13, 14;
Lc 4:9-13
Como vimos na semana passada, Lucas apresenta uma lista de grandes dignitários da História, para ajudar a mostrar, cremos nós, que seu relato sobre Jesus e João é tão real e histórico quanto esses influentes homens. Mas há outra razão importante
para mencionar esses homens de grande poder e influência: é contrastá-los com o humilde homem do deserto, João Batista, o mensageiro escolhido por Deus que devia preparar o caminho para o evento mais significativo de toda a história humana até esse momento: a vinda de Jesus, o Redentor do mundo. Que interessante é o fato de que Deus escolheu, não um dos “grandes” homens do mundo para anunciar o Messias, mas um dos mais humildes!
Os estudiosos reúnem todos esses personagens históricos e nos dão uma data próxima a 27 ou 28 d.C. para o início do ministério de João Batista e de Jesus. Foi dentro do período histórico desses homens ilustres do Império Romano que Jesus foi batizado e recebeu Sua consagração como o “Filho amado” de Deus (Lc 3:22). Lucas estabelece isso logo de início, mesmo antes de apresentar a seus leitores a “exposição em ordem” da missão e do ministério de Jesus Cristo.

DOMINGO – “PREPARAI O CAMINHO DO SENHOR”

Em Lucas 3, João aparece em seu papel singular e fundamental na história da salvação. Qualquer outra coisa poderia ser dita a respeito da pregação de João, exceto que ele amenizasse suas palavras para agradar à multidão.
1. Leia Lucas 3:1-14. As palavras de João Batista estão carregadas de importantes verdades para todos nós. Que lições em particular você pode tirar do que João estava dizendo?
O arrependimento não é apenas uma noção teórica; é um modo de vida. A palavra vem do grego metanoia, que significa mudança de mentalidade, e isso leva a uma nova vida. “Batizar” significa mergulhar ou imergir completamente na água. A imersão tem um significado profundo. Mesmo antes do tempo de João, os judeus haviam atribuído um significado ao batismo por imersão. Ele constituía uma prática comum quando os prosélitos gentios escolhiam se unir à fé judaica.
Ao convidar os judeus para que fossem batizados, João Batista estava apresentando um novo princípio: o batismo é uma ocasião para se renunciar publicamente aos antigos caminhos pecaminosos e preparar-se para a vinda do Messias. Assim, João Batista introduziu para os cidadãos do reino messiânico, que estava para ser inaugurado, um ato simbólico de renúncia ao pecado e de consagração a um novo modo de vida. João se apressou a acrescentar que estava batizando apenas com água, mas Aquele que viria após Ele “os [batizaria] com o Espírito Santo e com fogo” (Lc 3:16, NVI). Assim, é dada uma lição crucial: o batismo, como ato
de imersão na água, é apenas um símbolo exterior de uma mudança interior – uma mudança que posteriormente seria selada pelo batismo do Espírito Santo.
Leia Romanos 6:1-6. Que lições espirituais o apóstolo Paulo extraiu do ato do batismo? Note a comparação que ele fez entre o ato de imersão e saída da água com o morrer para o pecado e viver para a justiça. Como você experimentou a realidade dessa nova vida em Cristo? Que áreas de sua vida ainda permanecem “submersas”?

SEGUNDA-FEIRA – “TU ÉS MEU FILHO AMADO”

Em Lucas 2:41-50, lemos a famosa história de quando José e Maria perderam Jesus de vista em Jerusalém. O que é especialmente fascinante é a resposta de Jesus a Maria quando ela O censurou (v. 48). Sua resposta é uma afirmação de Sua divina autoconsciência de ser o Filho de Deus. “‘Por que é que Me procuráveis? Não sabeis que Me convém tratar dos negócios de Meu Pai?’“ (v. 49, ARC). Como diz o verso seguinte, José e Maria não compreenderam as implicações do que Jesus lhes havia dito. E, para sermos justos, como poderiam compreender? Afinal de contas, nem mesmo os discípulos, depois de terem passado vários anos com Jesus, tinham plena certeza de quem Ele era e do que iria fazer.
Por exemplo, após Sua ressurreição, Jesus estava conversando com dois discípulos no caminho para Emaús. Um deles, ao se referir a Jesus, havia dito que Ele “era varão profeta, poderoso em obras e palavras, diante de Deus e de todo o povo”
(Lc 24:19). Jesus, é claro, era muito mais do que um profeta. Mesmo naquele momento eles ainda não compreendiam quem Ele era e o que viera fazer.
2. Leia Mateus 3:13-17, João 1:29-34 e Lucas 3:21, 22. Qual é o significado do batismo de Jesus?
Por ocasião de Seu batismo, o Céu atestou o fato de Jesus ser o Filho de Deus. Jesus buscou o batismo, não porque precisasse dele como parte de um processo que vem após o arrependimento, mas como um exemplo aos outros (Mt 3:14, 15). Três importantes fatores se destacam com relação ao batismo de Jesus: (1) a proclamação de João Batista: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (Jo 1:29); (2) A unção de Jesus pelo Espírito Santo para a missão que Ele tinha pela frente; (3) a proclamação celestial de que Jesus é o Filho de Deus, em quem o Pai Se compraz.
O imaculado Filho de Deus, o criador do cosmos, foi batizado por um mero ser humano, como parte do plano da salvação. Como essa condescendência de Sua parte nos ajuda a estar dispostos a nos humilhar sempre que for necessário?

TERÇA – “NÃO SÓ DE PÃO”

“Jesus, cheio do Espírito Santo […] foi levado pelo Espírito ao deserto, onde, durante quarenta dias, foi tentado pelo diabo” (Lc 4:1, 2, NVI). Nascido para uma missão designada por Deus, comissionado para essa tarefa em Seu batismo, capacitado com o poder do Espírito Santo, Jesus, o Cristo, Se retirou para o deserto a fim de meditar na tarefa que tinha pela frente. A tentação no deserto foi uma batalha significativa entre Cristo e Satanás no grande conflito que tem sido travado desde a rebelião de Lúcifer no Céu. No deserto, quando o Salvador estava enfraquecido pelos 40 dias de jejum, quando a jornada à frente parecia árida e cansativa, Satanás assumiu pessoalmente o comando em seu ataque contra Jesus. “Satanás viu que, ou venceria, ou seria vencido. Havia muitas coisas em jogo no resultado do conflito para que ele o confiasse aos anjos confederados. Ele mesmo devia dirigir o conflito” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 116).
3. Note o que Satanás disse a Cristo: “Se és o Filho de Deus, manda que esta pedra se transforme em pão” (Lc 4:3). Nesse relato, o que Satanás estava procurando fazer que reflete o que ele tentou fazer no Céu?
A questão central ali não era o pão. Sim, o jejum de 40 dias no deserto deve ter deixado o Salvador faminto, e Satanás usou a circunstância como isca. Mas Satanás sabia que Jesus é o criador do Universo. Para Aquele que criou o Universo do nada, fazer uma pedra se transformar em pão não era problema. O ponto crucial da tentação se encontra em sua introdução: “Se és o Filho de Deus.” Apenas 40 dias antes, a voz do Céu havia atestado que Jesus era, de fato, o Filho de Deus; e então, Jesus duvidaria da certeza dada pelo Céu? Duvidar da Palavra de Deus é o primeiro passo para ceder à tentação. No Céu, Satanás havia desafiado a autoridade de Jesus; e ele faz isso aqui também, ainda que de uma forma muito mais sutil do que a usada por ele no Céu.
De que forma podemos aprender a não sucumbir às tentativas de Satanás para conseguir que duvidemos das promessas de Deus?

QUARTA – “SE… ME ADORARES”

4. Leia Lucas 4:5-8. Por que Satanás desejava que Jesus o adorasse? Que assunto crucial estava em jogo?
 Receber adoração é prerrogativa exclusiva de Deus; esse é o único fator que separa para sempre a criatura do Criador. Uma das questões na rebelião de Lúcifer contra Deus no Céu foi a adoração. A ambição de Lúcifer é bem sintetizada por Isaías 14:13, 14: ascender ao Céu, exaltar seu trono acima das estrelas de Deus, ser semelhante ao Altíssimo. Foi uma tentativa de usurpar a autoridade que pertence apenas ao Criador.
Nesse contexto, podemos entender melhor o que estava acontecendo nessa tentação. Quando Jesus estava prestes a iniciar Sua missão de redimir o mundo e restaurá-lo à posse e à autoridade de Deus, Satanás O levou ao topo de um monte, apresentou-Lhe uma visão panorâmica de todos os reinos e Lhe ofereceu a glória deles em troca de um simples ato: “Portanto, se prostrado me adorares, toda será Tua” (Lc 4:7).
Satanás estava tentando desviar a perspectiva de Cristo de Sua prioridade divina, e tentando seduzi-Lo com pompa e glória ao preço de apenas um gesto Seu de curvar-Se. Ele estava tentando obter aqui, novamente, a autoridade e a adoração que não conseguira no Céu.
Note como Cristo despediu o tentador com total desprezo: “Vai-te, Satanás” (Lc 4:8, ARC). A adoração e o serviço que a acompanha pertencem somente ao Deus criador. Então, novamente a Palavra de Deus veio para ajudar Jesus. Não disse a inspiração, através de Moisés: “Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor, teu Deus […] O Senhor, teu Deus, temerás, a Ele servirás” (Dt 6:4, 5, 13)? A resposta suprema às mentiras e engodos de Satanás é decidir seguir a Deus de maneira absoluta, em fé e obediência.
Qualquer um de nós pode enfrentar a tentação de comprometer a fé, mesmo que seja em “pequenas coisas”: seu emprego, sua aprovação num exame na universidade ou sua promoção requer uma transigência com respeito ao sábado. Seu visto para entrar num país melhor depende de uma mudança de nome que oculte sua fé. Em que ponto você pode fazer uma concessão? O preço alguma vez é justo? Se sim, quando?

QUINTA – CRISTO, O VENCEDOR

Lucas e Mateus apresentam a segunda e a terceira tentações em ordem invertida. A razão para tanto não é clara, mas não precisamos nos demorar nisso. A questão importante é a vitória final de Jesus sobre Satanás, proclamada pelos dois evangelhos.
O fator significativo que emerge do estudo das tentações é que Jesus Cristo é uma Pessoa real. Ele foi tentado como nós, mas sem pecado (Hb 4:15). Com a vitória em cada uma das tentações, com Seu triunfo sobre Satanás, com a Palavra de Deus em Sua boca e ligado à fonte celestial de poder por meio da oração, Jesus saiu para proclamar o reino de Deus e para inaugurar a era messiânica.
5. Leia Lucas 4:9-13 e Mateus 4:5-7. Nas duas primeiras tentações, Jesus usou as Escrituras para vencer as provocações de Satanás. Então, na terceira, Satanás fez o mesmo e citou as Escrituras para testar se Jesus realmente levava a Palavra de Deus a sério. O que estava acontecendo ali, e como Jesus reagiu?
Satanás levou Jesus ao pináculo do templo em Jerusalém, que é o lugar mais sagrado da história judaica. A cidade de Sião, o templo onde Deus habitava entre Seu povo, se tornou o palco do confronto entre Satanás e Cristo. Novamente, o prefácio foi: “Se és o Filho de Deus.” Observe o que Satanás disse: Se Deus é de fato Seu Pai, e se Sua missão de fato é ordenada por Ele, atire-Se do pináculo abaixo e comprove isso de uma vez por todas. Certamente, se tudo isso é verdade, Deus não deixará que Você Se machuque. Ele então cita as Escrituras: “Aos Seus anjos ordenará a Teu respeito que Te guardem” (Lc 4:10).
Satanás conhecia a Bíblia, mas torceu sua interpretação. Sua tática foi levar Jesus a colocar Deus à prova. Deus, de fato, prometeu proteção por parte de Seus anjos, mas somente dentro do contexto da execução de Sua vontade, como no caso de Daniel e seus companheiros. Novamente Jesus, usando as Escrituras, deu uma resposta decisiva a Satanás, declarando que não nos compete pôr Deus à prova (v. 12). Nosso dever é nos colocar nas mãos de Deus e deixar que Ele faça o resto.
Note quatro ensinos importantes da Bíblia sobre a tentação: (1) Ninguém está livre de tentações; (2) quando Deus permite que tentações nos sobrevenham, também provê graça para resistirmos a elas e força para as vencermos; (3) as tentações não vêm da mesma forma todas as vezes; (4) ninguém é tentado além do que é capaz de suportar (1Co 10:13).

SEXTA – ESTUDO ADICIONAL

“Se José e Maria houvessem firmado a mente em Deus, mediante meditação e oração, teriam avaliado a santidade do depósito que lhes era confiado, e não teriam perdido Jesus de vista. Pela negligência de um dia perderam o Salvador. Custou-lhes, porém, três dias de ansiosas buscas para tornar a encontrá-Lo. O mesmo quanto a nós; pelas conversas ociosas, por maledicência ou negligência da oração, podemos perder num dia a presença do Salvador, e talvez leve muitos dias de dolorosa busca para tornar a achá-Lo, e reconquistar a paz que perdemos” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 83).

Perguntas para reflexão

  1. A tentação em si não é pecado. No sentido bíblico, a tentação tem o potencial de confirmar a possibilidade de santidade. Ser tentado é uma coisa; cair em pecado é outra. Qual é nossa responsabilidade com respeito a fazer tudo o que podemos
    até mesmo para evitar a tentação?
  2. Filósofos e teólogos muitas vezes falam sobre o que chamam de “metanarrativa”, isto é, uma grande história ou tema global dentro do qual ocorrem outras histórias. Em outras palavras, uma metanarrativa é a tela de fundo, o contexto em que outras histórias e eventos se desenrolam. Como adventistas do sétimo dia, vemos o grande conflito como a “metanarrativa”, ou a tela de fundo do que tem acontecido na Terra e no Céu. Quais passagens da Bíblia nos mostram a realidade do grande conflito, e como ele nos ajuda a explicar o que está acontecendo no mundo?
  3. Quais são algumas das passagens bíblicas mais fortes que nos prometem vitória sobre as tentações que cruzam nosso caminho? Por que, porém, mesmo com essas promessas, ainda é tão fácil cair?
  4. “Duvidar da Palavra de Deus é o primeiro passo para ceder à tentação”. Você concorda?
  5. De que maneiras a idolatria pode ser muito mais sutil do que curvar-se e adorar algo que não seja o Senhor?
Respostas sugestivas:1. O arrependimento precede o perdão dos pecados e o batismo, mas o verdadeiro arrependimento se manifesta de maneira prática na vida, produzindo frutos. Se esses frutos estão ausentes, a conversão não é genuína, ainda que a pessoa tenha sido ensinada na fé desde o berço e/ou tenha sido batizada. O batismo é apenas um símbolo exterior de uma mudança interior. 2. Jesus foi batizado para cumprir toda a justiça, isto é, como exemplo. Em Seu batismo, Cristo foi anunciado por João Batista como o salvador do mundo, ungido para Sua missão pelo Espírito Santo, e reconhecido pelo Céu como o Filho de Deus. 3. Satanás está desafiando a autoridade de Cristo como Deus. 4. Satanás, no Céu, teve a pretensão de ser igual a Deus. Se ele conseguisse que Cristo o adorasse, algo que é prerrogativa exclusiva da Divindade, teria conseguido a autoridade e a adoração que não conseguiu no Céu. 5. Satanás torceu o sentido das Escrituras para tentar fazer Jesus pôr Deus à prova e colocar-Se fora da vontade de Deus para provar que era Seu Filho.


quarta-feira, 1 de abril de 2015

PPT – “A Primeira vinda de Jesus” – Lição 01 – 2º Trim/2015


Baixe no link  http://downloads.adventistas.org/pt/iasd-counter-link/MTcwMjQ%3D

Intimidade com Deus


http://www.wgospel.com/?powerpress_pinw=14042-podcast

 1 de abril de 2015
“Por isso a ira do Senhor acendeu-se contra Israel, e Ele disse: ‘Como este povo violou a aliança que fiz com os seus antepassados e não tem ouvido a minha voz, não expulsarei de diante dele nenhuma das nações que Josué deixou quando morreu” (Juízes 2:20-21).
Depois de anos de lutas para chegar à terra prometida, a nação de Israel afastou-se do Senhor que os guiara até ali. Por quê? Por não terem mantido uma conexão pessoal com Ele. Contar com a fé dos antepassados não foi suficiente para sustenta-los, e eles se voltaram para outros deuses.
Esse mesmo princípio se aplica a nós. Para sustentar nosso relacionamento atual com Deus, não podemos confinar na fé de outras pessoas, ou mesmo em nossas experiências com Ele no passado. Devemos manter um relacionamento vivo, dinâmico, ativo com o Senhor mediante uma vida de oração e de leitura bíblica a fim de conhece-Lo intimamente.
Oração é muito mais que apenas pedir ou receber conselhos. É sua vida para conhecer o Deus do Universo e ser conhecidos por Ele. Embora o Senhor já o conheça completamente, não há meios de experimentar essa realidade senão pela comunicação pessoal com Ele.
Deus o criou e deseja fazer parte de sua vida. Ele não deseja que você caia em tentações e perigos, como aconteceu com os israelitas. Não deixe de manter uma vida de oração permanente e tome cuidado para não se apoiar em experiências passadas com Ele. Isso pode leva-lo a um território perigoso. (SO)
Podemos orar? “Deus Pai, não desejo jamais me afastar de Ti por meio de minha negligência em passar tempo na Tua palavra e em oração. Quero estar sempre numa caminhada cada vez mais próxima de Ti. Ajuda-me a conhecer-Te melhor e ser cada vez mais semelhante a Ti. Não quero cair em tentação, pecado ou ociosidade. Em vez disso, quero ter uma nova e mais profunda experiência contigo a cada dia. Em nome de Jesus, amém!”

terça-feira, 31 de março de 2015

Depressão: a vida em um avião em queda

MENTE SAUDÁVEL

Os cuidados para se ter uma vida mentalmente saudável.
Há alguns dias, soube de um acontecimento triste. Você deve ter lido ou assistido algo sobre a queda do avião Airbus A320 no sul da França. A princípio foi noticiado o acidente. Com o acesso às gravações da caixa preta, as atenções se voltaram para o copiloto Andreas Lubitz e sua saúde mental. Teria Lubitz derrubado o avião devido à sua depressão?
Esta não é a primeira vez que vejo depressão ou algum problema de saúde mental ser associado a algum tipo de crime. Imagino que você também já tenha visto algumas várias notícias em que estas doenças são abordadas quase que como a explicação para o comportamento criminoso.
Em outro post, publicado há algum tempo, escrevi um pouquinho sobre depressão (clique aqui para ler) e pensamentos equivocados que costumam circular no mundo cristão acerca desta doença. Portanto, não vou repetir o que já foi escrito. Gostaria de me ater, hoje, a um dos sintomas da depressão – ideação suicida.
Quero que fique bem claro que nem toda pessoa com depressão tem pensamentos de morte ou faz planos de se matar. A ideação suicida é apenas um sintoma, e não precisa estar necessariamente presente para que o diagnóstico de depressão seja feito.
Você já parou para pensar o que deve passar na mente de alguém que vê no suicídio uma solução para cessar a sua dor? Querido amigo leitor, você já gastou algum tempo refletindo sobre quão doloroso deve ser para alguém suportar seus conflitos emocionais para que esta pessoa opte pela morte?
Você ficou chocado quando ouviu ou leu que Andreas Lubitz voluntariamente provocou a queda do avião? Por que isto lhe choca? Talvez a sua mente não consiga conceber a ideia de alguém agir desta forma. Pode ser que para você ele tenha agido com crueldade. É possível que alguns de nossos leitores tenham pensado que ele poderia se matar sem matar outras pessoas com ele.
Eu não sei o que se passou na sua mente. Eu também não sei se a depressão supostamente sofrida por aquele copiloto teve alguma relação com o ocorrido. Eu não pensei tanto no ato suicida/homicida dele. Ao saber da notícia, pensei em quão terrível deve ter sido para as demais pessoas que estavam naquele avião o tempo em que eles tiveram consciência do que estava ocorrendo e tentaram de alguma forma agir em prol da preservação da vida. Não sei quantos segundos ou minutos isto pode ter durado, mas deve ter sido uma aflição terrível!
E se eu lhe disser que existem milhares de pessoas ao redor do mundo que vivem como se estivessem em um avião em queda? Diariamente, elas sentem uma aflição horrorosa, uma dor que mal conseguem descrever, e a sensação de impotência para se livrar de uma doença chamada depressão.
Sabe, querido leitor, eu conheço muita gente que já fez planos de tirar sua própria vida, e alguns que foram mal sucedidos em suas tentativas de suicídio. E eu não quero, de forma alguma, defender o comportamento suicida. Mas eu quero que você entenda que alguém não chega a tal ponto por que desejou isto. Imagine acordar todos os dias vendo a vida cinza, sem graça, sem propósito! Isso é triste demais, é pesado demais. Imagine agora acordar todos os dias se esforçando para dar cada passo, sentindo como se os pés pesassem uma tonelada, e uma força, muito maior que a gravidade, o puxasse para baixo.
Imagine a energia gasta para oferecer um simples sorriso às pessoas que estão ao seu redor. Pentear os cabelos, tomar banho, escovar os dentes… ah, isso é desgastante demais. Comer? Não há fome. Na verdade, parece que nada é capaz de produzir um pouquinho de prazer. Para estas pessoas, viver tem um custo muito alto, e por não verem mais alternativas para si, muitos procuram cessar a dor através da morte.
Pessoas para quem a vida não tem mais sentido passam todos os dias por nós. Elas estão nos elevadores que usamos, nos ônibus através dos quais nos deslocamos para o trabalho, nos supermercados e shoppings que frequentamos… pode haver alguém assim bem próximo a você. Pode ser que você, que está lendo estas palavras, esteja nesta condição.
Pessoas que vivem esta dor precisam de ajuda, precisam ser acolhidas ao invés de criticadas, precisam de suporte profissional e de esperança. Tomei a liberdade de escrever este post de forma bem pessoal, do ser humano que sou para o ser humano que você é. E porque escrevo assim, lhe pergunto: o que você tem para oferecer a essas pessoas?

Quero me dirigir agora a você que tem se sentido em um avião em queda. Acredite, existe solução, existe vida real, existe felicidade de verdade. Não caminhe sozinho! Busque ajuda! A Igreja Adventista possui clínicas em que você pode encontrar profissionais capacitados. Há, também, psicólogos e psiquiatras que podem trabalhar com você. E há um Piloto que deseja assumir o controle do avião para que o pouso seja tranquilo.

Encenação da Paixão de Cristo atrai milhares de pessoas em Pernambuco


IMG_8060
Encenação destacou sacrifício de Cristo pela humana.
Instituto Adventista Pernambucano de Ensino(IAPE) em Gravatá (PE), a 120km do Recife, reuniu cerca de quatro mil pessoas entre os dias 27 a 29 de março. A apresentação musical envolveu mais de uma centena de voluntários entre alunos da instituição, servidores, professores e voluntários de cidades vizinhas. Com o tema “Esperança e Paixão”, que reconstruiu momentos importantes da vida de Cristo, a encenação atraiu familiares, estudantes de outras escolas, cristãos e curiosos da região e de outros Estados próximos.
Para ver a encenação o público deveria trazer um quilo de alimento não perecível. Segundo os organizadores, cerca de seis toneladas de alimentos foram arrecadadas e entregues a ONG’s como a Casa dos Velhinhos de Gravatá e a famílias carentes do Povoado Insurreição, em Sairé, cidade próxima à instituição. O objetivo do evento foi tornar o internato mais conhecido na região. Além disso, incentivar a solidariedade, colocando em prática os ensinamentos de Jesus, que durante sua passagem pela Terra promoveu atos de amor ao próximo.
Além de exercitar o voluntariado, os alunos puderam desenvolver habilidades artísticas. Com o auxílio dos professores e funcionários do colégio, eles ajudaram na pintura e montagem dos cenários, que foram feitos de madeira, além exercer ações em cenas de interpretação.
A aluna Maria Isabel, 17, atuou em quatro papéis. Para ela, foi um desafio, especialmente por estar em uma semana de provas. No palco, a parte mais difícil foi segurar as lágrimas. Ao representar um dos personagens, a menina não poderia deixar de expressar uma reação de angústia ao ver Cristo sendo maltratado e levado à cruz. “Ao olhar para Maria (mãe de Jesus), as pessoas precisam sentir uma expressão tocante. E foi o que conseguimos vivenciar”, relata Isabel.
Na plateia, a autônoma Ana Rosa observava atentamente cada cena. Ela veio por um motivo especial: seu filho, ainda pequeno, é aluno do colégio e fez parte do espetáculo. O menino, vestido de anjo, parecia estar bem à vontade com o público. “Senti algo fantástico, extremamente emocionante”, comenta Ana. Segundo ela, a instituição possui um ensino diferenciado. “Estamos felizes. A educação daqui é sem comparação. Ele está aprendendo princípios que talvez não encontraríamos em outros lugares.”
Confira a galeria de imagens
Emoção
Ao fim do espetáculo, o público teve a oportunidade de ver a representação da segunda vinda de Jesus, o início da “eternidade”. Jesus aparece cercado de anjos. É então que entra em cena um coral formado por crianças e adolescentes. Em uníssono eles entoam os versos de um hino tradicional, dizendo: “Glória, glória, aleluia! Vencendo vem Jesus!” Segundo os alunos, um dos momentos mais emocionantes, pois é aí que finalmente eles podem dizer: “Conseguimos, deu certo!” Em seguida, a plateia contempla a Nova Jerusalém em que Cristo chama os fiéis. São momentos descritos pela Bíblia, no livro do Apocalipse.
IMG_8065
Mais de cem pessoas trabalharam no projeto.
Os irmãos gêmeos Matheus e Lucas Reed, 22, participam de projetos como este desde 2012. Caracterizados como Jesus Cristo, eles tentam vivenciar o personagem, imaginando o sacrifício do Salvador durante sua passagem pela Terra. Idênticos, eles conseguem intrigar a plateia durante a troca de cenas, que acontece tão rapidamente. Para eles, cada apresentação possui uma emoção única. De acordo com Lucas, a cena da cruz é um momento de reflexão em que ele tem a oportunidade de pensar na razão da morte de Cristo. Para Matheus, o desfecho da encenação é a parte mais importante. “As pessoas podem conhecer a história além do que normalmente é mostrado”, diz, referindo-se à segunda vinda de Jesus ao mundo e a representação da Nova Jerusalém.
De acordo com Israel Elpídio, diretor da instituição, foram cerca de 30 dias de preparação, desde os ensaios até a ornamentação de todo o cenário. A peça teve 1h30 de duração. No dia anterior à apresentação, alguns alunos chegaram a ensaiar até às 11h da noite. Todos os dias eles dedicavam momentos específicos para orar pelo programa – foi a primeira vez que realizaram um evento com esta proporção. Segundo Israel, trabalhar com a juventude é uma verdadeira surpresa. “Não há como prever o que vai acontecer, mas posso ter a certeza de que eles irão fazer tudo com carinho”, afirma.  Conforme o organizador e mentor do espetáculo, Marcondes Ricarte, “o objetivo foi alcançado: chegar aos corações através de uma história real e eterna.” Para ele, apesar de muito trabalho, dias e noites muito intensas, “no fim sentimos que Deus esteve à frente e a sensação de dever cumprido toma posse da gente, certos de que, valeu apena.” [Equipe ASN, Daniele Alves e Franck Oliveira]

Comunicadores adventistas constroem pontes para a missão

Evento global de comunicação incentiva troca de experiências para otimizar o trabalho da comunicação adventista. Richard Stephenson e Alyssa...