quinta-feira, 25 de junho de 2015

Igreja evangélica é transformada em templo adventista

Inauguração da Igreja Adventista de Fragoso


Rio de Janeiro, RJ… [ASN] Foi na Bíblia que  Reinaldo Pieroni encontrou respostas sobre o sábado. Por muitos anos ele ministrou uma igreja evangélica em Fragoso, que se localiza a 52 quilômetros do Rio de Janeiro, no município de Magé.
“Quando eu li na Bíblia sobre adoração ao Criador e o dia do Senhor, comecei a falar isso para meus amigos da igreja durante os cultos. Aos poucos o templo foi se esvaziando e eu fiquei sozinho. Comecei a guardar o sábado lendo a Bíblia, cantando e orando na igreja. Passei por muitas lutas, mas nunca desisti”, contou Pieroni.
Ao ver a postura de Reinaldo sendo fiel ao sábado, a irmã dele,  Marli Pieroni, que é proprietária do terreno onde o templo evangélico está construído, decidiu acompanhá-lo e começou também a guardar o dia do Senhor. A atitude deles despertou a atenção do pintor Osvaldo Pieroni, que já havia sido membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia e, por isso, conhecia a doutrina do sábado. Ele teve a ideia de convidar o pastor adventista de Fragoso para realizar uma série de evangelismo no local, e convidaram amigos e vizinhos.
O pastor distrital, Josenildo Gouveia, aceitou o convite e muitos moradores começaram a frequentar o templo, a fim de aprender sobre Jesus.
No sábado, 20 de junho, a sede administrativa da Igreja Adventista do Sétimo Dia para a região central do Rio de Janeiro (Associação Rio de Janeiro – ARJ)  inaugurou então um templo adventista no local, tendo o batismo das famílias Pieroni e da Priscila Jesus da Silva como destaques da celebração. Priscila e seus filhos aceitaram seguir a Cristo.
“Com certeza é motivo de alegria ver esses fiéis se entregando a Jesus. A missão continua, muitas outras pessoas já estão se preparando para o batismo”, conta Gouveia.
O evento contou com a presença presidente da ARJ, pastor Marcos Aguiar, que parabenizou o trabalho de evangelismo em Fragoso. “Conhecer de perto histórias como a do senhor Reinaldo fortalece a nossa fé e temos grande certeza de que a volta de Cristo se aproxima. A Igreja se sente feliz em ver vidas sendo transformadas!”, destaca Aguiar.[Equipe ASN, Dina Karla Miranda]
Acompanhe a reportagem completa:

Você ficou sabendo que o Cristiano Araújo morreu?

Márcia Ebinger

Márcia Ebinger

Desafios em Família

Os dilemas da família moderna e como superá-los.
 
Na quarta-feira, dia 24 de junho, morreu, vítima de um acidente automobilístico, aos 29 anos, o cantor sertanejo Cristiano Araújo. Junto com ele morreu sua namorada, Allana Moraes, aos 19 anos de idade. Confesso que não conhecia esse rapaz. Nunca tinha ouvido falar dele. Mas lamentei a morte dos dois jovens, como sempre lamento a morte de qualquer pessoa.
Foi impressionante a cobertura feita pelos veículos de comunicação. Após a confirmação da morte do casal, ocorrida no início do dia, as emissoras praticamente pararam suas programações para focar na notícia do acidente. Durante a tarde, então, não se falou em outra coisa. Você mudava o canal e as cenas eram as mesmas, o carro capotado, os policiais falando sobre os motivos, os amigos dando entrevistas, as fotos e imagens do casal, pedaços de shows do cantor, detalhes sobre suas últimas horas, seu histórico, o mapa com o local do acidente, familiares expressando sua dor, etc. etc. etc.
Isso sem falar no dia seguinte, quando a cobertura girou em torno do velório e sepultamento dos dois jovens. No mesmo dia, à noite, quando novamente muito se falava sobre o artista, assisti uma notícia que apresentou a morte de uma mãe de quatro filhos, em Curitiba, no Paraná. Maria da Luz, de 39 anos, estava com fortes dores na cabeça, no peito e sentia falta de ar. Foi levada para a UPA – Unidade de Pronto Atendimento, onde passou por uma triagem e ficou mais de três horas esperando por atendimento. Como ninguém apareceu para medicá-la, o marido a levou até uma farmácia para buscar medicação. Foi nesse momento que Maria piorou e desmaiou na porta da farmácia. Os pedidos desesperados de socorro feitos pelo marido a três funcionários da UPA não surtiram efeito, ninguém veio atendê-la. Maria da Luz morreu por falta de socorro na porta de uma instituição de “saúde”. O fato ocupou dois minutos e meio do jornal. Não vi notícias sobre seu velório e sepultamento.
Ainda na mesma noite também foi rapidamente noticiada a pior onda de calor em 35 anos a atingir a cidade de Karachi, no sul do Paquistão. Temperaturas por volta de 45 graus já haviam matado mais de “mil” pessoas. A situação estava tão crítica que necrotérios estavam sem espaço e hospitais públicos enfrentavam dificuldades para lidar com a situação. O número de mortos continuava subindo no momento em que fechei este artigo.
Atenção para poucos
Diante desses fatos fiquei pensando: o que faz com que uns poucos recebam tanta atenção enquanto milhares e milhares morrem, diariamente, anonimamente? Acredito que a explicação esteja no fato de que o cantor Cristiano Araújo era famoso, conhecido, e a nossa sociedade valoriza isso. Maria da Luz e os milhares de paquistaneses mortos não eram conhecidos e muito menos famosos.
Humanamente a gente entende essas diferenciações. Isso é assim e a sociedade não vai mudar. Mas seria bom se aprendêssemos um pouco com estas situações. Veja bem, quero destacar que pelo menos em nosso âmbito familiar podemos demonstrar aos seres que nos cercam que eles são, sim, muito importantes. É em nosso pequeno núcleo familiar que podemos e devemos construir autoestimas saudáveis e pessoas bem resolvidas emocionalmente. A sociedade diferencia as pessoas, e sempre será assim, mas em nosso meio familiar podemos fazer diferente. Se lá fora, de diversas formas, dizem para nós que não temos muito valor, dentro das quatro paredes do nosso lar podemos nos sentir as pessoas mais amados do mundo! É hora de darmos atenção diferenciada àqueles que são importantes para nós, em especial, os nossos filhos.
Além disso, sob a ótica espiritual esse tema é muito claro. Para Deus não há conhecidos e desconhecidos, não há famosos e não famosos. Somos todos igualmente amados pelo Pai. Ele se interessa de igual forma pela dor sentida pela família do cantor Cristiano, e pela dor sentida pela família da Maria da Luz. Ele está atento ao que está acontecendo no Paquistão e sofre com aquela situação de miséria humana. A Bíblia diz, em Lucas 12:6: “Não se vendem cinco pardais por dois asses? Entretanto, nenhum deles está em esquecimento diante de Deus”.
Pense nisso!

Cristão Vampiro

Rafael Rossi

Rafael Rossi

Em dia com o nosso tempo

Os fatos diários lidos a partir de um olhar teológico.
 
 O vampirismo é ficar em cima do muro da entrega total e praticar um cristianismo interesseiro.
 
 Jesus morreu pelos nossos pecados! Essa é a afirmação central e de maior importância em toda a Bíblia. Em Hebreus 9:22 está escrito que “sem derramamento de sangue, não há remissão”. O ser humano pecador estava com seu destino traçado, a morte, como consequência dos seus pecados. Mas Deus em seu infinito amor assumiu a culpa dos nossos erros e nos deu a possibilidade da vida eterna.
Por meio da igreja, pessoas confirmam a boa notícia de que há uma solução para o problema do pecado. Na cruz do Calvário, os pecados de todos estavam depositados. A vida sem pecado de Jesus terminou com uma morte não necessária, mas escolhida por Jesus.
Os cristãos não são perfeitos, são apenas pessoas que sentem-se perdoadas e que querem ajudar outros a sentirem-se da mesma forma. Conscientes do perdão, os cristãos recebem uma missão especial de Deus: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” Mateus 28:19.
A ordem de Jesus para fazer discípulos implica também no fato de que antes de fazer é necessário ser um discípulo. Não existe na Bíblia nenhuma indicação para apenas desfrutar o perdão de Jesus e não ter que se relacionar com ele.
Esse sentimento não é novo nos círculos cristãos, mas nos últimos anos vem ganhando espaço com um pensamento utilitarista da religião. Não existe fundamento bíblico para a ideia de que os seres humanos podem optar por aceitar a Cristo, porque precisam dEle como Salvador, e então tem o direito de obedecer ou não o que Ele deixou como instrução e norma em Sua palavra.
Essa falsa compreensão de que existe salvação sem obediência cria a ideia do cristão vampiro, como apresentado por Dallas Willard no livro “A Grande Omissão”.
Os vampiros são seres mitológicos e parte de um folclore muito antigo. São personagens comuns nos temas de terror e que se alimentam de sangue. É aqui que entra a comparação com um certo tipo de cristianismo. Talvez você pense que a comparação foi muito pesada, mas acredito que a força da comparação vai ajudar a entender melhor o perigo desse tipo de estilo de relacionamento com Jesus.
O cristão vampiro é aquele que entendeu o sacrifício de Jesus e diz a Ele: “Eu quero um pouco de seu sangue para ser perdoado, por favor. Mas eu não quero ser seu discípulo e nem me preocupar em imitá-Lo.” E isso é realmente o que Jesus espera?
Você não pode realmente confiar nEle para o perdão dos pecados, enquanto não confiar nEle para todas as outras coisas da sua vida. Estamos num processo constante de aprendizagem e crescimento. É o que chamamos de santificação. Lutamos contra nós mesmos (Romanos 7:15) por causa da tendência que temos ao pecado. Lamentavelmente as pessoas, em geral, escolhem o pecado e criam muitas explicações sobre porque é aceitável pecar. Mas, mesmo assim, ninguém escolhe ser um pecador. As pessoas podem até admitir uma mentira, por exemplo, mas definitivamente sempre negarão que são mentirosas. É como aceitar que peco, mas que não sou pecador.
Jesus nos liberta das nossas intenções fracassadas e isso requer continuidade. Em João 15, por exemplo, Jesus repete 11 vezes a expressão “permanecer”. A permanência na videira não ocorre automaticamente. Separado da videira, não pode o ramo viver. Da mesma forma, um cristão não pode viver separado dEle.
É pela contínua comunhão com Ele que é possível crescer. Nenhum ramo produzirá fruto se estiver apenas ocasionalmente conectado à videira. A ligação precisa ser consistente. O ramo precisa permanecer na videira. Comunhão a cada dia, a cada hora e em qualquer situação.
Esta é a união que aparece retratada em João 6, sob a figura de comer o Seu corpo e beber o Seu sangue. O verso 63 oferece um indicador: “As palavras que Eu vos tenho dito, são espírito e são vida.” Assim, é por intermédio da Bíblia e da oração que podemos permanecer nEle e quem não permanecer será incapaz de produzir fruto, logo será cortado.
Comunhão contínua consiste de contínua conversa. Orar sem cessar significa manter ininterrupta comunhão com Deus. Os frutos do Espírito são desenvolvidos como consequências da comunhão permanente. São eles o amor, a alegria, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão e o domínio próprio (Gálatas 5:22).
A comunhão contínua coloca o ser humano em seu verdadeiro papel dentro do plano da salvação e é um antídoto contra o vampirismo cristão. Jesus precisa ser o todo.
O primeiro mandamento da lei de Deus adverte a não se ter outros deuses diante do Criador. Deuses não se referem apenas a entidades criadas, mas um “deus” sempre será aquilo que ocupa o primeiro lugar em seu coração. Deus está nos advertindo a não ter nada em primeiro lugar no coração senão Ele. A verdade é que se Deus não for o primeiro, Ele também não será o segundo e nem o terceiro. Com Deus, ou é tudo ou nada.
Ou você está ou não está. O vampirismo é ficar em cima do muro da entrega total e praticar um cristianismo interesseiro. Lute contra isso e permaneça ligado Àquele que nunca desistiu de você e que deu Seu sangue para que você pudesse ter uma nova vida, não só a eterna, mas uma nova vida desde agora.

Informativo Mundial das Missões – 27/06/15

Olá irmãos!
Segue o material deste 13º sábado.
Fiquem com Deus.


Provai e Vede – 27/06/15

Olá queridos!
Aqui está o Provai e Vede deste sábado.
http://mordomia.s3.amazonaws.com/2015/provaievede/2tri/27jun.zip

Descanso e renovação

25 de junho de 2015

“Jesus lhes disse: “Venham comigo para um lugar deserto e descansem um pouco” (Marcos 6:31).
Mesmo consciente do peso do trabalho que repousava sobre Seus ombros, Jesus ocasionalmente Se ausentava com Seus discípulos do lugar em que estavam trabalhando para um retiro e uma quebra no ritmo das atividades. Dava a Si mesmo um descanso para estar com esse grupo especial que O acompanhava, e, como era tradicional na cultura judaica, tomar refeições com calma, recheadas com muita conversa. Queria estabelecer uma regra de equilíbrio entre tempo para os outros e tempo para Si mesmo.
E qual era o resultado? Desses momentos de retiro, o grupo voltava com pilha nova e bateria recarregada para seguir o trabalho. “Entre o vaivém da multidão […], aquele que é assim refrigerado será circundado de uma atmosfera de luz e de paz. Receberá nova dotação de resistência física e mental. Sua vida exalará uma fragrância e revelará um poder divino que tocarão o coração dos homens” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 58).
Não apenas nesses períodos ocasionais de retiro, mas também em nosso descanso diário podemos renovar nossa energia física e mental.
Os estudiosos do comportamento humano dizem que antes da invenção da luz elétrica, a maioria das pessoas dormia dez horas por noite. Hoje, a média está em sete horas e meia. Você pode ficar com Einstein que dormia nove horas por noite, ou com Thomas Edson que dormia entre quatro a cinco horas. Essas naturalmente são as exceções, não a regra.
Nós começamos o dia com uma lista interminável de tarefas, cada uma puxando para diferentes direções. Se pudéssemos, encolheríamos cada uma delas para que possam caber dentro do tempo que temos disponível. Isso sem contar os muitos prazos para serem cumpridos, chamadas telefônicas para retornar, etc. Deus, que é o autor do tempo, sabe muito bem que vamos ser dominados por ele se não planejarmos à Sua maneira. Ellen White deixou o seguinte conselho: “Não é sábio estar sempre sob a tensão do trabalho ou agitação, mesmo no ministrar às necessidades espirituais dos homens. […] Não tenteis amontoar num dia o trabalho de dois. Afinal, verificar-se-á que os que trabalham cuidadosa e sabiamente terão realizado tanto como os que expõem de tal modo sua resistência física e mental, que não possuem mais reservas de onde tirar no momento necessário” (Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, p. 243, 244).
Certamente, esse é um bom conselho a ser seguido!


segunda-feira, 22 de junho de 2015

Crucificado e ressurreto – lição 13 | 20 a 27 de junho

Projeto que nasceu no Nordeste brasileiro e se espalhou pela América do Sul completa dez anos de existência em 2015
 Os voluntários do projeto Missão Calebe são os protagonistas da websérie Calebe ao Extremo, gravada pela sede adventista para os Estados da Bahia e Sergipe (União Leste Brasileira). A produção faz parte das comemorações alusivas aos dez anos do projeto. Os vídeos serão divulgados mensalmente e apresentarão alguns dos desafios missionários desses jovens. O primeiro episódio, que já está disponível no YouTube, mostra a atuação deles no Vale do São Francisco, onde é preciso improvisar salões feitos com palhas de coqueiros para o evangelismo público.
Para saber mais sobre a websérie, clique aqui. [Com informações de Heron Santana, da equipe ASN]
TRAILER
 PRIMEIRO EPISÓDIO

Comunicadores adventistas constroem pontes para a missão

Evento global de comunicação incentiva troca de experiências para otimizar o trabalho da comunicação adventista. Richard Stephenson e Alyssa...