quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Adultos: Lição 13 – Restauração Final da Unidade – 22 a 29 de Dezembro 2018





 


VERSO PARA MEMORIZAR
“Nós, porém, segundo a Sua promessa, esperamos novos céus e nova Terra, nos quais habita justiça” (2Pe 3:13).

LEITURAS DA SEMANA
Jo 14:1-3; Is 11:1-10; 35:4-10; Ap 21:1-5; 22:1-5; 1Ts 4:13-18

SÁBADO A TARDE – 22 DE DEZEMBRO 2018 – INTRODUÇÃO – Ano Bíblico: Ap 1–3
Uma das maiores promessas da Bíblia é a de que Jesus virá outra vez. Sem ela, não teríamos nada, pois nossas esperanças estão centralizadas nessa promessa e em seu significado para nós. Quando Cristo retornar nas nuvens do Céu, tudo o que é terrestre e de origem humana e, portanto, temporário e às vezes insignificante, será destruído. Após o milênio no Céu, esta Terra, com suas guerras, fome, doenças e tragédias, será renovada e se tornará a morada dos remidos, finalmente reunidos com o Senhor e uns com os outros.
A esperança na segunda vinda de Cristo é um assunto muito importante do Novo Testamento e, durante séculos, os cristãos têm desejado o cumprimento dessa promessa. Como adventistas do sétimo dia, também almejamos Seu retorno. De fato, nosso nome proclama essa esperança.
Nesta última lição, examinaremos essa promessa e o que ela significa para a unidade cristã. Nossa unidade em Cristo é muitas vezes ameaçada pelas nossas limitações e fraquezas humanas. Contudo, não precisaremos mais buscar soluções para nossas divisões, pois não mais haverá desunião. No segundo advento de Cristo, seremos um com o Senhor, finalmente reunidos, formando uma família restaurada.

DOMINGO, 23 DE DEZEMBRO 2018 – A CERTEZA DA VOLTA DE CRISTO – Ano Bíblico: Ap 4–6
1. João 14:1-3 é a promessa mais conhecida da segunda vinda de Jesus. Como será a vida dos remidos na nova Terra?
Os primeiros cristãos consideravam a volta de Cristo a “bendita esperança” (Tt 2:13). Eles esperavam que todas as profecias e promessas das Escrituras fossem cumpridas no segundo advento, pois esse é o verdadeiro objetivo da peregrinação cristã. Todos os que amam a Cristo aguardam o dia em que poderão compartilhar de uma comunhão face a face com Ele. Esses versículos sugerem uma proximidade e intimidade da qual compartilharemos não só com Jesus, mas também uns com os outros.
Os cristãos creem nessa promessa porque a Bíblia assegura seu cumprimento. Temos essa certeza porque acreditamos nas palavras de Jesus: “Voltarei” (Jo 14:3). Assim como a primeira vinda de Cristo foi profetizada, Sua segunda vinda também foi predita, mesmo no Antigo Testamento. Antes do Dilúvio, Deus disse ao patriarca Enoque que a vinda do Messias em glória acabaria com o pecado. Ele profetizou: “Eis que veio o Senhor entre Suas santas miríades, para exercer juízo contra todos e para fazer convictos todos os ímpios, acerca de todas as obras ímpias que impiamente praticaram e acerca de todas as palavras insolentes que ímpios pecadores proferiram contra Ele” (Jd 14, 15).
Mil anos antes de Jesus vir a esta Terra, o rei Davi também profetizou que a vinda do Messias reuniria o povo de Deus. “Vem o nosso Deus e não guarda silêncio; perante Ele arde um fogo devorador, ao Seu redor esbraveja grande tormenta. Intima os céus lá em cima e a Terra, para julgar o Seu povo. Congregai os Meus santos, os que comigo fizeram aliança por meio de sacrifícios” (Sl 50:3-5).
A segunda vinda de Cristo está intimamente ligada ao Seu primeiro advento. As profecias que predisseram Seu nascimento e ministério (por exemplo, Gn 3:15; Mq 5:2; Is 11:1; Dn 9:25, 26) são o fundamento para nossa esperança e confiança na promessa de Sua segunda vinda. Cristo “Se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de Si mesmo, o pecado […]. Assim também Cristo, tendo-Se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que O aguardam para a salvação” (Hb 9:26, 28).

Respostas e Atividades da Semana:

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Adultos: Lição 07 – Quando Surgem Conflitos – 10 a 17 de Novembro 2018




    VERSO PARA MEMORIZAR
    “Os que em Cristo foram batizados, de Cristo se revestiram. Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus” (Gl 3:27, 28, NVI).

    LEITURAS DA SEMANA
    At 6:1-6; 10:1-23; 11:3-24; 15:1-22; Mt 5:17-20; Am 9:11, 12

    SÁBADO A TARDE – 10 DE NOVEMBRO 2018 -INTRODUÇÃO – Ano Bíblico: At 13–15
    Uma das tarefas mais difíceis de uma comunidade cristã é manter a unidade quando surgem diferenças de opinião em questões relativas à identidade e à missão da igreja. Essas diferenças podem levar a consequências devastadoras.
    As comunidades cristãs de hoje não são diferentes das que vemos no Novo Testamento. Pessoas são pessoas, e as diferenças surgirão mesmo em questões importantes. Os primeiros cristãos enfrentaram alguns conflitos em decorrência de preconceitos interpessoais e de sérias diferenças de interpretação das histórias e práticas fundamentais do Antigo Testamento. Esses conflitos poderiam ter destruído a igreja logo em seu início, se não fosse pelos apóstolos e líderes zelosos que buscaram a orientação do Espírito Santo e das Escrituras para resolver essas tensões.
    Há algumas semanas estudamos como a igreja primitiva experimentou sua unidade. Nesta semana, examinaremos como ela resolveu os conflitos internos que enfraqueciam sua unidade e ameaçavam sua sobrevivência. Quais foram esses conflitos? Como a igreja resolveu essas questões? E o que aprendemos com essas experiências?

    DOMINGO, 11 DE NOVEMBRO 2018 – PRECONCEITOS ÉTNICOS – Ano Bíblico: At 16–18
    1. Leia Atos 6:1. Que problema na igreja primitiva fez com que o povo reclamasse da distribuição de alimentos às viúvas? Assinale a alternativa correta:
    • A. ( ) As viúvas helenistas estavam sendo esquecidas.
    • B. ( ) Havia falta de alimento em Israel.
    Alguns cristãos da igreja primitiva tinham preconceito contra as viúvas de tradição grega no meio deles e lhes forneciam menos alimentos do que às viúvas de tradição hebraica. Esse favoritismo percebido causou uma divergência na comunidade cristã primitiva. O texto não revela se o favoritismo era ou não real. Ele afirma apenas que algumas pessoas acreditavam que fosse. Esse conflito ameaçou a unidade da igreja logo no início. É impressionante como essa divisão étnica foi vista tão rapidamente na igreja!
    2. Leia Atos 6:2-6. Que medida simples foi tomada pela igreja primitiva para resolver esse mal-entendido? Assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso:
    • A. ( ) Os apóstolos pararam de pregar e passaram a servir às mesas.
    • B. ( ) Os apóstolos escolheram sete homens para servir às mesas.
    A igreja primitiva estava crescendo rapidamente, e esse crescimento trouxe encargos cada vez mais pesados aos apóstolos. A nomeação desses sete homens, tradicionalmente chamados de “diáconos” (embora o Novo Testamento não os chame assim), aliviou a tensão na igreja de Jerusalém e permitiu o envolvimento de mais pessoas no ministério da igreja.
    Os apóstolos ouviram atentamente as queixas dos cristãos de fala grega e pediram-lhes uma solução. A seleção dos sete homens que se tornariam associados dos apóstolos foi deixada nas mãos desse grupo, e eles recomendaram sete discípulos, todos de origem grega. A Bíblia declara que esses homens eram “de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria” (At 6:3). O ministério dos apóstolos, que até então tinha sido pregar a Palavra de Deus e distribuir alimento para as viúvas, foi dividido em dois grupos, cada um igualmente valioso à proclamação do evangelho. Lucas usou a mesma palavra, “ministério” ou “serviço” (diakonia), para se referir tanto ao ministério dos apóstolos na pregação da Palavra (At 6:4) quanto ao ministério dos diáconos na distribuição de alimentos (At 6:1).

    segunda-feira, 8 de outubro de 2018

    Adultos: Lição 02 – Causas da Desunião – 06 a 13 de Outubro 2018







      VERSO PARA MEMORIZAR
      “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo é prudência” (Pv 9:10).

      LEITURAS DA SEMANA
      Dt 28:1-14; Jr 3:14-18; Jz 17:6; 1Rs 12:1-16; 1Co 1:10-17; At 20:25-31

      SÁBADO A TARDE – 06 DE OUTUBRO 2018 – INTRODUÇÃO – Ano Bíblico: Mt 5–7
      Os profetas do Antigo Testamento repetidamente apelaram ao povo de Israel que obedecessem às ordens de Deus. A desobediência e a negligência levariam à apostasia e à desunião. O propósito da obediência às leis de Deus era preservar o povo das consequências naturais do pecado e santificá-los entre muitas nações estrangeiras. A obediência à vontade do Senhor criaria harmonia entre o povo e fortaleceria sua decisão de resistir às invasões das práticas de adoração pagãs e malignas que os cercavam de quase todas as direções. A intenção de Deus era que Seu povo fosse santo e uma testemunha às nações ao seu redor.
      Depois de livrar os hebreus do Egito, o Senhor lhes disse por meio de Moisés: “Eis que vos tenho ensinado estatutos e juízos, como me mandou o
      Senhor, meu Deus, para que assim façais no meio da terra que passais a possuir. Guardai-os, pois, e cumpri-os, porque isto será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos que, ouvindo todos estes estatutos, dirão: Certamente, este grande povo é gente sábia e inteligente” (Dt 4:5, 6).

      Evidentemente, se eles permanecessem fiéis seriam grandemente abençoados e teriam sido uma bênção para outros. No entanto, a infidelidade os levou a uma série de problemas, sendo a desunião apenas um dos muitos que surgiram.
      O encerramento do Mutirão de Natal está planejado para o dia 15 de dezembro. Envolva sua igreja nesse ministério de solidariedade.

      DOMINGO, 07 DE OUTUBRO 2018 – “VOLTA, Ó REBELDE ISRAEL” – Ano Bíblico: Mt 8–10 
      história do povo de Israel é repleta de episódios de desobediência e anarquia, seguidos por um retorno à obediência, e depois sucedidos novamente por mais desobediência. Esse padrão se repetiu diversas vezes. Quando o povo de Deus era submisso à Sua vontade, era abençoado. Toda vez que transgredia e seguia seu próprio caminho, a vida dele se tornava miserável e cheia de conflitos. Mesmo antes de Israel entrar na terra prometida, Deus previu esse padrão e lhes ofereceu a solução para evitar essas consequências terríveis.
      1. Leia Deuteronômio 28:1-14 e enumere quais bênçãos Israel receberia se obedecesse à vontade de Deus:
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      2. Leia Jeremias 3:14-18. O que aprendemos com o chamado de Deus para que Israel se arrependesse e retornasse ao Senhor? O que isso revela sobre o amor e a paciência de Deus para com Seu povo?
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      No livro de Jeremias é surpreendente como Deus foi amoroso, misericordioso e generoso para com Seu povo, apesar da sua rebelião, desunião e idolatria. Deus está constantemente convidando Seu povo a retornar a Ele e se arrepender de suas rebeliões. Repetidamente Deus prometeu restauração e esperança para o futuro.
      “Volta, ó pérfida Israel, diz o Senhor, e não farei cair a Minha ira sobre ti, porque Eu Sou compassivo, diz o Senhor, e não manterei para sempre a Minha ira. Tão somente reconhece a tua iniquidade, reconhece que transgrediste contra o Senhor, teu Deus, e te prostituíste com os estranhos debaixo de toda árvore frondosa e não deste ouvidos à Minha voz, diz o Senhor” (Jr 3:12, 13).
      As palavras de Jeremias foram ditas em um momento de ampla negligência da Palavra de Deus. Embora algumas reformas tivessem sido iniciadas na época do rei Josias, muitos não sentiam o impulso espiritual de permanecer em obediência a Deus. Seus pecados, idolatria e egocentrismo causavam ruína espiritual e política. Quanto mais sua obediência regredia, mais terríveis eram suas perspectivas futuras. No entanto, por meio de Jeremias, Deus apelou a eles. O Senhor planejava um futuro melhor para Seu povo, e desejava trazê-lo de volta à prosperidade, unidade e saúde. Mas isso só poderia ocorrer se ele vivesse pela fé e por tudo o que essa fé envolvia.
      Qual é a diferença entre obediência e desobediência? O que isso significa em sua vida?

      SEGUNDA-FEIRA, 08 DE OUTUBRO 2018 – RETO AOS PRÓPRIOS OLHOS – Ano Bíblico: Mt 11–13
      As histórias do livro de Juízes mostram as diversas consequências negativas da desobediência de Israel à vontade do Senhor. Logo depois de entrar em Canaã, o povo começou a moldar sua vida espiritual de acordo com as falsas religiões dos cananeus que os cercavam – exatamente o que o Senhor lhes havia dito que não fizessem! Infelizmente, esse não era o único problema que enfrentavam.
      3. De acordo com Juízes 17:6 e 21:25, que outro problema surgiu entre o povo de Deus?
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      Essa realmente era uma receita para a divisão e desunião do povo de Deus! A unidade da nação devia ser encontrada na leal obediência à aliança que o Senhor tinha feito com ela. Contudo, ao fazerem o que era reto aos seus próprios olhos, especialmente à medida em que eram influenciados pelas nações vizinhas, eles estavam na estrada para o desastre. Todos somos pecadores e, se formos deixados por nossa conta, para seguir as inclinações do nosso coração, nos desviaremos do caminho que Deus nos chama a trilhar.
      4. Quais eram as condições espirituais e sociais de Israel no tempo dos juízes? (Jz 2:11-13; 3:5-7).
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      “Por intermédio de Moisés, o Senhor havia exposto perante Seu povo os resultados da infidelidade. Recusando-se a guardar Sua aliança, estariam se excluindo da vida de Deus e Sua bênção não podia vir sobre eles. Às vezes essas advertências eram ouvidas, e ricas bênçãos eram concedidas à nação judaica e por meio dela aos povos em redor. Mas na maior parte das vezes em sua história eles se esqueceram de Deus e perderam de vista seu elevado privilégio como povo que O representava. Roubaram-No do serviço que deles requeria, e roubaram o próximo da guia religiosa e santo exemplo. Desejaram apropriar-se do fruto da vinha sobre a qual haviam sido postos como mordomos. Sua avidez e cobiça tornaram-nos desprezíveis aos olhos dos próprios pagãos. Assim deu-se ao mundo gentio a ocasião de interpretar mal o caráter de Deus e as leis de Seu reino” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 20, 21).
      De que maneira nossas ações como igreja impactam aqueles que nos rodeiam? O que os impressionaria de maneira positiva nos adventistas do sétimo dia?

      TERÇA-FEIRA, 09 DE OUTUBRO 2018 – A DIVISÃO DA NAÇÃO HEBRAICA – Ano Bíblico: Mt 14–16
      O caminho da apostasia, e suas consequências desastrosas, não foi percorrido de um dia para o outro. Mas as escolhas e decisões erradas que se acumularam nos longos séculos finalmente acarretaram algumas consequências terríveis para o povo de Deus.
      5. Leia a história do rei Roboão em 1 Reis 12:1-16. O que causou essa terrível divisão entre o povo de Deus?
      “Tivessem Roboão e seus inexperientes conselheiros compreendido a vontade divina concernente a Israel, eles teriam dado ouvidos à solicitação do povo por reformas decididas na administração do governo. Mas na hora oportuna que se lhes apresentou na reunião de Siquém, deixaram de raciocinar da causa para o efeito, e assim enfraqueceram para sempre sua influência sobre grande parte do povo. Sua expressa determinação de perpetuar e acrescentar a opressão introduzida durante o reinado de Salomão estava em direto conflito com o plano de Deus para Israel, e deu ao povo ampla ocasião de duvidar da sinceridade de seus motivos. Nessa tentativa inepta e insensível de exercer poder, o rei e seus conselheiros escolhidos revelaram o orgulho da posição e autoridade” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 90).
      6. Por que é necessário ter sabedoria para tomar decisões corretas? Qual é a fonte da verdadeira sabedoria?
      Pv 4:1-9 ______________________________________________________
      Pv 9:10 _______________________________________________________
      Tg 1:5 _______________________________________________________
      Roboão tomou uma decisão precipitada e imprudente, ao impor mais trabalho ao povo. Esse foi um evento triste. O rei buscou o conselho de dois grupos, mas sua decisão de seguir o conselho de jovens menos experientes, da sua idade, levou a uma catástrofe no reino que seu pai, Salomão, e seu avô, Davi, haviam estabelecido nos últimos 80 anos. O conselho de que o rei devia intimidar a multidão, declarando que era mais severo do que seu pai, foi um conselho tolo. Os conselheiros acreditavam que compadecer-se das demandas do povo por um trabalho menos rigoroso não era o estilo de liderança que o rei deveria adotar. Em vez disso, ele deveria, segundo eles, apresentar-se como implacável e cruel. Ele se mostrou um valentão que não merecia a lealdade do povo. Assim, ocorreu uma divisão que não deveria ter existido e que não havia sido o plano divino.

      QUARTA-FEIRA, 10 DE OUTUBRO 2018 – DIVISÃO EM CORINTO – Ano Bíblico: Mt 17–20
      Infelizmente, o problema da desunião entre o povo de Deus não terminou nem mesmo nos tempos do Novo Testamento.
      Por exemplo, os quatro primeiros capítulos da Primeira Epístola de Paulo aos Coríntios são um apelo à unidade. Enquanto estava em Éfeso, Paulo foi informado de que muitas divisões haviam surgido na igreja de Corinto. Por isso, ele começou sua carta com um discurso sobre a unidade da igreja e a necessidade de evitar a divisão. Paulo estava preocupado com isso e buscou apresentar conselhos inspirados para remediar a situação.
      7. De acordo com 1 Coríntios 1:10-17, qual foi o motivo de desunião, divisões e disputas? Assinale a alternativa correta:
      A.(   ) A preferência pelos apóstolos. Uns preferiam Paulo, outros Pedro ou Apolo.
      B.(   ) A circuncisão dos gentios.

      Paulo ficou preocupado com seus irmãos e irmãs em Corinto quando uma pessoa da família de Cloe lhe contou sobre as divisões e disputas entre eles. Suas palavras iniciais revelam a profundidade de sua preocupação: “Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões” (1Co 1:10). Sua solução foi lembrá-los de que, como cristãos, eles deveriam se unir “na mesma disposição mental e no mesmo parecer” (1Co 1:10). Não importando qual fosse a causa exata dessa disputa e divisão, Paulo queria que ela cessasse.
      Paulo lembrou aos coríntios que os cristãos são chamados a seguir a Cristo, e não um ser humano – por mais talentoso, dotado ou chamado que ele seja. Embora eles tenham se dividido em “partidos”, o apóstolo declarou que essa divisão não estava de acordo com a vontade de Cristo. Ele afirmou que a unidade cristã é centrada em Cristo e em Seu sacrifício na cruz (1Co 1:13).
      A fonte da unidade cristã é a verdade em Jesus Cristo, e Este crucificado, e em ninguém mais, não importando quanto essa pessoa seja “digna” de ser um mentor, pregador ou líder. Ao pé da cruz estamos todos no mesmo nível. Nosso batismo é em Jesus, pois só Ele pode nos purificar do pecado. No entanto, devemos trabalhar de maneira prática a fim de alcançar essa unidade em Cristo.
      Isso revela que, como adventistas do sétimo dia, não podemos dar por certa nossa unidade de fé e missão. Divisões e disputas podem enfraquecer a unidade da igreja hoje, a menos que o amor e o senhorio de Cristo nos unam a Ele.
      Como evitar o tipo de perigo com o qual Paulo lidou nessa passagem? Por que devemos sempre ter cuidado com a lealdade que oferecemos a qualquer pessoa que não seja Cristo? 

       QUINTA-FEIRA, 11 DE OUTUBRO 2018 – APARECERÃO LOBOS FEROZES – Ano Bíblico: Mt 21–23 
      8. Leia Atos 20:25-31. Sobre o que Paulo advertiu os anciãos de Éfeso? O que eles deveriam fazer para evitar que isso acontecesse?
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      Muitas vezes Paulo enfrentou oposição, e ele sabia que seria difícil preservar a pureza do evangelho. Em sua carta de despedida aos anciãos de Éfeso, ele utilizou a analogia do atalaia (Ez 33:1-6) para dizer aos líderes que eles eram responsáveis pela salvaguarda do evangelho.
      A expressão “lobos ferozes” (At 20:29, NTLH) relembra-nos da advertência de Jesus, de que os falsos mestres se disfarçariam em ovelhas (Mt 7:15). Depois que Paulo fez essa advertência, surgiram falsos mestres, e os cristãos se tornaram presas desses homens. Em Efésios 5:6-14 e Colossenses 2:8, vemos advertências de Paulo às igrejas na Ásia Menor.
      Em sua segunda epístola a Timóteo, que era o responsável pela igreja em Éfeso, Paulo também o advertiu contra os erros na igreja e a impiedade nos últimos dias.
      9. Leia 2 Timóteo 2:14-19 e 3:12-17. O que Paulo disse a Timóteo sobre como combater os falsos mestres e preservar a unidade da igreja?
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      Primeiramente, Timóteo devia conhecer as Escrituras, manejando “bem a Palavra da verdade” (2Tm 2:15). O antídoto para as disputas e especulações inúteis é entender e ensinar corretamente a Palavra. As verdades bíblicas devem ser interpretadas corretamente, de maneira que nenhuma parte das Escrituras seja colocada em oposição ao quadro completo da Bíblia, e de tal modo que impeça interpretações errôneas que levem as pessoas a perder a fé em Jesus. Questões secundárias e irrelevantes devem estar subordinadas aos princípios bíblicos que trazem uma vida vitoriosa. A segunda recomendação de Paulo foi que Timóteo evitasse “os falatórios inúteis e profanos” (2Tm 2:16). Assuntos triviais e especulativos não deviam fazer parte do ministério de Timóteo, se ele quisesse ser um ministro fiel. Essas conversas levam a mais impiedade e não edificam a fé (2Tm 2:16). Somente a verdade leva à piedade e harmonia. A razão pela qual Timóteo devia evitar esses erros e exortar seu povo a evitá-los é que eles destroem a igreja como uma doença (2Tm 2:17). Por fim, a obediência à Bíblia é o antídoto para o falso ensino (2Tm 3:14-17) que ameaça a unidade da igreja.
      Como nos proteger de pessoas que, mediante ensinos falsos, causam divisões?

      SEXTA-FEIRA, 12 DE OUTUBRO 2018 – ESTUDO ADICIONAL – Ano Bíblico: Mt 24–26 
      Leia, de Ellen G. White, “O Reino é Rasgado”, p. 87-98, em Profetas e Reis; “Mensagem de Advertência e de Apelo”, p. 298-308, em Atos dos Apóstolos.
      “O Senhor deseja que Seus escolhidos servos aprendam a se unir num esforço harmônico. Talvez pareça a alguns que o contraste entre seus dons e os de seus coobreiros é demasiadamente grande para permitir que se unam em esforço assim harmônico. Mas, ao lembrarem que há variedade de pessoas a ser atingidas, e que algumas rejeitarão a verdade apresentada por um obreiro, abrindo o coração à verdade de Deus ante o modo diferente de outro, eles hão de se esforçar esperançosamente por trabalhar juntos, em união. Seus talentos, conquanto diversos, podem-se achar todos sob a direção do mesmo Espírito. Em toda palavra e ação, eles manifestarão bondade e amor; e ao ocupar cada obreiro fielmente o lugar que lhe é designado, a oração de Cristo em favor da unidade de Seus seguidores será atendida, e o mundo conhecerá que esses são Seus discípulos” (Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, p. 483).
      Perguntas para discussão
      1. A questão de fazer o que é reto aos próprios olhos não é novidade. O pós-­modernismo, que se opõe à ideia de qualquer autoridade intelectual ou moral, abre caminho para o tipo de anarquia contra a qual a Bíblia adverte. Como devemos confrontar esse desafio?
      2. Reflita sobre Roboão e a divisão de Israel (1Rs 12). Quais são as lições para nós hoje?
      3. Estude Provérbios 6:16-19, que fala sobre discórdia. Como evitar a discórdia na igreja?
      Resumo: Na Bíblia encontramos situações que levaram à desunião. Quando o povo de Deus viveu em obediência fiel, os perigos da desunião diminuíram grandemente. Exemplos da época dos juízes, bem como do reinado de Roboão, abriram a porta para a divisão. Mesmo nos tempos do Novo Testamento, o potencial de desunião permaneceu. A compreensão apropriada da Palavra de Deus e o esforço santificado para obedecê-la são a melhor proteção contra a desunião e a divisão entre nós.

      Respostas e Atividades da Semana:

      1. Com a ajuda dos alunos, faça uma lista das bênçãos prometidas. Essas palavras se aplicam a nós hoje?
      2. Deus perdoa Seu povo infiel, deseja restaurar Sua aliança e abençoar Seu povo rebelde. O remanescente será liderado por pastores segundo o coração de Deus.
      3. Comente com a classe.
      4. Comente com a classe.
      5. Comente com a classe.
      6. Porque a sabedoria nos traz bênçãos, proteção e felicidade. O temor do Senhor é o princípio da sabedoria.
      7. A.
      8. Paulo advertiu os cristãos de que surgiriam lobos ferozes entre eles para perverter a mensagem. Os pastores deveriam vigiar e orar.
      9. Ele devia conhecer e pregar as Escrituras, evitando contendas de palavras e especulações.

      segunda-feira, 1 de outubro de 2018

      Cuide bem do seu coração



      Nos últimos três séculos, a ciência e seus métodos apresentaram à humanidade certezas e objetividade até então inimagináveis. Gradativamente, tornou-se inquestionável, por exemplo, a noção de que as emoções e toda a constelação de sentimentos nelas envolvida eram desdobramentos de processos eletroquímicos localizados essencialmente nos hemisférios cerebrais, e, portanto, independentes de órgãos como fígado, estômago ou coração.
      É o cérebro, por exemplo, que modula a frequência cardíaca, mas nós continuamos a enxergar o coração como órgão incomparavelmente especial. E, de fato, ele o é.
      O movimento, em todas as suas formas, é pressuposto indispensável à vida. Ao garantir a movimentação do sangue – circulação sanguínea ininterrupta com pressão adequada -, o coração justifica sua preeminência. Quando vemos equipes de saúde debruçadas sobre um paciente no momento mais adverso e dramático de todas as emergências clínicas – a parada cardiorrespiratória -, temos, na verdade, indivíduos massageando o coração externamente, tentando garantir a circulação e buscando preservar o movimento sanguíneo necessário.
      Preocupantemente, as doenças do coração estão no topo das causas de morte em todo o mundo. Diante disso, a pergunta natural é: como podemos preveni-las? Veja alguns conselhos valiosos:
      1. Abandone a tão recorrente obsessão por check ups e concentre suas energias em adotar bons hábitos e um estilo de vida saudável. Existem poucas coisas tão perniciosas quanto um resultado de exame normal, o qual comumente induz o paciente a postergar mudanças que deveriam ser imediatas.
      2. Se você foi diagnosticado(a) com enfermidades como hipertensão arterial, diabetes mellitus, obesidade ou dislipidemia, busque, de maneira consistente, aderir ao tratamento, fazer uso correto das medicações, comparecer às consultas de rotina e submeter-se aos exames de controle. Cada um desses agravos citados, quando não controlados, culminarão implacavelmente em maior risco de eventos cardiovasculares graves.
      3. Elimine o cigarro da sua existência e abandone drogas de abuso, como álcool, metanfetaminas e cocaína.
      1. Reveja seus hábitos alimentares, priorizando alimentos naturais, com pouca gordura, pouco açúcar e pouco sal. Reconheça que décadas de alimentação ruim são um obstáculo a ser vencido com determinação e persistência.
      2. Perca peso.
      3. Após avaliação de um cardiologista e de um ortopedista, inicie atividades físicas. Internalize o seguinte: exercícios físicos são para vida toda e não para temporadas (verão, férias).
      4. Cuide de suas emoções. Não hesite em procurar ajuda profissional.
      5. Desfrute da certeza de que, acima de tudo e de todos, existe Alguém onipotente que cuida de você. Deus faz bem para o coração. Deus faz bem para a saúde.
      “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Provérbios 4:23).

      Comunicadores adventistas constroem pontes para a missão

      Evento global de comunicação incentiva troca de experiências para otimizar o trabalho da comunicação adventista. Richard Stephenson e Alyssa...