sexta-feira, 29 de julho de 2016

PPT – Como o evangelho transforma a comunidade – Lição 5 – 3º Trim/2016

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Informativo Mundial das Missões – 30/07/16

Informativo Mundial das Missões – 30/07/16


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quarta-feira, 27 de julho de 2016

05. Como o evangelho transforma a comunidade: 23 a 30 de julho

05. Como o evangelho transforma  a comunidade: 23 a 30 de julho


SÁBADO À TARDE (Ano Bíblico: Is 1-4)

VERSO PARA MEMORIZAR: “Percorria Jesus toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo” (Mt 4:23).
Leituras da semana: Lc 4:16-19; 10:25-37; Mt 5:13; Is 2:8; Jo 4:35-38; Mt 13:3-9
Robert Louis Stevenson, mais conhecido por sua história de aventuras, A Ilha do Tesouro, foi uma criança doente e não pôde frequentar a escola regularmente. Depois, seus pais contrataram um professor para lhe dar aulas e uma babá para ajudá-lo em suas necessidades pessoais. Certa noite, quando a babá foi verificar se estava tudo em ordem antes que ele dormisse, encontrou-o fora da cama, com as mãos e o nariz pressionados contra a janela. A babá lhe disse firmemente que voltasse para a cama antes que pegasse um resfriado.
Robert lhe disse: “Venha até a janela, e olhe o que eu estou vendo.” Havia um homem acendendo as lâmpadas da rua. “Olhe”, disse Robert, “um homem está abrindo buracos na escuridão” (Margaret Davis, Fear Not! Is There Anything Too Hard for God? Aspect Books, p. 332).
O que o Novo Testamento ensina sobre ajudar os necessitados? Jesus disse que devemos ser “a luz do mundo” (Mt 5:14). Ao fazer isso, refletimos Jesus, a Verdadeira Luz do mundo (Jo 8:12). Os ensinos de Jesus, que Ele exemplificou em Seu próprio ministério terrestre, dão claras instruções quanto à maneira pela qual, por meio dEle, podemos “abrir buracos na escuridão”.
No mês de agosto, ofereça esperança à sua comunidade realizando o Projeto Quebrando o Silêncio. Sua dedicação pode mudar a vida de muitas famílias.
DOMINGO - A declaração de missão de Jesus (Ano Bíblico: Is 5-7)
Jesus, o jovem rabi de Nazaré, havia Se tornado muito popular na região da Galileia (Lc 4:15). Quando Ele falava, as pessoas ficavam “maravilhadas da Sua doutrina; porque Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” (Mt 7:28, 29). Num sábado, quando Lhe foi entregue o rolo do livro de Isaías, Jesus leu os dois primeiros versos de Isaías 61, parando no meio de uma declaração, exatamente antes da frase “e o dia da vingança do nosso Deus” (Is 61:2).
1. Leia Lucas 4:16-19. Onde encontramos essas mesmas palavras? (Ver Isaías 61:1, 2.) O que Jesus estava proclamando ao ler esses versos?
Como já vimos, a expressão “o ano aceitável do Senhor” é identificada como o ano do jubileu (ver Levítico 25). Nessa visita a Nazaré, Jesus citou uma passagem messiânica das Escrituras e assegurou aos Seus ouvintes: “Hoje, se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir” (Lc 4:21). Nesse sermão Ele Se revelou como o Ungido que pregava as boas-novas aos pobres, a libertação aos cativos, a restauração da vista aos cegos, a liberdade para os oprimidos e a restituição efetuada no jubileu. Essa lista é uma boa descrição de Seu ministério terrestre, que tinha como foco o ensino, a cura e o serviço, especialmente em favor dos necessitados.
2. Por que Jesus não completou a declaração de Isaías 61:2?
Talvez Jesus tenha parado antes da frase “o dia da vingança do nosso Deus” porque não queria que Seu ministério fosse associado ao conceito prevalecente de que o Messias viria para liderar exércitos que derrotariam os opressores de Israel e os colocariam sob o poder dos israelitas. Esse era um falso conceito que, infelizmente, impediria muitos de Seus compatriotas de considerarem Sua pessoa e Seu ministério da maneira correta. Porém, Ele Se concentrou no que iria fazer por aqueles que precisavam do que Ele tinha a oferecer ali, naquele momento, independentemente da situação política da época.
Que lição encontramos na maneira pela qual Jesus anunciou Seu ministério? O que aprendemos com Sua ênfase no trabalho prático que precisamos fazer?

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SEGUNDA - Ame seu próximo (Ano Bíblico: Is 8-10)
“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Lc 10:27).
3. Qual é mensagem de Lucas 10:25-37 a respeito da questão de ajudar os necessitados?
O doutor da lei entendeu que todos os mandamentos giram em torno de amar a Deus com tudo o que temos e amar o próximo como a nós mesmos. A pergunta que precisava ser respondida era: “Quem é o meu próximo?”
Uma vez que a ideia prevalecente no tempo de Cristo era considerar alguém do seu próprio povo como seu próximo e relegar todos os outros à condição de estranhos, esse doutor da lei esperava que Jesus esclarecesse a questão. A parábola contada por Jesus revela uma perspectiva totalmente diferente. Nosso próximo é qualquer pessoa que encontremos e que precise de nós. Ser o próximo de alguém é satisfazer as necessidades dessa pessoa. O sacerdote e o levita estavam mais preocupados em evitar a contaminação e proteger da impureza seus deveres religiosos. Essa era uma forma conveniente de usar a religião como desculpa para não renunciar ao egoísmo a fim de ajudar alguém que, muito provavelmente, nunca poderia retribuir. Em contraste, o samaritano viu como seu próximo esse “estranho” e “inimigo” ferido, cuidando misericordiosamente das necessidades dele em vez de cuidar das suas. A ideia principal é que, em vez de perguntar: “Quem é meu próximo?”, precisamos perguntar: “Quem será o próximo dos fracos e oprimidos?” Não importa quem seja a pessoa; aquela que estiver necessitada é a que devemos ajudar, e ponto final.
“Deus não reconhece distinção alguma de nacionalidade, etnia ou classe social. É o Criador de todo homem. Todos os homens são de uma família pela criação, e todos são um pela redenção. Cristo veio para demolir toda parede de separação e abrir todos os compartimentos do templo a fim de que todos possam ter livre acesso a Deus. Seu amor é tão amplo, tão profundo, tão pleno, que penetra em toda parte” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 386).
Quais preconceitos o impedem de ser o próximo de alguém, de acordo com o exemplo do bom samaritano?
TERÇA - A receita completa (Ano Bíblico: Is 11-14)
“Vós sois o sal da Terra” (Mt 5:13).
Nessa passagem, Jesus está chamando Seus seguidores para que sejam “sal”, que é um agente transformador. A igreja é um “saleiro”, que contém o “sal da Terra”. Com o que ou com quem esse “sal” deve se misturar? Somente com nós mesmos, ou com “ingredientes” diferentes de nós?

Você pode entender melhor a resposta a essa pergunta se encher uma fôrma de pão com sal, e outra com massa de pão contendo sal como um de seus ingredientes. Na primeira fôrma, o sal é a receita inteira; dificilmente essa receita seria saborosa, muito menos comestível. Na segunda fôrma, o sal é parte da receita e está misturado com ingredientes diferentes dele mesmo. Como tal, ele transforma um pão sem graça num pão delicioso. O sal cumpre seu papel quando se mistura com elementos diferentes de si mesmo. Algo semelhante ocorre com os cristãos. Isso não acontecerá se permanecermos confortavelmente dentro do “saleiro”, a igreja.
Assim, há um ponto que não podemos ignorar. Podemos, em todos os aspectos possíveis, ser pessoas moralmente corretas, no sentido de que não fumamos, não bebemos, e não nos envolvemos em orgias, jogos de azar e crimes. Tudo isso é importante. Porém, a questão não é apenas o que não fazemos, mas o que fazemos. O que temos feito para ajudar nossa comunidade e os que têm alguma necessidade?
4. Leia novamente Mateus 5:13, concentrando-se no restante do verso. Como o sal pode perder seu sabor?
“Mas se o sal perdeu o sabor, se existe apenas uma profissão de piedade, sem o amor de Cristo, não há poder para o bem. A vida não pode exercer salvadora influência no mundo” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 439).
Volte à ilustração da receita. Como vimos, se tudo o que tivermos for o sal, isso não é bom. Na verdade, excesso de sal na alimentação pode ser prejudicial. O sal tem que ser misturado com o que é diferente dele. Assim, se somos exatamente como o mundo, ou se somos semelhantes a ele, não faremos diferença nele. Não teremos nada a oferecer. O sal passará a ser inútil. E o que Jesus disse que acontecerá a ele então?
Contudo, se estivermos impregnados do sabor do amor de Cristo, desejaremos nos aproximar dos “estranhos”, misturando-nos com outros para que sejamos agentes da transformação, fazendo uma diferença positiva na vida deles e, por extensão, levando as pessoas ao que realmente tem importância na vida: a salvação em Jesus.
Leia Deuteronômio 12:30; 31:20; Isaías 2:8. Qual é o perigo apresentado nessas passagens? Como podemos nos precaver para não cair nessa armadilha?
QUARTA - Cultivando o campo espiritual (Ano Bíblico: Is 15-19)
5. Leia João 4:35-38. Quais são os passos necessários para alcançar as pessoas?
O trabalho de um agricultor é um bom exemplo das diversas etapas do desenvolvimento espiritual. Outros tipos de atividades agrícolas precisam ser realizadas antes de uma colheita farta (Mt 9:35-38). Não são necessários somente ceifeiros na seara do Senhor. Você pode imaginar um agricultor, na época da colheita, dizendo a seus trabalhadores: “A época da colheita está chegando, por isso precisamos começar a plantar as sementes”? A colheita só ocorre depois que o agricultor se empenhou em cultivar a terra durante um longo período.
6. A agricultura inclui a preparação do solo, pois nem todo solo é originalmente bom. (Leia Mateus 13:3-9.) O que sua igreja pode fazer em sua comunidade para amolecer o “solo duro” e remover “rochas” e “espinhos”?
Alguns trabalhadores fizeram o árduo trabalho agrícola antes da colheita, e outros colhem os benefícios do seu esforço. Às vezes as estratégias evangelísticas têm enfatizado mais a colheita do que o trabalho preparatório. Não é assim que deve ocorrer. O solo precisa ser preparado muito antes que o evangelista venha e comece a pregar, com a esperança de colher frutos.
Devemos olhar para o trabalho agrícola como um processo: analisar o solo, preparar e arar a terra, plantar, irrigar, fertilizar, combater as pragas, esperar, colher e preservar a colheita.
Colher é apenas uma parte do processo. Na igreja, o processo de “agricultura” poderia incluir atividades de análise do solo, como pesquisas de avaliação das necessidades da comunidade, análise das características da população e entrevistas com líderes comunitários. Pode haver atividades de preparação e cultivo da terra, como atendimento às necessidades da comunidade que foram reveladas pela avaliação; atividades de plantio de sementes, como seminários, estudos bíblicos e pequenos grupos; e oração pela chuva do Espírito Santo. Poucas pessoas são ganhas para Cristo participando de apenas uma atividade. Precisamos nutri-las num processo de múltiplas participações em atividades evangelísticas, aumentando assim a probabilidade de que elas estejam prontas para a colheita. Se confiarmos em eventos esporádicos, é improvável que as novas plantas sobrevivam até a colheita.
Que papel você exerce agora nesse processo de conquistar pessoas para Deus? Acha que deveria desempenhar um papel diferente?

quinta-feira, 21 de julho de 2016

PPT – Justiça e misericórdia no Antigo Testamento: parte 2 – Lição 4 – 3º Trim/2016

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Baixe e compartilhe o Power point da Lição nº 4 Justiça e misericórdia no Antigo Testamento: parte 2 – deste 3º Trimestre de 2016.
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Informativo Mundial das Missões – 23/07/16

Informativo Mundial das Missões – 23/07/16

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segunda-feira, 18 de julho de 2016

04. Justiça e misericórdia no Antigo Testamento: parte 2: 16 a 23 de julho

04. Justiça e misericórdia no  Antigo Testamento: parte 2: 16 a 23 de julho


SÁBADO À TARDE (Ano Bíblico: Pv 25-27)
VERSO PARA MEMORIZAR: “Toda criatura vivente que vive em enxames viverá por onde quer que passe este rio, e haverá muitíssimo peixe, e, aonde chegarem estas águas, tornarão saudáveis as do mar, e tudo viverá por onde quer que passe este rio” (Ez 47:9).
Leituras da semana: Ez 37:1-14; Ef 2:10; Ez 47:1-8; Mt 5:16; Ap 22:1, 2; Is 61:1-11
A vizinhança que havia prosperado na década de 1950 e início dos anos 60 havia se tornado uma zona de guerra no final da década de 60 e começo dos anos 70. A maioria das famílias se mudou, deixando para trás um rastro de apartamentos abandonados, arruinados e incendiados. As lojas saíram, e as drogas e o crime entraram, tornando a vizinhança ainda mais indesejável.
Em 1986 uma família cristã deixou sua confortável casa nos subúrbios e se mudou para aquela decadente comunidade urbana. Um pastor de outra cidade os acompanhou. Eles reformaram dois edifícios incendiados e os transformaram em suas moradias. As duas famílias começaram a passar tempo nas ruas, conhecendo os grupos da comunidade e se misturando com os que haviam permanecido na área. Essas duas famílias foram os instrumentos que Deus usou para iniciar uma igreja que trouxe cura e transformação àquela comunidade morta.
A lição desta semana continua a “ouvir” o coro das vozes do Antigo Testamento que chama o povo de Deus para revelar ao mundo Seu caráter de benevolência.
O dia 6 de agosto será a data da multiplicação dos pequenos grupos em todo o Brasil. Viva em comunidade e toque a vida das pessoas.
DOMINGO - Vivos em Cristo (Ano Bíblico: Pv 28-31)
A graça de Deus que traz nova vida aos que estão mortos em transgressões e pecados é revelada vividamente em Ezequiel 37. Em visão, o profeta Ezequiel foi transportado pelo Espírito para um vale cheio de ossos mortos, secos e espalhados. Esses ossos representavam toda a casa de Israel. Deus perguntou: “Filho do homem, acaso, poderão reviver estes ossos?” (Ez 37:3).
A resposta a essa pergunta foi revelada quando Ezequiel profetizou aos ossos.
1. Leia Ezequiel 37:1-14. O que Deus faria por Seu povo?
Os resultados da mensagem pronunciada aos ossos secos foram os seguintes:
(1) eles “viveram e se puseram em pé, um exército sobremodo numeroso” (Ez 37:10); (2) Deus estabeleceria Seu povo em sua própria terra (Ez 37:14); (3) quando isso acontecesse, eles saberiam que Deus havia cumprido Sua promessa (Ez 37:14).

Mas reviver não é suficiente. O povo de Deus revive para uma missão, para um propósito. Israel devia ser uma luz para as nações.
2. Leia Efésios 2:10. Por que somos trazidos de volta à vida, recriados espiritualmente em Cristo?
“Nossa aceitação por Deus só é segura por meio de Seu Filho amado, e as boas obras são apenas o resultado da atuação de Seu amor que perdoa o pecado. Não constituem um crédito para nós, e nada nos é atribuído pelas nossas boas obras que possamos usar para reivindicar uma parte na nossa salvação. A salvação é o dom gratuito de Deus para o cristão, e lhe é concedido unicamente por amor a Cristo. A pessoa perturbada pode encontrar paz pela fé em Cristo, e sua paz será proporcional à sua fé e confiança. Não pode apresentar suas boas obras como argumento para sua salvação.
“Mas as boas obras não têm nenhum valor real? O pecador que a cada dia comete pecado impunemente é considerado por Deus com o mesmo favor recebido por aquele que pela fé em Cristo procura agir em sua integridade? A Escritura responde: ‘Somos feitura dEle, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas’ (Ef 2:10).
“Em Sua providência divina, por meio de Seu favor imerecido, o Senhor ordenou que as boas obras sejam recompensadas. Somos aceitos unicamente pelo mérito de Cristo; os atos de misericórdia e as ações de caridade que realizamos são frutos da fé” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 199, 200).

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SEGUNDA - Um rio que flui (Ano Bíblico: Ec 1-4)
3. Leia Ezequiel 47:1-8. O que estava acontecendo com o templo que Ezequiel contemplou em visão?
Parecia estar vazando água do templo. Alguém poderia pensar: Será que quebrou algum cano? O que aconteceu? No caso em questão, o vazamento foi uma coisa boa.
Aquela água que vazava do templo estava indo “para o oriente”. Ao oriente de Jerusalém fica o mar Salgado (também conhecido como Mar Morto), o ajuntamento de águas mais baixo da Terra. Entre Jerusalém e o mar Morto há aproximadamente 34 km de uma área em grande parte desértica, que inclui a Arabá, também conhecida como a depressão do Jordão e do Mar Morto. Esse mar é tão salgado que nada consegue viver ali.
Contudo, quando a água que saía do templo chegasse lá, as águas mortas do mar ficariam “saudáveis”. Isso pode ser entendido simbolicamente como a igreja de Deus, o templo (1Pe 2:4, 5), alcançando as pessoas e sendo uma fonte de saúde e cura para os mortos em delitos e pecados.
4. Leia Mateus 5:16. De que maneira devemos representar Jesus ao mundo?
O rio Zambezi, em Zâmbia, na África, começa como um riacho raso que sai de baixo de uma árvore. À medida que corre em direção às Cataratas Vitória (Victoria Falls), deixa de ser um riacho que bate na altura do tornozelo e alcança a altura do joelho. Mais adiante atinge a altura da cintura e então se transforma num rio profundo o suficiente para que se possa nadar nele. Da mesma forma, embora fosse pequeno no início, o rio que saía do templo aumentou em força e impacto, e se tornou um rio “que só se podia atravessar a nado; era um rio que não se podia atravessar andando” (Ez 47:5, NVI).
A influência curadora de sua igreja pode começar pequena, mas pode crescer até transformar sua comunidade! “Foi-me mostrada nossa obra no seu começo, como um pequeno, bem pequeno regato” (Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 7, p. 171).
Luz e água: ambas são figuras de linguagem usadas para falar sobre o que Deus pode fazer por nosso intermédio para ajudar os outros. Como podemos nos tornar melhores canais de atendimento aos necessitados?


TERÇA - A igreja: uma fonte de vida (Ano Bíblico: Ec 5-8)

“Toda criatura vivente que vive em enxames viverá por onde quer que passe este rio, e haverá muitíssimo peixe, […] e tudo viverá por onde quer que passe este rio” (Ez 47:9).
A profecia de Ezequiel mostra que há vida por onde quer que passe o rio que vem da igreja de Deus. Ezequiel 47:10 torna tudo isso ainda mais espantoso. Esta cena seria muito estranha: As margens de um corpo de águas conhecido por não haver peixes, porque nada podia sobreviver ali, de repente, passaria a ser um lugar em que os pescadores lançariam suas redes porque então muitos peixes poderiam ser apanhados no local.
A ideia principal é que, pelo poder de Deus atuando em Seu povo, pode haver vida onde antes não existia.
“Onde Deus atua não há situação sem esperança, não há nenhum grupo de pessoas que não possa ser salvo, não há nenhuma herança de um passado infeliz que nos condene a um futuro entregue ao desespero” (The Interpreter´s Bible. Nashvil­­le: Abingdon Press, 1956; v. 6, p. 328).
A maravilhosa graça de Deus faz coisas incríveis por qualquer pessoa que a aceite. Aqui, novamente, temos a mensagem do evangelho. Deus, por meio de nós, pode dar esperança aos que estão desanimados, desolados, secos e moribundos, no sentido espiritual e físico.
5. Compare Ezequiel 47:12 com Apocalipse 22:1, 2. Qual será o destino dos que são curados por Jesus e dEle recebem nova vida por meio de Sua igreja?
Um dia o povo de Deus – incluindo os membros da comunidade que Deus curou e a quem deu vida por meio da abnegação dos membros da igreja – estará na nova Terra, onde há outro rio que flui do trono de Deus. Ali não haverá desertos, sequidão nem morte.
Nesse ínterim, enquanto aguardamos essa bendita realidade, Deus deseja que Suas igrejas sejam lugares de onde possam fluir cura e vida abundante para a comunidade em que estão localizadas. Ele deseja atuar através de nós para revitalizar e transformar os desertos, as depressões e os “mares mortos” que estão em nossa região, trazendo a eles vida abundante em Jesus (Jo 10:10). Essa é, em poucas palavras, a mensagem integral da igreja adventista.

Em Amós 5:24, o profeta apresenta um quadro semelhante ao de Ezequiel 47. Como essa descrição se compara ao papel da igreja na comunidade? Sua igreja está sendo um rio que leva cura às pessoas do seu bairro, de maneira prática?

QUARTA - Promessas do jubileu (Ano Bíblico: Ec 9-12)


O Antigo Testamento repete frequentemente a ideia de que aqueles que são abençoados, seja com bens materiais, ou espiritualmente, devem ajudar os que não são.
6. Leia Isaías 61:1-11. Como podemos aplicar essas palavras de Deus ao chamado que Ele colocou diante de nós? Lc 4:18
Isaías 61 começa com a declaração de que o Espírito do Senhor atua por meio do Ungido para pregar boas-novas aos pobres, curar os quebrantados de coração, proclamar libertação aos cativos e livrar das trevas e do desespero os presos (Is 61:1; ver Lc 4:18). Todos os elementos dessa promessa têm cumprimento no “ano aceitável do Senhor”, uma referência ao ano do jubileu que, como já vimos, era cheio de implicações a respeito do dever de atender às necessidades dos pobres.
Assim, os enlutados que são confortados, os sofredores em Sião que são atendidos, os que recebem “uma coroa em vez de cinzas” e “óleo de alegria […] em vez de pranto”, bem como os que usam “veste de louvor […] em vez de espírito angustiado” (Is 61:3) são as próprias pessoas que edificarão os lugares antigamente assolados e restaurarão os lugares anteriormente destruídos. Os que são abençoados pelo jubileu messiânico passam a transformar a sociedade, renovando as cidades arruinadas (Is 61:4). Os servos de Deus são chamados de sacerdotes e ministros, e são sustentados pelas riquezas das nações vizinhas (Is 61:5, 6).
As figuras que encontramos em Isaías 61, do Ungido transformando os povos ao redor por meio da prosperidade dos que estão em aliança com Ele (Is 61:8, 9) se aplicam àqueles que, na atualidade, foram chamados para ser sacerdotes e ministros nas comunidades ao redor do mundo. A mesma influência transformadora dessa profecia não deveria ser sentida quando nos regozijamos no Senhor, nos alegramos no nosso Deus e somos cobertos com vestes de salvação e de justiça no meio da nossa comunidade (Is 61:10, 11)?

Leia Isaías 61:9, um testemunho impressionante do que Deus queria fazer por Seu povo! A mesma coisa pode ser dita hoje a nosso respeito? Justifique sua resposta.


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