domingo, 14 de janeiro de 2018

Lição 3 - 13 a 20 de janeiro - Deus ou Mamom?



Sábado
VERSO PARA MEMORIZAR: “Deus O exaltou sobremaneira e Lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2:9-11).
LEITURAS DA SEMANA: Sl 33:6-9; Mt 19:16-22; 1Pe 1:18; Hb 2:14, 15; Êx 9:14; Sl 50:10

Deus não desperdiça palavras explicando o que pensa sobre o amor ao dinheiro e às coisas materiais. Em uma parábola, as palavras de Cristo a um rico ganancioso que, embora abençoado pelo Senhor, agiu com avareza, devem colocar em todos nós o temor de Deus: “‘Insensato! Esta mesma noite a sua vida lhe será exigida. Então, quem ficará com o que você preparou?’ Assim acontece com quem guarda para si riquezas, mas não é rico para com Deus” (Lc 12:20, 21, NVI).
Servir a Deus e ao dinheiro são ações que se excluem. É um ou outro, Deus ou Mamom. É uma ilusão pensar que podemos fazer as duas coisas, pois, mais cedo ou mais tarde, seremos apanhados numa vida dupla. Podemos enganar aos outros, talvez a nós mesmos, mas não ao Senhor, a quem um dia teremos que prestar contas.
Temos que fazer uma escolha, e quanto mais tempo hesitamos, arrumamos desculpas ou adiamos, mais forte é a influência que o dinheiro e o amor a ele exercem em nossa vida. A fé exige uma decisão.
Ao nos concentrarmos no caráter de Deus, no que Ele fez por nós e no que devemos a Ele, nossa decisão se torna muito mais fácil. à tarde
De 22 de fevereiro a 3 de março teremos Dez Dias de Oração e momentos para jejuar. Prepare sua família e sua igreja para os milagres de Deus!
Domingo, 14 de janeiro
Cristo, o Criador
1. Leia Gênesis 1:1; Salmos 33:6-9; Isaías 45:11, 12; Jeremias 51:15 e João 1:3. O que esses textos nos revelam sobre o valor do mundo material? Assinale a alternativa correta:
A.( ) Tudo o que há no mundo material é obra de Satanás.
B.( ) Jesus criou o mundo perfeito e excelente. O pecado corrompeu tudo.
Foi Cristo que estendeu os céus, e lançou os fundamentos da Terra. Foi Sua mão que suspendeu os mundos no espaço e deu forma às flores do campo. ‘Ele converteu o mar em terra firme’ (Sl 66:6). ‘Seu é o mar, pois Ele o fez’ (Sl 95:5). Foi Ele quem encheu a Terra de beleza, e de cânticos o ar. E sobre todas as coisas na terra, no ar e no firmamento, escreveu a mensagem do amor do Pai” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 20).
As coisas materiais não são ruins em si mesmas. Diferentemente de algumas religiões, que ensinam que o mundo material e a matéria, em si, são maus e apenas as coisas espirituais são boas, a Bíblia valoriza o mundo material.
Afinal, o próprio Jesus o criou. Como, então, o mundo poderia ser mau? Infelizmente, assim como ocorre com todos os dons de Deus, o mundo material pode ser pervertido e usado para o mal, mas isso não torna mau o dom original. A Bíblia nos adverte contra o abuso e a perversão das coisas que Deus criou neste mundo, mas não contra as próprias coisas.
Ao contrário, Deus criou o mundo material. Seu desejo era que Seu povo também se beneficiasse dos frutos e benefícios desse mundo: “Vocês e os levitas e os estrangeiros que estiverem no meio de vocês se alegrarão com todas as coisas boas que o Senhor, o seu Deus, dá a vocês e às suas famílias” (Dt 26:11, NVI; veja também Dt 14:26).
Jesus é o Criador (Jo 1:1-3), e a Terra é apenas uma amostra da Sua criação. Sua capacidade criativa dá a Ele uma perspectiva singular a respeito da vida e daqueles que vivem na Terra. Cristo conhece o valor das coisas materiais e nos presenteou com elas para nosso benefício e felicidade. Ele também sabe o que acontece quando a humanidade perverte essas dádivas, ou faz delas um fim em si mesmas. Assim como todas as coisas, essas dádivas devem ser usadas para a glória de Deus.
Observe as dádivas maravilhosas do mundo criado. Mesmo depois da devastação do pecado, ainda podemos ver o bem inerente em muitas partes da criação. O que a natureza, em sua excelência, revela sobre a bondade de seu Criador?
Fortaleça sua vida por meio do estudo da Palavra de Deus: acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org
Segunda-feira, 15 de janeiro
Filho de Deus/Filho do Homem
Como cristãos, acreditamos que Jesus era plenamente Deus e plenamente humano. Essa união da divindade com a humanidade torna Sua perspectiva singular em relação ao que é importante na Terra e importante para a eternidade. O fato de que não compreendemos como Cristo pode ter uma natureza divina/humana não anula essa verdade, assim como nossa falta de conhecimento sobre aerodinâmica não impede que um avião voe.
“Eis aqui dois mistérios em um: a pluralidade de pessoas na unidade divina, e a união da divindade e humanidade na pessoa de Jesus […]. Nada na ficção é tão maravilhoso quanto essa verdade da encarnação” (J. I. Packer, Knowing God [Conhecendo Deus], Downers Grove, Illinois: InterVarsity Press, 1973, p. 53).
Uma das razões pelas quais Jesus veio ao mundo foi mostrar quanto Deus é amoroso e quanto Ele cuida de cada um de nós. Embora alguns acreditassem que a divindade fosse fria e distante, Jesus revelou o verdadeiro caráter do nosso Pai celestial.
Entretanto, Satanás tem tentado separar de Deus os seres humanos. Ele tem tentado despersonalizá-Lo, caracterizando-O como alguém que não se importa conosco. Ele faz tudo o que pode, mediante todos os meios possíveis, para que não conheçamos nem experimentemos a realidade da bondade e da graça de Deus.
O amor excessivo pelas coisas materiais é uma das artimanhas de Satanás para alcançar esse objetivo, e isso tem dado certo!
2. Leia Mateus 19:16-22. Como Satanás pode usar nosso amor pelas coisas materiais para nos manter distantes do Senhor?
Imagine Jesus, o Deus encarnado, falando a esse jovem que obviamente sabia que Ele era alguém especial. Porém, o que aconteceu? O jovem permitiu que sua grande riqueza e seu amor pelas coisas materiais o separasse do próprio Deus em pessoa! O amor pelo mundo e pelas coisas materiais o cegou tanto que, embora ele estivesse triste, sua tristeza não foi suficiente para fazê-lo realizar a coisa certa. Ele não estava triste porque estava perdendo suas posses, pois ele não estava. Na verdade, ele estava triste porque estava perdendo a vida eterna por causa dessas coisas.
Sendo ricos ou pobres, como podemos nos relacionar corretamente com as coisas materiais?
Terça-feira, 16 de janeiro
Cristo, o Redentor
Dívida não é um princípio do Céu. Contudo, Adão e Eva pecaram, e a transgressão da lei significava morte. Portanto, a humanidade passou a dever à justiça divina. Estávamos falidos, espiritualmente inadimplentes de uma dívida que jamais poderíamos pagar.
O amor de Deus por nós colocou em ação o plano da redenção. Jesus tornou-Se nosso “fiador” (Hb 7:22). A identidade de Cristo como Redentor revela a transação mais importante já feita. Somente o sacrifício de Sua vida poderia realizar o pagamento exigido pela justiça divina. Jesus pagou a dívida do nosso pecado quando a justiça e a misericórdia se beijaram na cruz. O Universo nunca tinha visto nem testemunhado tamanha riqueza como no pagamento pela redenção da humanidade (Ef 5:2).
“Derramando toda a riqueza do Céu neste mundo, dando-nos todo o Céu em Cristo, Deus adquiriu a vontade, as afeições e a mente de todo ser humano” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 326).
3. Do que Cristo nos salvou? Leia cada um dos textos e assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso: Cl 1:13; 1Ts 1:10; 1Pe 1:18; Hb 2:14, 15; Gl 3:13; Ap 1:5
A.( ) Do dinheiro e de todas as coisas materiais.
B.( ) Da morte, da maldição da lei e dos nossos pecados.
A palavra grega tetelestai, em João 19:30, tem sido considerada a palavra mais importante já proferida. Ela significa “está consumado”, e foi a última declaração de Jesus na cruz. Essa declaração final significa que Sua missão foi cumprida e nossa dívida foi “paga integralmente”. Ele não a proferiu como alguém sem esperança, mas como Aquele que conseguiu redimir o mundo perdido. A cruz é um acontecimento passado com um efeito presente e uma esperança futura. Jesus deu a vida para destruir, de uma vez por todas, o pecado, a morte e as obras do diabo. Isso significa que, embora não mereçamos, somos redimidos (Ef 1:7). Vislumbrar as maravilhas da salvação é pisar em terreno sagrado.
Cristo como Redentor é a imagem mais sublime de Deus. Seu interesse supremo é nos redimir. Isso revela Sua perspectiva para com a humanidade e especialmente como Ele valoriza o relacionamento conosco. Tendo a justiça sido satisfeita, Cristo volta Sua atenção para nossa resposta a Seu sacrifício.
Pense nisto: Cristo pagou a dívida, completa e integralmente, por todo o mal que você já fez. Qual deve ser sua resposta? (Veja Jó 42: 5, 6).
Quarta-feira, 17 de janeiro
Um Deus zeloso
Ao confrontar Faraó, Deus declarou: “Esta vez enviarei todas as Minhas pragas sobre o teu coração, e sobre os teus oficiais, e sobre o teu povo, para que saibas que não há quem Me seja semelhante em toda a Terra” (Êx 9:14).
4. O que o Senhor quis dizer quando afirmou: “Não há quem Me seja semelhante em toda a Terra”?
“Para a finita mente humana, é impossível compreender plenamente o caráter ou as obras do Infinito. Para o intelecto mais perspicaz, para o espírito mais poderoso e mais altamente educado, aquele santo Ser tem que permanecer para sempre envolto em mistério” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 698, 699).
Não há ninguém igual a Deus (1Rs 8:60). Ele pensa, lembra e age de maneiras que não compreendemos. Não importam nossas tentativas de transformá-Lo em nossa própria imagem, Deus continua sendo Deus. Foi Ele quem criou, de maneira singular, cada floco de neve, cérebro, rosto e característica individual, e “não há outro” além dEle (1R 8:60). Afinal, Deus é o Criador, e como Criador Ele é certamente distinto de Sua criação.
5. O que estes textos revelam sobre como Deus é diferente de Sua criação? 1Sm 2:2; Sl 86:8; Is 55:8, 9; Jr 10:10; Tt 1:2
Quando consideramos tudo o que Deus é, tudo o que Ele possui, e tudo o que Ele faz, é surpreendente que Ele possa ter competidores! Mas Ele tem, no sentido de que precisa “competir” pelo amor e afeição humanos. Talvez seja por isso que Ele afirma ser “zeloso” (Êx 34:14, que também pode ser traduzido como “ciumento”). Deus criou os seres humanos para que sejam livres, o que significa que temos a opção de servi-Lo ou servir a qualquer outra coisa. Em muitos aspectos, esse tem sido o problema humano fundamental: escolher servir a outros deuses, independentemente da forma em que eles se apresentem, em vez de servir ao único Deus que vale a pena servir, Aquele que criou e é o dono de todo o Universo. Por isso Ele é, de fato, um Deus zeloso.
Em sua vida, existe algo competindo com Deus por suas afeições?
Quinta-feira, 18 de janeiro
Propriedade verdadeira
Pertencemos a Deus, tanto pela criação como pela redenção. E não apenas pertencemos ao Senhor, mas todas as nossas posses também pertencem a Ele. Não possuímos nada além de nossas próprias escolhas.
Em contraste com isso, um princípio central do mundanismo é a ideia de que somos donos de nossas posses. Isso é um engano, pois o pensamento de que os cristãos são os proprietários finais dos seus bens é um conceito contrário ao que a Palavra de Deus ensina.
É Deus quem possui todas as coisas (Jó 38:4-11). Somos apenas estrangeiros e inquilinos (Lv 25:23), assim como os israelitas na Terra Prometida. Dependemos de Deus até mesmo para respirar (At 17:25). O que julgamos possuir, pertence a Ele. Somos apenas Seus mordomos e, como tais, devemos administrar posses tangíveis e até intangíveis para a glória de Deus.
6. De acordo com Deuteronômio 10:14; Salmo 50:10; 104:16; Ezequiel 18:4; Ageu 2:8 e 1 Coríntios 6:19, 20, quais coisas Deus possui? Como devemos ver as coisas materiais que estão em nossa posse? Assinale a alternativa correta:
A.( ) Somente as coisas espirituais são propriedade divina. As coisas materiais pertencem aos seres humanos.
B.( ) O céu, a Terra e tudo o que neles há; animais, árvores, seres humanos, prata, ouro e o nosso corpo.
“Todas as coisas pertencem a Deus. Podem os homens ignorar Seus reclamos. Enquanto o Senhor derrama abundantemente Suas bênçãos sobre eles, talvez estejam usando tais bênçãos para satisfação egoísta, mas por certo serão chamados a prestar contas de sua mordomia” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja,
v. 9, p. 246).
Deus como dono e nós como mordomos devemos ter um relacionamento mediante o qual Ele possa nos usar de maneiras que nos preparem para o Céu e que beneficiem e abençoem os outros. Porém, os mordomos infiéis podem restringir o acesso do Proprietário às Suas próprias posses. Como vimos ontem, Deus não nos força a realizar Sua vontade. Ele nos criou e nos concedeu bens materiais para serem administrados para Ele até Seu retorno. O que fazemos com essas coisas reflete o tipo de relacionamento que temos com o Senhor.
Não somos donos de nada. Tudo pertence a Deus. Como devemos nos relacionar com os bens materiais?
Sexta-feira, 19 de janeiro
Estudo adicional
A mordomia teve início quando Deus colocou Adão e Eva em um lindo jardim do qual eles deveriam cuidar e administrar (Gn 2:15). Nesse ambiente perfeito, era tarefa deles tornar o jardim habitável, e isso não deve ter sido difícil. Deus deu autoridade ao casal em sua função e os ensinou sobre sua responsabilidade. Cuidar do Éden daria sentido e traria felicidade a eles.
O verbo hebraico para “domínio” (Gn 1:26, 28) significa “colocar sob controle e governo”. Dado o contexto, esse não era um domínio severo, mas um governo benevolente no cuidado para com a criação. A responsabilidade de cuidar da criação ainda não terminou. No paraíso, Adão e Eva deviam aprender que Deus era o
Proprietário, e eles, Seus administradores ou mordomos. Desde o início, Deus tinha a intenção de que eles tivessem posições de responsabilidade e confiança, mas não como proprietários. Eles deveriam demonstrar a Deus que eram fiéis às suas tarefas.
“Adão e Eva receberam a missão de cuidar do jardim do Éden. Eles deveriam cultivá-lo e guardá-lo (Gn 2:15). Estavam felizes em seu trabalho. Sua mente, coração e vontade atuavam em perfeita harmonia. Não encontravam, em seu trabalho, cansaço nem tarefa difícil. Suas horas eram preenchidas com trabalho útil e comunhão um com o outro. A ocupação deles era agradável. Deus e Cristo os visitavam e falavam com eles. Eles receberam a perfeita liberdade […]. Deus era o dono de sua casa no Éden. Eles a mantinham sob Seu domínio” (Ellen G. White,
Manuscript Releases, v. 10, p. 327).
Perguntas para discussão
1. Deus é o dono do mundo. O que isso nos ensina sobre nossa responsabilidade com o meio ambiente? Embora tenhamos que evitar o fanatismo político de alguns ambientalistas que adoram a própria criação, qual deve ser a nossa atitude em relação ao cuidado para com a natureza?
2. Pense na ideia de que Deus é “zeloso” ou “ciumento”. Não é fácil entender esse conceito, porque entendemos o ciúme como algo ruim. Dá para aplicar essa ideia a Deus sem os sentidos negativos dessa palavra?
3. Como distinguir a alegria e o uso apropriado das coisas físicas criadas por Deus do abuso dessas coisas? Por que essa distinção é tão importante?
Respostas e atividades da semana: 1. B. 2. Peça que os alunos deem exemplos de situações em que isso acontece em sua vida. 3. F; V. 4. Peça aos alunos que discutam essa questão em duplas e construam juntos uma resposta. 5.Distribua os textos entre as duplas. Cada dupla deve ficar responsável por um texto e destacar pelo menos um aspecto da diferença entre o Criador e Suas criaturas. 6. B.
#PrimeiroDeus – Receba o 3o sábado do ano na alegria do Senhor. Leia com a família a Meditação Pôr do Sol na Janela 10/40.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Igreja Conectada

Carlos Magalhães

Carlos Magalhães

Igreja Conectada
 Coluna fala sobre como levar a mensagem de Cristo ao maior número possível de pessoas com tecnologia digital e os recursos presentes no universo web.
 

Em Destaque

 

Como manter-se seguro na Internet – Parte 1

Foto: Shutterstock

Estamos iniciando uma série de artigos onde vamos explorar alguns perigos da web e como você pode se proteger.
A Internet parece sofrer o mesmo fenômeno de algumas cidades: quanto mais cresce, mais perigosa se torna. A medida em que a Internet se expande, também cresce o número de pessoas mal intencionadas e criminosos que exploram as fragilidades do mundo virtual e a falta de conhecimento dos seus usuários para realizar práticas incorretas e delitos.
Infelizmente precisamos aceitar que a Internet, devido às suas próprias características e a maneira como foi criada, sempre representará algum risco para quem a utiliza. Mas, ainda assim podemos minimizar esses riscos e evitar certos problemas para navegarmos mais tranquilos.
Leia também:
Cuidado com as senhas
Essa é uma questão complicada e controversa. A maioria dos serviços na Internet exige uma identificação do usuário com login e senha. Como vamos lembrar de todas? Algumas pessoas com dificuldade de memorizar anotam as senhas em folhas de papel colocando-as sobre teclados, monitores, no fundo da gaveta e etc. Para evitar isso recomendamos os seguintes cuidados:

Senha com data de expiração
O ideal é que uma senha dure entre 30 ou 45 dias. Alguns sites e redes sociais oferecem a opção de lembrar o usuário para trocar a senha no prazo definido.

Evitar a repetição
A nova senha deve ser bem diferente e não ter mais de 60% dos caracteres da senha anterior.
Composição com números, letras e símbolos

Misture letras com números. Ex.:1s4e3u2s ou 1432seus
Alterne letras maiúsculas, minúsculas e símbolos @#$%& .

Não usar nomes ou números relacionados ao cotidiano.
Evite usar nomes, sobrenomes, apelidos, datas de nascimento, números de documento, placa do seu carro, nomes de planetas e palavras do dicionário.

Como escolher uma boa senha
Pelo menos oito caracteres (letras maiúsculas, minúsculas, números, símbolos).
Que seja simples de digitar e fácil de recordar
Uma boa técnica é resumir frases pegando só a letra inicial. Ex.: a frase “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho” ficaria assim: pDaomdtmqdsF. Podemos adicionar símbolos e números para ficar ainda mais seguro !pDaomdtmqdSF7
O ideal é que exista uma senha para cada site ou serviço de Internet que você utiliza. Dessa forma os ladrões de senha não conseguirão acessar todas suas contas e serviços.

Cuidado com Wi-Fi Grátis em lugares públicos

As redes públicas de Wi-Fi são aquelas grátis que você encontra em algumas lojas, praças, aeroportos, shoppings e hotéis. Tenha cautela porque elas oferecem alguns riscos de segurança. Crackers (comumente chamados de hackers) usam técnicas que podem interceptar os dados, fotos e vídeos que trafegam nessas redes de Wi-Fi. Algumas sugestões de cuidados:
-Nunca use Wi-Fi público para comprar online, acessar banco ou outros sites críticos. Implemente a autenticação de dois fatores nos sites e apps críticos. A autenticação de dois fatores exige além do login e senha algum outro item de confirmação que pode ser um e-mail ou SMS.
– Em lugares públicos visite somente sites com HTTPS.
– Desligue a opção de conexão ou reconhecimento automático de redes Wi-Fi no seu smartphone.
– Monitore sua conexão Bluetooth quando em lugares públicos para assegurar que ninguem está interceptando sua transferência de dados.
– Prefira se conectar via 3G ou 4G.
Há um ditado na indústria de cibersegurança que afirma existirem três tipos de pessoas no mundo: aqueles que foram hackeados, aqueles que serão, e aqueles que estão sendo hackeados agora e não sabem ainda. Exagero ou não, quanto melhor você se proteger, maiores serão suas chances de minimizar os danos potenciais.
No próximo artigo abordaremos quem são os hackers, crackers e os cuidados necessários para se evitar os vírus no smartphone e os famosos ransomwares.

 

 

 
 
 
 

sábado, 6 de janeiro de 2018

Lição 2. 06 a 13 de janeiro- Vejo, quero, pego


Sábado à tarde
VERSO PARA MEMORIZAR: “O que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, porém os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera” (Mt 13:22).

LEITURAS DA SEMANA: 2Co 8:1-7; Mt 13:3-7, 22; Gn 3:1-6; Is 56:11; Mt 26:14-16; 2Pe 1:5-9

O amor ao dinheiro e aos bens materiais pode nos atingir de muitos ângulos diferentes. Ellen G. White descreveu a artimanha do diabo para nos atrair por meio das armadilhas do materialismo. “Vão, façam com que os donos de terras e de dinheiro se embriaguem com os cuidados desta vida. Apresentem o mundo diante deles em sua mais atraente luz, de modo que acumulem seu tesouro aqui, e fixem sua atenção sobre as coisas terrestres. Devemos fazer o máximo para evitar que os que trabalham na causa de Deus obtenham meios para usar contra nós. Conservem o dinheiro em nossas próprias fileiras. Quanto mais dinheiro obtiverem, tanto mais prejudicarão nosso reino tirando de nós os nossos súditos. Façam com que se preocupem mais com o dinheiro do que com a edificação do reino de Cristo e a disseminação das verdades que odiamos, e não precisamos temer-lhes a influência, pois sabemos que toda pessoa egoísta e cobiçosa cairá em nosso poder, e finalmente se separará do povo de Deus” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 154, 155).
Infelizmente, essa artimanha parece estar funcionando bem. Consideremos, então, esses perigos e o que a Palavra de Deus nos revela, a fim de que evitemos essa armadilha espiritual.
Domingo, 07 de janeiro
O evangelho da prosperidade
Um pregador popular da televisão tem uma mensagem simples: Deus quer abençoá-lo, e a prova de Sua bênção é a abundância de bens materiais que você possui. Em outras palavras, se você for fiel, Deus o tornará rico.
Esse pensamento, ou variações dele, tem sido chamado de “evangelho da prosperidade”. Sua mensagem é: “Siga a Deus, e Ele o enriquecerá com bens materiais”. Essa ideia não é senão uma falsa justificativa teológica para o materialismo, pois o que ela realmente está dizendo é o seguinte: “Você quer ser materialista e se sentir bem com isso? Bem, temos o ‘evangelho’ para você!”
No entanto, relacionar o evangelho à riqueza garantida é uma ênfase equivocada. Essa crença cria uma dissonância em relação às Escrituras e reflete uma
teologia egocêntrica que não é nada mais do que uma meia-verdade revestida em linguagem bíblica. Na essência dessa mentira está a questão central de todo pecado, que é o ego e o desejo de agradar a si mesmo acima de todas as outras coisas.
A teologia do evangelho da prosperidade ensina que, ao dar a Deus, recebemos em troca uma garantia de prosperidade material. Mas isso torna Deus uma máquina de venda automática e transforma nosso relacionamento com Ele apenas um negócio: eu faço isso, e você promete fazer aquilo em troca. Damos, não porque seja a coisa certa a fazer, mas pelo que ganhamos em troca.
Esse é o evangelho da prosperidade.
1. Leia 2 Coríntios 8:1-7. Quais princípios, nesse texto, vão contra a ideia do evangelho da prosperidade? O que Paulo quis dizer quando falou do “privilégio de contribuir” (NVI)?
Embora estivessem vivendo em “extrema pobreza”, essas pessoas eram muito generosas, doando ainda mais do que podiam (2Co 8:2; NVI). Textos como esse, e muitos outros, refutam a falsa teologia do evangelho da prosperidade, segundo a qual, se estamos vivendo corretamente diante de Deus, teremos muitos bens materiais como demonstração disso.
Você tem exemplos de pessoas fiéis a Deus, mas que não são ricas em bens materiais? E as que não são fiéis, mas têm prosperidade financeira? O que isso revela sobre o uso da riqueza como indicador das bênçãos de Deus?
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Segunda-feira, 08 de janeiro
Visão espiritual obscurecida
Bíblia ensina uma verdade óbvia: os cuidados desta vida e as riquezas são temporários. Nada permanece, e as coisas do mundo não duram muito tempo. Como disse Paulo: “Não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas” (2Co 4:18). A visão dos cristãos torna-se míope quando seu foco está nos cuidados deste mundo, e não no caminho para o Céu. Poucas coisas podem cegar seus olhos mais do que o engano das riquezas. Helen Keller, que era cega, disse: “A pessoa mais patética do mundo é aquela que enxerga, mas não vê.” A Bíblia está repleta de exemplos de pessoas que podiam enxergar, mas eram, de fato, espiritualmente cegas.
“Alguns amam tanto este mundo que ele consome seu amor pela verdade. À medida que seus tesouros aumentam aqui na Terra, seu interesse no tesouro celestial diminui. Quanto mais possuem deste mundo, tanto mais eles o abraçam, como se temessem que seu cobiçado tesouro lhes fosse tirado. Quanto mais possuem, menos têm para dar aos outros, porque quanto mais eles têm, mais pobres se sentem. Oh! O engano das riquezas! Eles não verão nem sentirão as necessidades da causa de Deus” (Ellen G. White, Spiritual Gifts [Dons Espirituais], v. 2; p. 267).
A visão espiritual obscurecida coloca a salvação eterna em risco. Não basta manter Jesus à vista; devemos mantê-Lo em foco.
2. Leia Mateus 13:3-7 e 22. Sobre qual perigo Jesus nos advertiu? Assinale a alternativa correta e reflita sobre a razão pela qual é tão fácil cair nessa armadilha, sendo nós ricos ou pobres:
A.( ) Das preocupações desta vida e do engano das riquezas.
B.( ) Dos falsos mestres e profetas.
Primeiramente, Jesus nos advertiu quanto às “preocupações desta vida” (Mt 13:22, NVI). Ele sabe que temos inquietações, inclusive financeiras. Os pobres se preocupam se terão o suficiente; os ricos se preocupam com seus desejos. Precisamos apenas ter a certeza de que não deixaremos essas preocupações sufocarem a Palavra em nossa vida (Mt 13:22).
Em segundo lugar, Jesus nos advertiu sobre o “engano das riquezas” (Mt 13:22). Embora as riquezas em si não sejam más, elas ainda possuem o poder de nos enganar de tal maneira que podem levar à destruição final.
De que maneira você observa o “engano das riquezas” em sua vida? Quais escolhas práticas você pode fazer para se proteger desse engano?
Terça-feira, 09 de janeiro
Passos da cobiça
Como todos os pecados, a cobiça começa no coração. Ela tem início dentro de nós e, em seguida, desenvolve-se em nosso exterior. Foi o que aconteceu no Éden.
3. Leia Gênesis 3:1-6. O que Satanás fez para atrair Eva ao pecado? Através dos séculos, como ele tem usado os mesmos princípios para nos enganar também?
“Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu” (Gn 3:6).
É posssível pensar que a indústria publicitária obteve seu exemplo paradigmático de como vender seus produtos a partir da história do Éden. O diabo apresentou o fruto da árvore proibida de maneira a criar em Eva o desejo de querer mais do que ela já possuía, e fazê-la pensar que precisava de algo de que realmente não necessitava. Genial! A queda de Eva é uma demonstração dos três passos que cada um de nós toma quando cai na cobiça: Ver, querer e pegar.
A cobiça pode ser um pecado silencioso. Assim como a luxúria, ela se esconde por trás do véu do nosso corpo. Mas quando finalmente produz frutos, é devastadora! Ela pode prejudicar relacionamentos, deixar cicatrizes em nossos queridos, e nos esmagar com a culpa depois.
Deixe a cobiça emergir, e ela passará por cima de qualquer princípio. O rei Acabe viu a vinha de Nabote, desejou-a, e ficou aborrecido até que sua esposa, a rainha Jezabel, matou Nabote por causa da vinha (1Rs 21). Acã não pôde resistir quando viu uma capa, prata e ouro. Ele então os cobiçou e tomou-os para si (Js 7:20-22).
A cobiça é, por fim, apenas uma outra forma de egoísmo.
“Se o egoísmo é a forma predominante do pecado, a cobiça pode ser considerada a forma predominante do egoísmo. Isso é sugerido de maneira impressionante pelo apóstolo Paulo. Ao descrever os ‘tempos difíceis’ da apostasia final, ele retratou o egoísmo como a origem prolífica de todos os males que predominarão, e a cobiça como seu primeiro fruto. ‘Pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes’ [2Tm 3:2]” (John Harris, Mammon [Mamon], Nova York: Lane & Scott, 1849, p. 52).
Por que é importante reconhecer em nós todas as tendências para a cobiça?
Quarta-feira, 10 de janeiro
Ganância: fazendo as coisas do seu jeito
4. Leia Isaías 56:11. Sobre qual pecado esse texto nos adverte? Complete a lacuna:
“Tais cães são gulosos, nunca se fartam; são pastores que nada compreendem, e todos se tornam para o seu caminho, cada um para a sua __________, todos sem exceção” (Is 56:11).
Para nós, seres caídos, a ganância pode ser uma tendência tão fácil e natural quanto respirar. No entanto, é difícil imaginar no caráter humano algo que reflita menos o caráter de Cristo do que a ganância. Paulo declarou: “Conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, Se fez pobre por amor de vós, para que, pela Sua pobreza, vos tornásseis ricos” (2Co 8:9).
Somente o Senhor sabe o dano que a ganância causou ao longo da História. A avareza provocou guerras; levou pessoas a cometer crimes que arruinaram a si mesmas e suas famílias. A ganância é um vírus que se prende ao seu hospedeiro e consome todas as suas virtudes, até que tudo o que resta é cada vez mais cobiça. Ela é um mal que deseja tudo: paixão, poder e bens. Novamente, vejo, quero, pego.
5. Leia Mateus 26:14-16. O que aprendemos sobre o poder da ganância nessa triste história? Assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso:
A.( ) A ganância domina o coração, tirando todos os escrúpulos.
B.( ) É necessário ter ganância. Ela nos motiva a progredir na vida.
Observe as palavras de Judas: “O que me darão se eu O entregar a vocês?” (Mt 26:15, NVI). Ele deixou a ganância dominá-lo! Judas tinha sido privilegiado como pouquíssimas pessoas em toda a História: viveu com o Cristo encarnado, testemunhou Seus milagres e O ouviu pregar as palavras da vida. Não obstante, veja o que a ganância e a cobiça o levaram a fazer!
“Quão ternamente o Salvador tratou aquele que havia de ser Seu traidor! Em Seus ensinos, demorava-Se sobre os princípios de generosidade que feriam pela raiz a cobiça. Apresentava diante de Judas o odioso caráter da ganância, e muitas vezes o discípulo compreendeu que seu caráter fora descrito, apontado seu pecado; mas não quis confessar nem abandonar sua injustiça” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 295).
Se não formos cuidadosos, quem de nós não manifestará ganância? Por meio da graça de Deus, como podemos manter essa tendência natural sob controle?
Quinta-feira, 11 de janeiro
Domínio próprio
6. Leia os textos a seguir. Como as pessoas, ricas ou pobres, podem se proteger dos perigos envolvidos na ganância, cobiça e amor ao dinheiro e coisas materiais?
Atos 24:24-26 _______________________________________________________________________________________________________________
Gálatas 5:22-25 _____________________________________________________________________________________________________________
2 Pedro 1:5-9 _______________________________________________________________________________________________________________
Esses textos são muito ricos e estão repletos de ordens divinas sobre como devemos viver. Mas observe algo em comum em todos eles: o domínio próprio. Desenvolver esse traço pode ser especialmente difícil quando se trata de ganância, cobiça e desejo de possuir coisas. Somente por meio do domínio próprio, primeiro de nossos pensamentos e depois de nossas ações, podemos nos proteger dos perigos das coisas que mencionamos.
Podemos exercer esse domínio unicamente na medida em que nos entregamos ao poder do Senhor. Nenhum de nós pode, por si mesmo, vencer esses traços pecaminosos, especialmente se eles têm sido cultivados e alimentados há muito tempo. Realmente precisamos da obra sobrenatural do Espírito Santo em nossa vida, se quisermos obter a vitória sobre esses enganos poderosos. “Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar” (1Co 10:13).
7. Leia novamente 2 Pedro 1:5-9. Para qual caminho Pedro apontou? Quais são os passos e como podemos segui-los, especialmente em nossa luta contra a ganância e a cobiça?
Sexta-feira, 12 de janeiro
Estudo adicional
O maior objetivo do homem é ser feliz e satisfeito. Porém, obter realizações pessoais por meio do materialismo não nos fará alcançar esse objetivo. As pessoas sabem que isso é verdade, mas continuam em sua obsessão por posses: vejo, quero, pego. Os adventistas do sétimo dia também são confrontados com a tentação de aderir aos valores do materialismo. No entanto, a aquisição contínua de bens não produz felicidade, satisfação nem contentamento. Em vez disso, produz problemas, como na história do jovem rico, o qual se afastou de Jesus infeliz, abatido e desanimado por não ouvir nem obter o que queria. “Os valores materialistas estão associados ao enfraquecimento generalizado do bem-estar das pessoas, desde a baixa satisfação e felicidade na vida, à depressão e à ansiedade, e também aos problemas físicos como dores de cabeça, transtornos de personalidade, narcisismo e comportamento antissocial” (Tim Kasser, The High Price of Materialism [O alto preço do materialismo]; Cambridge, Massachusetts: The MIT Press, 2002, p. 22).
Cristãos materialistas, em outras palavras, orgulhosamente bebem do poço da riqueza, mas estão espiritualmente desidratados. Contudo, nunca teremos sede se bebermos da água que Cristo oferece (Jo 4:14).
Perguntas para discussão
1. Reflita sobre o evangelho da prosperidade. Quais textos as pessoas que acreditam nessa ideia utilizam para promovê-la? Quais exemplos bíblicos encontramos de pessoas fiéis cuja vida refuta esse falso ensino?
2. Alguém disse: “Aprendi duas verdades bíblicas com meu filho. A primeira é que nascemos pecadores. A segunda é que nascemos gananciosos.” Você conhece alguma história que mostra que até as crianças são gananciosas? O que isso revela sobre a nossa necessidade da graça divina?
3. Alguém escreveu: “Se procuramos a origem dos nossos problemas, não devemos submeter as pessoas a um teste de drogas, mas a um teste de estupidez, ignorância, ganância e amor pelo poder.” Você pode dar exemplos de situações em que a ganância causou danos aos envolvidos?
Respostas e atividades da semana: 1. Peça que um dos alunos leia o texto em voz alta. Enquanto isso, a classe deve refletir sobre as perguntas com base no texto bíblico. Em seguida, peça que os alunos compartilhem suas respostas. 2. A. 3. Escolha um aluno para responder à questão. Peça a ele que compartilhe sua resposta com a classe. 4. Ganância. 5. V; F. 6. Divida a classe em três grupos. Cada grupo deve ficar responsável por uma passagem bíblica. Após refletirem sobre a questão, peça aos alunos que compartilhem suas respostas com a classe. 7. Peça aos alunos que formem duplas e compartilhem uns com os outros os passos que devemos dar na luta contra a ganância e a cobiça. Depois, comente com toda a classe.
#PrimeiroDeus – Receba o 2º sábado do ano com a paz de Cristo. Leia com a família a Meditação Pôr do Sol na Janela 10/40.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Corpo do guadalupense Wendrel Lucas é achado a 18 metros de profundidade

A equipe do Corpo de Bombeiros afirmou para o Portal Cidade Luz que o corpo do jovem de 13 anos, foi encontrado no lago de Boa Esperança a 18 metros de profundidade.
O corpo do jovem Wendrel Lucas, de 13 anos, que morreu afogado no lago de Boa Esperança, na tarde da quarta-feira, 03, por volta das 16h, foi localizado pelo Guarnição do Corpo de Bombeiros de Teresina, chefiada pelo Subtenente e mergulhador de resgate Rodrigues, Sargento Givaldo e o I Sargento Jerryson.
De acordo com informações colhidas pela nossa reportagem, ainda na noite da quarta-feira, o acidente ocorreu quando a vítima vinha em uma embarcação pequena (canoa), próximo de uma ilha, acompanhado de um tio, e do seu avô.
Na ocasião chovia bastante, e o vento fez com que a embarcação viesse a afundar, fazendo com que os ocupantes começassem a nadar rumo a margem, mais infelizmente, o jovem Wendrel não conseguiu manter o ritmo e afundou.
Wendrel Lucas
O corpo de bombeiros chegou por volta das 13h:40min na cidade, e às 14h40min o corpo do jovem foi encontrado próxima a uma ilha, numa profundidade de 18 metros.
Dezenas de populares, juntamente com alguns familiares acompanharam de perto a chegada do corpo do jovem, que devido as condições do corpo, já não sabia se dava tempo para ser velado na casa dos familiares.
O delegado e policiais civis também estiveram acompanhado o resgate do corpo, para tomarem as providencias legais.
Compreender os propósitos de Deus muitas vezes pode ser uma tarefa bem difícil, principalmente quando a tristeza bate na nossa porta porque acabamos de perder um ente querido. Lágrimas passam pelos nossos olhos constantemente e o vazio da saudade aumenta o sofrimento severamente.

Hoje a saudade nos faz mais uma visita, mas não vem acompanhada da tristeza como protagonista. Com corações mais confortados, dedicaremos este dia para relembrar os bons momentos que foram compartilhados e como a presença de uma pessoa tão querida foi capaz de transformar tantas vidas abençoadas.

Que a dor da  perda  de Wendrel Lucas possa ser diminuída um pouquinho a cada dia e que daqui para frente esta ausência seja capaz de fortalecer ainda mais os laços entre amigos e familiares. O vazio que ficou jamais será preenchido, mas com a paz de Deus em nosso corações será bem menos difícil. O céu comemora hoje mais um ano da vida eterna de uma pessoa muito querida, que para sempre estará na nossa memória e influenciará eternamente a nossa história.(mensagem de quem foi seu professor na escola João Pinheiro por quase 3 (três anos) Edivaldo F Santos.

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segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Lição 1 30 de dezembro a 06 de janeiro - A influência do materialismo



Sábado à tarde
VERSO PARA MEMORIZAR: “Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:2).
LEITURAS DA SEMANA: 1Jo 2:16, 17; Lc 14:26-33; 12:15-21; Dt 8:10-14; 1Tm 6:10; Jo 15:5; Gl 2:20

A Palavra de Deus manda que Seu povo não se conforme “com este século” (Rm 12:2), mas a sedução do materialismo, o desejo excessivo por riqueza e pelo que pensamos que a riqueza pode trazer são poderosos. Pouquíssimas pessoas, ricas ou pobres, estão fora do alcance do materialismo, inclusive os cristãos.
Não há nada de errado em ser rico, nem mesmo em trabalhar com empenho para prosperar a fim de prover sustento e conforto para si e para a família. Mas quando o dinheiro ou sua busca passam a abranger todas as coisas, caímos na armadilha do diabo e nos conformamos “com este século”.
O mundo transmite a ideia de que a vida boa e abundante só pode ser encontrada no dinheiro. Mas o dinheiro é uma máscara por trás da qual Satanás se esconde para garantir nossa lealdade. O materialismo é uma das armas preferidas do inimigo contra os cristãos. Afinal, quem não gosta de dinheiro e do que ele pode nos proporcionar aqui e agora? Sua maior façanha é a gratificação instantânea, mas, no fim das contas, ele não pode satisfazer nossas necessidades mais profundas.
Quais são os segredos para escrever uma história de vitórias em 2018? Coloque #PrimeiroDeus em sua vida. Ore muito, estude a Bíblia e a Lição todos os dias e alcance pessoas para Cristo.
Domingo, 31 de dezembro
O Deus deste mundo
O dinheiro se tornou o deus deste mundo, e o materialismo é sua religião. O materialismo é um sistema sofisticado e traiçoeiro que oferece estabilidade temporária, mas não segurança suprema.
O materialismo, como o definimos aqui, ocorre quando o desejo por riquezas e posses se torna mais importante e valioso do que as realidades espirituais. Bens podem ser valiosos, mas seu valor não deve nos possuir: “Quem ama o dinheiro jamais dele se farta; e quem ama a abundância nunca se farta da renda” (Ec 5:10). Esse é o problema de desejar as coisas deste mundo: não importa quanto obtenhamos, nunca será suficiente; esforçamo-nos cada vez mais para obter cada vez mais algo que nunca consegue nos satisfazer. Essa é uma grande armadilha!
1. De acordo com 1 João 2:16, 17, o que realmente importa? Assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso:
A.( ) Lutar para viver da maneira mais confortável que pudermos.
B.( ) Fazer a vontade de Deus.
2. Leia Lucas 14:26-33. De acordo com Jesus, o que é de suprema importância para o cristão?
Talvez poderíamos dizer o seguinte: aqueles para quem o dinheiro, ou o desejo pelo dinheiro, torna-se uma realidade que consome todas as suas energias devem, na verdade, calcular o custo. “Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mc 8:36).
“Quando Cristo veio à Terra, a humanidade parecia estar rapidamente atingindo seu ponto mais degradante. Os próprios fundamentos da sociedade estavam minados. A vida havia se tornado falsa e artificial. Pelo mundo todo, todos os sistemas de religião estavam perdendo seu poder sobre a mente. Desgostosos com as fábulas e falsidades, e procurando abafar o pensamento, os homens volviam à incredulidade e ao materialismo. Deixando de contar com a eternidade, viviam para o presente” (Ellen G. White, Educação, p. 74, 75).
Pessoas voltavam-se à incredulidade, ao materialismo, e viviam apenas para o presente. Isso parece familiar? Quem não gosta de possuir coisas? As coisas também nos possuem? Quem é o único que deve nos possuir? Temos certeza de que Ele o faz?
Fortaleça sua vida por meio do estudo da Palavra de Deus: acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org
Segunda-feira, 01 de janeiro
Enchendo os celeiros
3. Leia Lucas 12:15-21. Qual é a mensagem desse texto? Como esse princípio se aplica a alguém que não seja necessariamente rico?
Quer sejamos ricos quer pobres, o desejo de possuir as coisas pode desviar a mente do que realmente importa e fazer com que nos concentremos, em vez disso, no que é apenas temporal, fugaz e que resultará em morte eterna.
Provavelmente jamais nos curvemos diante de uma estátua de ouro ou prata nem a adoremos. No entanto, ainda podemos estar em perigo de adorar o ouro e a prata em outras formas.
Essa realidade é aplicável em muitas partes do mundo, onde a vida é dedicada quase que exclusivamente à aquisição de bens. Em uma escala global, os varejistas tornaram a venda de seus produtos uma forma de arte. Toda a sua estratégia de marketing é desenvolvida para nos fazer pensar que não podemos ser felizes nem satisfeitos até que tenhamos o que eles estão vendendo. Uma empresa muito bem-sucedida criou um produto, fez-nos pensar que precisávamos dele, e depois o vendeu para nós. E a verdade é que funcionou! Mesmo os cristãos, cuja esperança não está no mundo, não estão a salvo desse engano.
4. Leia Deuteronômio 8:10-14. De que maneira os membros da igreja estão em perigo de cair no pecado descrito nessa passagem?
Será que o acúmulo de riqueza e posses materiais faz crescer a espiritualidade, o amor a Deus e o desejo pelas coisas celestiais e espirituais? Você pode encontrar exemplos disso na Bíblia ou no mundo de hoje? Compartilhe sua resposta com a classe.
Incentive sua igreja a adquirir a meditação matinal deste ano, o livro Conselhos Sobre o Regime Alimentar e a assinatura da Revista Adventista.
Terça-feira, 02 de janeiro
A fascinação do materialismo
O mundo publicitário é poderoso. As empresas gastam bilhões para expor imagens de seus produtos diante de nós. Elas quase sempre usam pessoas bonitas e atraentes para promover o que estão vendendo. Olhamos para o anúncio e nos vemos, não apenas com o produto, mas realmente como as pessoas daquele anúncio publicitário.
O materialismo não seria tão eficaz se não fosse pela sensualidade sutil (e às vezes não tão sutil) embutida na propaganda. A sensualidade é a técnica publicitária mais poderosa, mas ela age como veneno para a maioria dos cristãos que estão lutando contra os perigos do materialismo.
5. Leia Mateus 6:22-24. O que os olhos representam, de acordo com o pensamento e ação cristãos? Assinale a alternativa correta e reflita sobre como devemos reagir às imagens sutis que nos tentam a consumir aquilo de que realmente não precisamos.
A.( ) A lâmpada do corpo.
B.( ) O poder de decisão.
A propaganda que associa sensualidade aos produtos pode se tornar uma ferramenta poderosa. Os varejistas vendem suas mercadorias criando entusiasmo na mente dos consumidores. A experiência é pura fantasia, mas funciona. Pode ser quase mística, levando as pessoas, ainda que brevemente, ao que parece ser outro domínio da existência. Ela se torna uma falsa religião que não oferece nenhum conhecimento nem verdade espiritual, porém é tão atraente e sedutora que muitas pessoas não resistem a ela. Desejamos ter essa experiência e sentimos que a merecemos, então por que não a obter? Somente Deus sabe as enormes quantias que foram e ainda serão gastas em coisas que os anunciantes nos convenceram de que precisamos.
6. “Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne” (Gl 5:16). Embora tendamos a pensar na “concupiscência da carne” apenas em termos sexuais, em que outros aspectos estamos em perigo de satisfazer essa concupiscência?
Quarta-feira, 03 de janeiro
Amor próprio
Pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um” (Rm 12:3).
Deus disse: “Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor” (Ez 28:17). Lúcifer enganou a si mesmo, julgando-se superior ao que ele realmente era. Quando disse em seu coração: “Serei semelhante ao Altíssimo” (Is 14:14), ele revelou ambição própria, reivindicando direitos que não possuía. Cobiça e engano próprios eram dois traços do coração caído de Lúcifer.
Esses textos sobre a queda de Lúcifer nos revelam, em muitos aspectos, que o narcisismo é o pecado original, definido pelo dicionário como “fascínio exagerado para consigo mesmo; amor próprio, vaidade”. Além desses, quais traços, em cada ser humano caído, são evidências maiores do autoengano?
Esses traços são mais comuns do que imaginamos. De modo arrogante, Nabucodonosor se julgou superior ao que ele realmente era (Dn 4:30). Os fariseus também aprenderam a acreditar nessa fantasia sedutora (veja Lc 18:11, 12). Se não tivermos cuidado, a riqueza também poderá nos levar a esse mesmo engano.
7. Leia 1 Timóteo 6:10. Qual é o perigo sobre o qual Paulo advertiu? Assinale a alternativa correta:
A.( ) O amor ao dinheiro.
B.( ) O adultério.
Paulo instruiu Timóteo a se acautelar de muitos tipos de pessoas ruins (2Tm 3:1-5), incluindo “os avarentos”. O amor ao dinheiro promove o excesso de confiança e uma postura de egocentrismo e presunção. Isso ocorre porque o materialismo incute nas pessoas que têm grandes posses um elevado senso de importância. Quando se tem muito dinheiro, é fácil estimar a si mesmo mais do que se deveria. Afinal, quase todo mundo quer ser rico, mas apenas um número muito pequeno de pessoas consegue. Por isso, é fácil para os ricos se tornarem egocêntricos, orgulhosos e jactanciosos.
Leia Filipenses 2:3. Por que o materialismo e as atitudes que ele promove são tão contrários ao ideal cristão?
Quinta-feira, 04 de janeiro
A total futilidade do materialismo
Há muitas pessoas que amam a Deus. Sua identidade é unida à Dele de uma forma que os bens materiais não podem separar.
8. De acordo com Deuteronômio 7:6; 1 Pedro 2:9, João 15:5 e Gálatas 2:20, o que significa ser propriedade exclusiva de Deus? Onde encontramos nossa verdadeira identidade?
Jesus disse: “Eu Sou a videira, vós, os ramos (…); sem Mim nada podeis fazer” (Jo 15:5). A ligação é direta e firme. “Toda verdadeira obediência vem do coração. Desse procedia também a de Cristo. E se consentirmos, Ele de tal forma Se identificará com nossos pensamentos e ideais, dirigirá nosso coração e espírito em tanta conformidade com Seu querer, que, obedecendo-Lhe, não estaremos senão seguindo nossos próprios impulsos” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 668).
Por outro lado, o materialismo nos oferece uma identidade semelhante às nossas posses. Em outras palavras, nós nos definimos com base no que possuímos e nos bens deste mundo que podemos comprar. Tiago nos advertiu contra isso: “O ouro e a prata de vocês enferrujaram, e a ferrugem deles testemunhará contra vocês e como fogo lhes devorará a carne. Vocês acumularam bens nestes últimos dias” (Tg 5:3, NVI). “Acumular” significa juntar e armazenar muitos tesouros; e ainda mais importante, nesses tesouros, muitos encontram sua identidade (Lc 12:19-21).
O materialismo é uma forma de desordem de identidade. Isso significa que, para muitos de nós, nossa identidade se funde com nossos bens. Nossas posses se tornam nosso Deus (Mt 6:19-21). Alguém disse: “Eu não sou nada sem as minhas coisas.” Como é triste que possamos encontrar nossa identidade apenas por meio de bens terrestres! Que maneira superficial, efêmera e, finalmente, fútil de viver, especialmente para alguém que afirma ser cristão! Identificamo-nos com Deus ou com nossas posses? No fim, será com um ou outro.
Quanto de sua identidade está relacionada às coisas que você possui?
Sexta-feira, 05 de janeiro
Estudo adicional
Hoje o inimigo compra indivíduos a preço bem baixo. ‘Por nada fostes vendidos’ (Is 52:3) é a linguagem das Escrituras. Um se vende pelos aplausos do mundo, outro por dinheiro; um para satisfazer a paixões baixas, outro por diversões mundanas. Essas transações são efetuadas diariamente. Satanás faz ofertas por aqueles que são aquisição do sangue de Cristo, e compra-os a baixo preço, apesar do preço infinito pago por seu resgate” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 133).
Comprar pessoas por meio do materialismo é o objetivo de Satanás, e suas armadilhas superficiais atraem todo coração. O materialismo não pode falar, mas conhece todas as línguas. Sabe como proporcionar prazer e gratificação aos ricos e aos pobres e fazê-los dizer: “Tenho tudo de que preciso aqui; por que me preocupar com qualquer outra coisa?” Assim o materialismo corrompe a mente e faz com que as pessoas confiem no que possuem, em vez de confiar em Deus. No entanto, o antídoto é “não por força nem por poder, mas pelo Meu Espírito” (Zc 4:6). O materialismo não pode resistir ao domínio do Espírito Santo quando nos entregamos a Deus e decidimos, por Sua graça, não deixar que o amor ao dinheiro governe nossa vida.
Perguntas para discussão
1. Os pobres também podem ser assolados pelos perigos que estudamos nesta semana? Como isso pode ocorrer?
2. Alguns dizem: “Não me importo com dinheiro. A riqueza não significa nada para mim.” Às vezes, os que dizem isso têm muito dinheiro. Por que, na maioria dos casos, isso não é verdade? As finanças são importantes e têm uma função em nossa vida. Como entender o dinheiro e nossa necessidade dele na perspectiva bíblica correta?
3. Leia atentamente as palavras de Jesus em Mateus 6:19-21. Essas palavras são uma maneira poderosa de nos proteger dos perigos do materialismo?
Respostas e atividades da semana: 1. F; V. 2. Dê um papel em branco para cada aluno. Peça a eles que coloquem, de 1 a 4, quais têm sido suas verdadeiras prioridades e não quais eles gostariam que fossem. Esse é um exercício de conscientização; portanto, encoraje-os a ser sinceros. Discuta com os alunos o que eles podem fazer para ordenar essas prioridades de acordo com a vontade de Deus. 3. Peça aos alunos que deem exemplos práticos de como idolatrar o dinheiro e as posses. Apele a eles que decidam todos os dias ajuntar riquezas para o reino de Deus. 4. Peça a opinião dos alunos. Incentive a classe a firmar um pacto mensal de ofertas em gratidão pelos recursos que Deus lhes deu para administrar. 5. A. 6. Divida a classe em duplas. Peça aos alunos que compartilhem suas ideias a respeito de como as pessoas satisfazem a concupiscência da carne nos dias de hoje. 7. A. 8. Escolha um aluno para responder essa questão. Peça que ele compartilhe sua resposta.
#PrimeiroDeus – Receba o 1o sábado do ano louvando ao Senhor e lendo com a família a Meditação Pôr do Sol na Janela 10/40.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Informativo Mundial das Missões – 30/12/17



Olá pessoal!
Feliz ano novo! Que Deus esteja com vocês em 2018! É o desejo da nossa família para todas as famílias adventistas ao redor do mundo.
Fiquem com Deus!

Comunicadores adventistas constroem pontes para a missão

Evento global de comunicação incentiva troca de experiências para otimizar o trabalho da comunicação adventista. Richard Stephenson e Alyssa...