“Sirvam aos seus senhores de boa vontade, como servindo ao Senhor, e não aos homens” (Efésios 6:7).
Permita-me lembrar-lhe de que temos dois chefes: um que paga o nosso
salário e outro que salva nossa alma. O segundo tem profundo interesse
em nosso mundo rotineiro. E se todo mundo trabalhasse tendo Deus em
mente? Suponha que ninguém trabalhasse para satisfazer a si mesmo ou
para alcançar resultados, mas que todos trabalhassem para agradar a
Deus.
Muitas ocupações simplesmente deixariam de existir instantaneamente:
tráfico de drogas, roubo, prostituição, gerenciamento de cassinos e
boates. Certas carreiras, por sua própria natureza, não agradam a Deus.
Elas teriam um fim.
Certos comportamentos também cessariam. Se eu estiver consertando um
carro para Deus, não vou cobrar a mais dos filhos dEle. Se eu estiver
pintando uma parede para Deus, você acha que vou diluir a tinta?
Imagine se todo mundo trabalhasse para a plateia de uma só pessoa.
Toda enfermeira, atenciosa. Todo policial, cuidadoso. Todo mestre,
compreensivo. Todo vendedor, agradável. Todo professor, otimista. Todo
advogado, habilidoso.
Impossível? Não totalmente. Precisamos apenas que alguém inicie uma revolução mundial. Nós mesmos podemos fazer isso.
Ore comigo: “Pai celestial, quero viver minha vida diante da
plateia de uma só pessoa. Que tudo o que eu diga e faça seja dito e
feito para Ti. Que eu via para Te honrar. Que minha vida seja pelo menos
um pequeno reflexo da luz do Teu amor. Em nome de Jesus, amém!”
A Policia Militar de Guadalupe encontrou
um corpo já em estado de putrefação a cerca de 12 Km, do município. Um
vaqueiro que campeava a região foi o primeiro a encontrar o corpo e
informou para o policia do município.
Pelas características o corpo parece ser
o do Cabo Barbosa, 63 anos, policial reformado da cidade. Segundo
relatos Cabo Barbosa teria saído de casa no último sábado (27) em busca
de um espera, pois ele era um amante da caçada. Não se sabe ainda se ele caiu da árvore ou morreu vítima de um infarto no local.
“E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima” (Apocalipse 7:17).
Aqueles que amam a Jesus e os que sentem tristeza por seus pecados,
os pecados da igreja e do mundo, recebem consolo em vários níveis. Há
conforto presente no perdão dos pecados e adoção na família de Deus. Há
consolo futuro na segunda vinda e na ressurreição. E há consolo eterno
nas promessas que se encontram na Bíblia acerca do Céu e da Nova Terra.
“Nós, porém, segundo a Sua promessa”, escreveu Pedro, “esperamos
novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2Pe 3:13). Essa
experiência da Nova Terra é a suprema esperança e o supremo consolo para
os que choram por causa do pecado e suas consequências nesta época em
que vivemos.
O consolo de todos os consolos será o estabelecimento do lar eterno
dos santos na Terra renovada. O revelador nos dá um vislumbre do
conforto futuro dos seguidores de Jesus, quando escreveu que Deus
“enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não
haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram”
(Ap 21:4).
“Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados” (Mt 5:4).
Não sei como você se sente, mas tais promessas me fazem desejar estar
bem com Deus; me fazem desejar tornar o reino de Deus a prioridade em
minha mente e coração.
Deus não nos deixou à nossa mercê. E isso é bom, porque somos
indefesos, sem esperança e pobres de espírito. Perceber nossa verdadeira
condição nos leva a chorar por causa de nossos pecados e nosso mundo
pecaminoso. Mas chorar não é o fim. Esse é o lado negativo. De uma
natureza mais positiva será a fome e sede pelas coisas divinas.
Senhor, ajuda-me hoje a perceber mais completamente a
desesperança de meu mundo e minha vida sem Ti. Aguardo com todo o meu
coração Seu reino vindouro. Aguardo as alegrias do Céu e a Terra
renovada. Ajuda-me neste dia a ter um contato mais íntimo contigo. Amém.
Brasília, DF … [ASN] Uma das palavras que mais caracterizou o
cristianismo, desde os seus primórdios, é missão. Em essência, Jesus
deixou claro que o grande objetivo dos discípulos deveria ser o de ir e
pregar o evangelho a todas as pessoas. É o que na linguagem bíblica é
chamado de A Grande Comissão. Nos próximos três meses, os mais de 18
milhões de adventistas no mundo e tantos outros que se interessam pelo
estudo temático do livro sagrado do cristianismo analisarão o tema
Missionários por meio do guia da Lição da Escola Sabatina.
O autor principal do guia, Børge Schantz, é professor da Universidade Adventista de Loma Linda,
nos Estados Unidos, e já foi missionário, com a esposa, durante 14 anos
na África e no Oriente Médio. No material, ele aborda questões como a
natureza missionária de Deus, o chamado de Abraão, a saga de Jonas, a
história de Ester e Mordecai, missões transculturais, além dos episódios
relacionados a Pedro, Filipe e o apóstolo Paulo, considerado um dos
maiores responsáveis pela expansão do cristianismo após a morte de
Jesus.
O pastor Edison Choque, diretor sul-americano da Escola Sabatina,
explica que foram gravados vários vídeos com diferentes pastores que
abordarão as diversas faces da missão cristã ao longo dos próximos
meses. Esse material, chamado de Esboço da Lição, está disponível no portal adventistas.org
e amplia a visão sobre o assunto. Veja abaixo o vídeo sobre o primeiro
tema, que começou a ser estudado no último sábado, 27 de junho. [Equipe
ASN, da Redação]
Lei dá a pastores o direito de não casar gays. O imbróglio jurídico começou no ano passado, após o reconhecimento da
legalidade do casamento gay em diversos estados norte-americanos.
Seguindo a linha liberal da administração Obama, o governo federal fez
pressão em vários níveis em favor da comunidade LGBT. Houve casos de empresas serem proibidas de se recusar a prestar serviço a casais homossexuais.
No conservador Estado do Texas, a prefeita da cidade de Houston,
Annise Parker, foi a primeira prefeita abertamente gay eleita em uma
grande cidade dos EUA. A prefeitura de Houston logo emitiu um
decreto-lei permitindo que indivíduos transgêneros podiam fazer
queixa-crime se sentirem-se discriminados de alguma maneira.
Alguns pastores mostraram-se contrariados depois que surgiram
denúncias que eles estavam promovendo “discurso de ódio” nas igrejas. A
prefeitura pediu então que eles submetessem cópias de seus sermões para
que autoridades investigassem se havia homofobia. O recado era claro: os
pastores ou padres que se manifestarem do púlpito contra o público LGBT
terão de responder juridicamente por discriminação.
A pressão dos evangélicos do Estado inteiro forçou a prefeitura a
voltar atrás. Iniciou-se então um embate legal no tocante aos limites da
liberdade de expressão nos púlpitos. Os cerca de 400 pastores de
Houston conseguiram a suspensão do decreto municipal que limitaria sua liberdade.
A partir de então um projeto de lei que recebeu o apoio de deputados
dos dois partidos predominantes do sistema eleitoral começou a tramitar.
Lobbies de organizações pró-LGBT como a ACLU, Iquality Texas e a Texas
Freedom Network não tiveram sucesso.
O embate ganhou força quando diversas igrejas e organizações
religiosas e pró-família como o Conselho de Pastores do Texas, a
Conferência Católica do Texas, Convenção Batista do Texas, Eagle Forum,
Liberty Institute, Focus on the Family, Coalizão de Pastores
Afro-americanos – entre outros – uniram forças.
Com a aprovação da nova lei, nenhuma igreja ou organização religiosa
do Texas poderá ser forçada a realizar um casamento e tampouco forçados a
prestar serviços, acomodações, instalações ou ceder bens para qualquer
atividade que viole suas crenças religiosas.
Uma vez que foi aprovado com dois terços dos votos, o projeto passou a
ser lei imediatamente. Jonathan Saenz, presidente da Texas Values
Action, ONG jurídica que defende a liberdade religiosa, comemorou: “Hoje
comemoramos com pastores e membros do clero que são guiados por suas
crenças religiosas sinceras e asseguramos que o Texas desfruta de
liberdade religiosa sem interferência do governo”. Com informações de Texas Value
“Vejam, Eu O fiz uma testemunha aos povos, um líder e governante dos povos” (Is 55:4, NVI).
Leituras da Semana:Gn 1:26-28; 2:15-17; 1Jo 2:16; Jo 3:14, 15; 2Co 5:21;
Mt 5:13, 14
Nosso mundo está uma confusão e, como seres humanos,
somos o grande motivo para essa confusão. Isso ocorre porque somos
pecadores, criaturas caídas cuja natureza, em sua essência, é má. Por
mais que gostemos de pensar que estamos avançando e melhorando, a
história do século passado não é nada animadora. Ainda não chegamos ao
fim do primeiro quarto deste século, e as coisas também não parecem
muito favoráveis neste momento. Se o passado é o precursor do futuro,
tudo o que podemos esperar, para citar as palavras de Winston Churchill,
antigo político britânico, é “sangue, labuta, lágrimas e suor”.
No
entanto, nem tudo está perdido. Ao contrário, Jesus Cristo morreu pelos
nossos pecados e, por meio de Sua morte, temos a promessa de salvação,
restauração e renovação de todas as coisas. “Vi novo céu e nova Terra,
pois o primeiro
céu e a primeira Terra passaram, e o mar já não existe” (Ap 21:1). Não
fomos deixados sozinhos, abandonados na expansão infinita de um Universo
frio e aparentemente indiferente, para nos arranjarmos como pudéssemos.
Jamais
conseguiríamos fazer isso; as forças arregimentadas contra nós são
muito superiores. É por isso que, antes do início do mundo, Deus
formulou o plano da salvação, a fim de fazer por nós o que jamais
poderíamos fazer por nós mesmos.
Domingo – Deus criou o homem e a mulher
Uma
das perguntas recorrentes que têm sido feitas pelos seres humanos é:
“De onde vim?” Nos dois primeiros capítulos da Bíblia (e, na verdade, ao
longo de toda ela) nos é dada a resposta para essa pergunta que muitos
consideram a mais
importante que alguém possa fazer. Afinal de contas, somente sabendo de
onde viemos é que podemos começar a saber quem somos, por que existimos,
como devemos viver, e, no fim, para onde vamos.
1. Leia
Gênesis 1 e 2, mas especialmente Gênesis 1:26-28. Que grandes diferenças
aparecem na criação da humanidade, em contraste com o restante da
criação? O que destaca os seres humanos das outras criaturas?
1. O homem e a mulher foram criados por último. Tinham diante deles toda a criação visível para estudar e cuidar.
2.
O modo divino de criar o homem e a mulher foi diferente daquele pelo
qual vieram à existência as outras criaturas. Até esse ponto, a ordem
divina tinha sido: “Haja” (luz, firmamento, água, peixes, aves, animais,
etc.). Então a ordem se transformou numa decisão conjunta: “Façamos o
homem […]” As três pessoas da Divindade – Pai, Filho e Espírito Santo –
conversaram sobre o assunto para tomar uma decisão. Embora esses dois
capítulos tratem da criação da Terra e das criaturas que ela contém, não
há dúvida de que o principal enfoque estava na criação da humanidade.
3.
O homem e a mulher foram criados à imagem e semelhança de Deus, algo
que não é dito a respeito de nada mais do que foi criado naquela
ocasião. Embora o texto não diga o que significa ser criado à imagem e
semelhança de Deus, isso deve significar que os seres humanos, de alguma
forma, refletem o caráter de seu Criador. Uma vez que temos uma
capacidade moral que não é vista em outras criaturas, ser feito à imagem
e semelhança de Deus certamente significa que os seres humanos
refletem, até certo ponto, o caráter moral de Deus. As borboletas, por
exemplo, podem ser belas, mas não se preocupam com questões relativas ao
que é certo ou errado.
4. O homem e a mulher deveriam ter
domínio, representar Deus na Terra e governar sobre o restante da
criação. Esse chamado necessariamente acarreta responsabilidade.
Os seres humanos são apresentados no primeiro capítulo da Bíblia, mas não isoladamente. Existimos,
mas dentro de um relacionamento com Deus. Que importância Deus deve ter
em nossa vida? Podemos ser realmente “completos” sem Ele? Leia também
Atos 17:28.
Segunda-feira – Livre-arbítrio
No
relato da criação está incrustada a advertência dada por Deus sobre a
ordem de não comer da “árvore do conhecimento do bem e do mal” (Gn 2:9).
Portanto, desde o princípio podemos ver o elemento moral concedido à
humanidade, algo que não é visto em nenhuma das outras criaturas vivas.
Como dissemos ontem, a capacidade de discernimento moral é uma das
formas pelas quais os seres humanos revelam a imagem e semelhança de
Deus.
2. O que Gênesis 2:15-17 diz sobre a realidade do livre-arbítrio nos seres humanos?
Deus
poderia ter criado os seres humanos de forma que cumprissem
automaticamente Sua vontade. Essa é a maneira pela qual foram criadas as
outras coisas, como a luz, o Sol, a Lua e as estrelas. Elas obedecem a
Deus sem nenhum elemento de escolha; cumprem a vontade de Deus
automaticamente, por meio de leis naturais que guiam suas ações.
Mas a criação do homem e da mulher foi especial. Deus os criou para Si.
Desejava que eles fizessem suas próprias escolhas e que escolhessem
adorá-Lo voluntariamente, em vez de serem forçados a fazê-lo. Do
contrário não poderiam amá-Lo, porque o amor, para ser verdadeiro,
precisa ser dado livremente.
Por ser de origem divina, o
livre-arbítrio é protegido e respeitado por Deus. O Criador não
interfere nas escolhas mais profundas e persistentes dos homens e
mulheres. As escolhas erradas também têm consequências e, às vezes
terríveis, mas é contra o caráter de nosso soberano Senhor forçar a
submissão ou a obediência. O princípio do livre-arbítrio humano tem três
importantes implicações: Para a religião: O Deus onipotente não dirige a
vontade e as escolhas individuais de maneira unilateral. Para a ética:
Os indivíduos serão considerados moralmente responsáveis por seus atos.
Para
a ciência: Os atos do corpo e do cérebro não são inteiramente
determinados pela lei da causa e do efeito. As leis físicas estão
envolvidas em nossos atos, mas o livre-arbítrio significa que temos
escolha com respeito a eles, especialmente quanto aos atos morais.
Quais
escolhas morais livres você terá que fazer nas próximas horas, dias e
semanas? Como você pode ter certeza de que está usando corretamente o
sagrado dom do livre-arbítrio? Pense nas consequências do uso errado
desse dom.
Terça – A queda
“Quando
a mulher viu que a árvore parecia agradável ao paladar, era atraente
aos olhos e, além disso, desejável para dela se obter discernimento,
tomou do seu fruto, comeu-o e o deu a seu marido, que comeu também. Os
olhos dos
dois se abriram, e perceberam que estavam nus; então juntaram folhas de figueira
para cobrir-se” (Gn 3:6, 7, NVI).
Comer um pequeno fruto não era um ato pecaminoso. Contudo, temos que
considerar as circunstâncias em que esse ato ocorreu. Adão e Eva eram
criaturas com livre-arbítrio, feitas por Deus à Sua imagem. Isso incluía
a liberdade – mas
também o dever – de obedecer à vontade expressa de Deus. Eles comeram do
fruto, não por rigorosa necessidade, mas por escolha. Foi um ato de
livre-arbítrio por parte de Adão e Eva, em desafio às instruções claras e
específicas de Deus.
Semelhantemente, podemos escolher por nós mesmos se seguiremos ou não a
Deus, e se nos submeteremos ou não à Sua Palavra. Deus não força ninguém
a crer em Sua Palavra. Nunca nos forçará a Lhe obedecer, e não pode
forçar-nos a amá-Lo. Ele permite que cada um de nós escolha por si mesmo
que caminho seguirá. Mas, no fim, precisamos estar preparados para
arcar com as consequências de nossas escolhas.
Ao comer do fruto,
Adão e Eva, em realidade, disseram a Deus que Ele não era o governante
perfeito. Sua soberania foi desafiada. Eles se demonstraram
desobedientes e, como resultado, trouxeram o pecado e a morte para a
humanidade. “Por isso o Senhor Deus o mandou embora do jardim do Éden
para cultivar o solo do qual fora tirado. Depois de expulsar o homem,
colocou a leste do jardim do Éden querubins e uma espada flamejante que
se movia, guardando o caminho
para a árvore da vida” (Gn 3:23, 24, NVI).
Adão e Eva tiveram que
deixar o paraíso. Foi uma consequência necessária, mas misericordiosa. O
Senhor não permitiria a seres humanos rebeldes o acesso à árvore da
vida. Com amoroso cuidado, Ele conservou Adão e Eva afastados do fruto
que os tornaria imortais e, assim, perpetuaria a terrível condição à
qual o pecado os trouxera. (Imagine como seria a vida eterna neste mundo
tão cheio de dor, sofrimento e maldade!) Adão e Eva foram expulsos do
jardim para cultivar o
solo menos fértil do lado de fora (v. 23, 24).
No contexto da lição de hoje, leia 1 João 2:16. Como foram vistos na queda os elementos contra
os quais essa passagem adverte? De que formas, também, temos que lidar com essas mesmas tentações em nossa vida?
Quarta – A iniciativa de Deus para nos salvar
A
Bíblia mostra que, depois da queda de nossos primeiros pais, Deus foi
procurá- los, e não eles a Deus. Ao contrário, o homem e a mulher
tentaram se esconder da presença do Senhor. Essa é uma poderosa metáfora
que retrata a condição de grande parte da humanidade caída: fogem
dAquele que vai procurá-los, do Único que poderia salvá-los! Adão e Eva
fizeram isso no Éden e, a menos que as pessoas se rendam à atração do
Espírito Santo, farão a mesma coisa hoje em dia.
Felizmente, Deus
não rejeitou nossos primeiros pais, e também não nos rejeita. Desde o
tempo em que Deus perguntou a Adão e Eva no jardim pela primeira vez:
“Onde estás?” (Gn 3:9) até hoje, Ele ainda continua a nos chamar. De
fato, Ele
é o primeiro missionário.
“No dom incomparável de Seu Filho, Deus
envolveu o mundo todo numa atmosfera de graça, tão real como o ar que
circula ao redor do globo. Todos os que escolherem respirar essa
atmosfera vivificante hão de viver e crescer até à estatura
completa de homens e mulheres em Cristo Jesus” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 68).
Logicamente
a maior revelação da atividade missionária de Deus pode ser vista na
encarnação e no ministério de Jesus. Embora Jesus tenha vindo à Terra
para fazer muitas coisas – destruir Satanás, revelar o verdadeiro
caráter do Pai, provar que as acusações do inimigo estavam erradas,
mostrar que a lei de Deus pode ser guardada – a razão principal foi
morrer na cruz em lugar dos seres humanos para nos salvar do resultado
final do pecado, a morte eterna.
3. O que cada um dos seguintes textos nos ensina sobre a morte de Jesus?Jo 3:14, 15:
Is 53:4-6:
2Co 5:21:
“Deus tornou pecado por nós Aquele que não tinha
pecado” (NVI). Isso foi necessário “para que nEle nos tornássemos
justiça de Deus” (NVI). Essa ideia tem sido chamada de “a grande troca”:
O ato de Jesus assumir nossos pecados e sofrer
como pecador para que nós, embora pecadores, sejamos considerados tão justos diante de Deus como o próprio Jesus.
Quinta – Metáforas da missão
Missão
é a iniciativa divina para salvar a humanidade perdida. A missão
salvadora de Deus é motivada por Seu amor para com cada um de nós. Não
há razão que possa ser mais profunda. Deus enviou Cristo com a missão de
trazer salvação para o mundo todo. Somente o evangelho de João contém
mais de 40 declarações sobre a dimensão cósmica da missão de Jesus (ver,
por exemplo, João 3:17; 12:47). Assim como Cristo foi enviado pelo Pai
para salvar o mundo, Ele, por Sua vez, nos envia como discípulos Seus,
com as palavras: “Assim como o Pai Me enviou, Eu também vos envio” (Jo
20:21).
4. Leia Mateus 5:13, 14. Quais são as duas metáforas usadas para a missão nesses versos, e o que elas representam?
As
metáforas do sal e da luz expressam funções básicas da influência
cristã sobre a humanidade. Enquanto o sal atua internamente, unindo-se à
massa com a qual entra em contato, a luz atua externamente, iluminando
tudo o que alcança.
O termo “Terra”, na metáfora do sal, se refere a homens e mulheres com
quem o cristão deve se misturar, enquanto a palavra “mundo”, na metáfora
da luz, se refere ao mundo de pessoas em trevas e que precisam de
iluminação.
Os filhos de Israel foram encorajados a viver à altura
dos princípios morais e das regras de saúde que Deus lhes havia
concedido. Deveriam ser uma luz, iluminando e atraindo. Deveriam ser
“como luz para os gentios” (Is 49:6). Sua existência coletiva, num
estado de saúde, prosperidade e lealdade ao sábado de Deus e a outros
mandamentos proclamaria às nações vizinhas os poderosos atos divinos de
criação e redenção. As nações, observando a prosperidade deles, se
chegariam a eles e aprenderiam a ser ensinadas pelo Senhor.
Quando
Cristo veio, Ele também falou sobre o sal, outra maneira de
testemunhar. Por sua influência, os cristãos devem reprimir a corrupção
existente no mundo. Os descrentes muitas vezes se abstêm de atos maus
por causa de uma conscientização moral proveniente da influência cristã.
Os cristãos não só exercem uma influência boa sobre o mundo corrompido
em virtude de sua presença nele, mas também se misturam com as pessoas
para compartilhar a mensagem
cristã de salvação.
Como luz e sal, você e sua
igreja são boas testemunhas para as pessoas que os cercam? Será que a
luz está se apagando, e o sal está perdendo o sabor? Sabendo que o
reavivamento e a reforma devem começar com você, deseja permitir que
Deus atue em seu coração?
Sexta – Estudo adicional
Tratamos
de alguns aspectos da natureza missionária de Deus. A missão é um
empreendimento do Deus triúno. A missão está predominantemente
relacionada a Jesus Cristo, cuja encarnação é fundamental para a fé e a
missão cristãs.
Por Sua vida e morte, Jesus tornou possível a
salvação de toda a humanidade. Nós, como Seus seguidores, Seus
missionários, temos que fazer com que as pessoas conheçam as boas-novas
precisamente a respeito do que Jesus fez por elas. “A igreja de Cristo
na Terra foi organizada com propósito missionário, e o Senhor deseja ver
toda a igreja planejando formas e meios pelos quais o exaltado e o
humilde, o rico e o pobre, possam ouvir a mensagem da verdade. Nem todos
são chamados a trabalhar pessoalmente nos campos missionários, mas
todos podem fazer alguma coisa por meio de suas orações e ofertas para
ajudar na obra missionária” (Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja,
v. 6, p. 29).
Perguntas para reflexão
1. Como uma adequada
compreensão de nossa origem nos ajuda a entender melhor quem somos e
qual é, na realidade, o propósito de nossa existência?
2. Como a citação seguinte nos ajuda a compreender a existência do
livre-arbítrio, do amor e do mal em nosso mundo? “Assim, se Deus deseja
criar seres que amem (que reproduzam Seu perfeito amor), tem que criar
seres livres, que tenham a possibilidade de causar sofrimento e mal no
mundo por suas escolhas. A dinâmica do amor e da liberdade exige que
Deus nos dê a autonomia necessária para crescermos em amor através de
nossa liberdade humana. Além de permitir que seres
livres escolham atos que não reflitam o amor, outra alternativa que Deus
tem é abster-Se completamente de criar seres que amem” (Robert J.
Spitzer, New Proofs for the Existence of God: Contributions of
Contemporary Physics and Philosophy
[Novas provas da existência de Deus: contribuições da física e da
filosofia contemporâneas], edição para tablets Kindle [Eerdmans
Publishing Co., 2010], p. 233).
3. A morte de Jesus foi o ato que
ocorreu numa nação pequena do vasto Império Romano quase dois mil anos
atrás. Contudo, esse ato tem importância eterna para todo ser humano.
Nós, que conhecemos esse ato e seu significado, temos responsabilidade
de anunciá-lo aos que não o conhecem?
Respostas sugestivas:1.
Os seres humanos foram criados por último e, de maneira diferente do
restante da criação, foram criados à imagem e semelhança de Deus, e
deveriam ter domínio sobre o restante dos seres criados. 2. Deus disse a
Adão que ele não deveria comer da árvore proibida, e que no dia em que
dela comesse, morreria; o que implica que ele era livre para comer dela
no momento que desejasse, embora tivesse que arcar com as consequências
de seu ato. 3. a) A morte de Jesus tornou possível que todo o que nEle
crer tenha a vida eterna; b) Ele morreu pelas nossas transgressões e
sofreu o castigo que nós merecíamos; c) Ele Se tornou pecado por nós, a
fim de que pudéssemos ser considerados justos nEle. 4. As metáforas são:
a) o sal da Terra, o que significa que os cristãos devem se misturar
com outras pessoas do mundo para levar-lhes a mensagem de salvação e
para evitar que elas se corrompam; b) a luz do mundo, que representa os
cristãos como instrumento para iluminar as trevas morais e espirituais
em que os seres humanos vivem.