segunda-feira, 28 de novembro de 2016

A ira de Eliú – lição 10 | 26 a 03 dezembro

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SÀBADO À TARDE (Ano Bíblico: 2Co 1-4)

VERSO PARA MEMORIZAR: “Assim como os céus são mais altos do que a Terra, assim são os Meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os Meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos” (Is 55:9).
Leituras da semana: Jó 13:28; 28:28; 32:1-5; 34:10-15; Ez 28:12-17; Jó 1; 2:1-10
A intensa discussão entre Jó e aqueles três homens continuava. Às vezes, eles falavam palavras intensas, profundas, belas e verdadeiras. O livro de Jó é muito citado, até mesmo dos discursos de Elifaz, Bildade e Zofar. A razão para isso é que, como já vimos repetidas vezes, os três amigos de Jó de fato tinham muitas coisas boas a dizer. Acontece que eles simplesmente não as disseram no lugar, momento e circunstância certos. Isso deveria nos ensinar a verdade poderosa de Provérbios 25:11-13:
“Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo. Como pendentes e joias de ouro puro, assim é o sábio repreensor para o ouvido atento. Como o frescor de neve no tempo da ceifa, assim é o mensageiro fiel para com os que o enviam, porque refrigera a alma dos seus senhores”.
Infelizmente, não eram essas as palavras que Jó estava ouvindo de seus amigos. Na verdade, o problema ficaria pior, pois em vez de apenas três homens dizerem que Jó estava errado, um novo homem surgia em cena.
Ajude a fortalecer os clubes de Aventureiros e Desbravadores de sua igreja. Incentive os jovens de sua igreja a participar do próximo Projeto Calebe.
DOMINGO - Consoladores miseráveis (Ano Bíblico: 2Co 5-7)
Mesmo após a poderosa declaração de fé feita por Jó (Jó 13:15, 16), a discussão continuava. Ao longo de muitos capítulos, aqueles homens debateram questões profundas e importantes sobre Deus, o pecado, a morte, a justiça, os ímpios, a sabedoria, e a natureza transitória da humanidade.
1. Que verdades são expressas nos seguintes textos?
Jó 13:28
Jó 15:14-16
Jó 19:25-27
Jó 28:28
O debate continuou por todos esses capítulos e nenhum lado se rendia. Elifaz, Bildade e Zofar, cada um em sua própria maneira, com seus próprios objetivos, não arrefeciam em seu argumento de que as pessoas recebiam o que mereciam na vida. Portanto, o que havia acontecido com Jó só podia ser um castigo justo pelos seus pecados. Enquanto isso, Jó continuava a lamentar seu destino cruel, certo de que ele não merecia aquele sofrimento. Eles discutiam sem cessar; cada “consolador” acusava Jó de dizer palavras vãs e inúteis e Jó também os acusava.
No fim das contas, nenhum deles, nem Jó, compreendia o que estava acontecendo. Como podiam compreender? Eles falavam a partir da perspectiva limitada que todos os seres humanos têm. Se podemos aprender uma lição do livro de Jó (que deveria ser óbvia neste momento, especialmente depois de todos os discursos daqueles homens), é que nós, seres humanos, precisamos ter humildade quando professamos falar de Deus e de Sua atuação. Podemos ter algum conhecimento da verdade, talvez até muito, mas às vezes, como no caso daqueles três homens, pode ser que não saibamos necessariamente a melhor forma de aplicar as verdades que conhecemos.
Olhe para o mundo natural. Por que só esse fato já nos revela quanto nosso conhecimento é limitado, até mesmo em relação às coisas mais simples?
SEGUNDA - Eliú entra em cena (Ano Bíblico: 2Co 8-10)
Dos capítulos 26 a 31, Jó, o trágico herói dessa história, fez seu último discurso aos três homens. Apesar de eloquente e impetuoso, Jó basicamente repetiu o argumento que vinha usando ao longo de todo o livro: “Não mereço o que está acontecendo comigo. Ponto final.”
Jó representa a humanidade no sentido de que muitas pessoas sofrem coisas que não merecem. E a questão, a mais difícil em muitos aspectos, é: por que isso acontece? Em alguns casos a resposta para o sofrimento é relativamente simples. As pessoas claramente trazem problemas para si mesmas. Mas muitas vezes, especialmente no caso de Jó, não é isso que acontece, e assim a questão do sofrimento continua.
À medida que o capítulo 31 vai chegando ao fim, Jó fala sobre a vida que levava, na qual nada do que ele havia feito justificava o que estava lhe acontecendo. Em seguida, o último verso do capítulo diz: “Aqui terminam as palavras de Jó” (Jó 31:40, NVI).
2. Leia Jó 32:1-5. O que aconteceu nessa passagem? Considere as afirmações abaixo e assinale a(s) alternativa(s) correta(s):
A. ( ) Eliú ficou indignado com os três amigos de Jó, pois eles não haviam encontrado meios de refutar Jó, e ainda assim o condenaram.
B. ( ) Eliú acusou Jó de pretender ser mais justo do que Deus.
C. ( ) Eliú acusou os amigos de Jó de serem coniventes com o pecado de Jó.
Essa é a primeira vez que Eliú é mencionado no livro de Jó. Embora não saibamos quando exatamente ele entrou em cena, é óbvio que ele ouviu parte das longas discussões. Eliú deve ter chegado mais tarde, pois não é mencionado junto com os outros três amigos quando estes foram visitar Jó pela primeira vez. Seja qual for a parte do diálogo que ele acompanhou, o que sabemos é que Eliú ficou insatisfeito com as respostas que ouvira. Na verdade, nesses cinco versos, vemos que sua “ira” se acendeu por quatro vezes por causa do que ouvira. Então, nos seis capítulos seguintes, Eliú procurou dar seu parecer e sua explicação sobre as difíceis questões com as quais aqueles homens lidaram por causa das calamidades que atingiram Jó.
Jó 32:2 afirma que Eliú ficou irado com Jó, “porque este pretendia ser mais justo do que Deus”, o que era uma distorção da verdadeira atitude de Jó. Devemos ter muito cuidado com nossa maneira de interpretar as palavras de outras pessoas. Como interpretar da melhor maneira o que as pessoas dizem?
*Lembrete: Aproveite mais o estudo da lição e envolva cada aluno na busca das respostaspara as perguntas de cada dia, com base nas respostas e atividades para a semana,sugeridas no fim da lição de sexta-feira.
TERÇA - Eliú defende Deus (Ano Bíblico: 2Co 11-13)
Foram escritos muitos comentários sobre Eliú e seu discurso ao longo dos séculos. Alguns consideram suas palavras um momento decisivo na direção do diálogo. Porém, não é muito fácil perceber em que aspecto Eliú acrescentou alguma coisa tão inovadora a ponto de modificar a dinâmica do diálogo. Em vez disso, Eliú parece ter apresentado os mesmos argumentos que os outros três amigos haviam apresentado na tentativa de defender o caráter de Deus contra a acusação de injustiça em relação aos sofrimentos de Jó.
3. Leia Jó 34:10-15. Quais verdades Eliú expressou nesse texto? Qual é o paralelo entre essas verdades e as palavras dos outros amigos de Jó? Embora suas palavras fossem verdadeiras, por que elas foram inapropriadas àquela situação?
Talvez o que percebemos em Eliú e nos outros três homens seja medo. Talvez eles tivessem medo de que Deus não fosse o que eles imaginavam. Eles queriam acreditar na bondade, na justiça e no poder de Deus. Portanto, o que fez Eliú senão expressar verdades sobre a bondade, a justiça e o poder de Deus?
“Os olhos de Deus estão sobre os caminhos do homem e veem todos os seus passos. Não há trevas nem sombra assaz profunda, onde se escondam os que praticam a iniquidade” (Jó 34:21, 22).
“Eis que Deus é mui grande; contudo a ninguém despreza; é grande na força da sua compreensão. Não poupa a vida ao perverso, mas faz justiça aos aflitos. Dos justos não tira os olhos; antes, com os reis, no trono os assenta para sempre, e são exaltados” (Jó 36:5-7).
“Ao Todo-Poderoso, não o podemos alcançar; Ele é grande em poder, porém não perverte o juízo e a plenitude da justiça. Por isso, os homens O temem; Ele não olha para os que se julgam sábios” (Jó 37:23, 24).
Se tudo isso é verdade, então a única conclusão lógica a que podemos chegar é de que Jó estava recebendo o que merecia. O que mais poderia ser? Eliú estava tentando “proteger” sua própria compreensão de Deus em face do mal tão terrível que estava acontecendo com um homem tão bom como Jó.
Você já enfrentou uma situação que o fez temer por sua fé? Como você reagiu? Olhando para trás, o que poderia ter feito diferente?
QUARTA - A irracionalidade do mal (Ano Bíblico: Gl 1-3)
Aqueles quatro homens, que acreditavam em um Deus de justiça, encontravam-­se num dilema: como explicar a situação de Jó de maneira lógica e racional que fosse consistente com a compreensão que tinham sobre o caráter de Deus? Em sua tentativa de compreender o mal, ou pelo menos o mal que sobreviera a Jó, eles infelizmente acabaram adotando uma posição essencialmente errada.
Ellen G. White escreveu um comentário poderoso quanto a esse assunto: “É impossível explicar a origem do pecado de maneira a dar a razão de sua existência […] O pecado é um intruso, por cuja presença nenhuma razão se pode dar. É misterioso, inexplicável; desculpá-lo corresponde a defendê-lo. Se para ele se pudesse encontrar desculpa, ou mostrar-se causa para sua existência, deixaria de ser pecado” (O Grande Conflito, p. 492, 493).
Embora ela utilize a palavra pecado, vamos supor que essa palavra seja trocada por outra que tem um significado semelhante: mal. Assim, a citação ficaria: “É impossível explicar a origem do mal de maneira a dar a razão de sua existência […] O mal é um intruso, por cuja presença nenhuma razão se pode dar. É misterioso, inexplicável; desculpá-lo corresponde a defendê-lo. Se para ele se pudesse encontrar desculpa, ou mostrar-se causa para sua existência, deixaria de ser mal.”
Muitas vezes, quando a tragédia bate à porta, as pessoas dizem ou pensam: “eu não entendo”, ou “isso não faz sentido”. Era exatamente disso que se tratava a queixa de Jó.
4. Leia Ezequiel 28:12-17. A queda de Satanás e a origem do mal fazem sentido? Por quê? Marque V para verdadeiro ou F para falso:
( ) A queda faz certo sentido, pois Deus não supriu todas as necessidades e desejos de Lúcifer.
( ) A queda não faz sentido, pois Lúcifer era perfeito em seus caminhos e nada lhe faltava.
Ali estava um ser perfeito, criado pelo Deus perfeito, em um ambiente perfeito. Ele era exaltado, cheio de sabedoria, perfeito em beleza, coberto de pedras preciosas; era um “querubim ungido”, que estava “no monte santo de Deus”. No entanto, mesmo com tudo isso e tendo recebido tantos privilégios, esse ser se corrompeu e permitiu que o mal o dominasse. O que pode ser mais irracional e ilógico do que o mal que contaminou o diabo?
Você já sentiu em sua experiência quanto o mal é realmente irracional e inexplicável?
QUINTA - O desafio da fé (Ano Bíblico: Gl 4-6)
Com certeza, os principais personagens do livro de Jó, meros mortais que viam “como em espelho, obscuramente” (1Co 13:12), estavam agindo de acordo com uma perspectiva muito limitada e uma compreensão muito estreita da natureza do mundo físico, e muito menos do espiritual. Também é interessante notar que em todos aqueles debates sobre o mal que havia ocorrido com Jó, nenhum deles, nem mesmo Jó, falou sobre o papel do diabo, que era a causa direta e imediata de todas as aflições de Jó. Aqueles homens, principalmente Eliú (veja Jó 36:1-4), tinham convicção de que estavam certos. Porém, suas tentativas de explicar racionalmente o sofrimento de Jó não foram suficientes. Além disso, é evidente que Jó sabia que as tentativas deles haviam falhado.
5. Conhecendo o contexto cósmico da história de Jó, podemos explicar de modo satisfatório o mal que aconteceu com ele? Leia Jó 1:1–2:10. Mesmo com todas essas revelações, que outras perguntas permanecem sem resposta?
Como vimos anteriormente, não foi a maldade de Jó que lhe trouxe o sofrimento. Longe disso! Na verdade, foi precisamente sua bondade que fez com que Deus o destacasse diante do diabo. Então foi a bondade de Jó e seu desejo de ser fiel a Deus que fizeram com que tudo aquilo acontecesse com ele? Como podemos entender isso? E mesmo que Jó soubesse o que estava acontecendo, não teria ele clamado: “Por favor, Deus. Use outra pessoa. Devolva meus filhos, minha saúde e minha propriedade!”? Jó não tinha se oferecido como cobaia. Quem faria isso? Portanto, o que aconteceu com Jó e sua família foi justo?
Enquanto isso, embora Deus tenha vencido o confronto com o diabo, sabemos que o inimigo não admitiu a derrota (Ap 12:12). Qual era então o propósito de tudo aquilo? Além do mais, não importa o bem que tenha resultado dos sofrimentos de Jó, será que valeu a pena a morte de todas aquelas pessoas e toda a aflição que Jó passou? Se ainda temos essas perguntas (embora estejamos esperando mais respostas no futuro), imagine todas as perguntas que Jó tinha!
Contudo, eis aqui uma das lições mais importantes que podemos tirar do livro de Jó: devemos viver pela fé e não pelo que vemos; devemos confiar em Deus e permanecer fiéis a Ele mesmo quando não pudermos racionalizar nem explicar a razão das coisas que acontecem. Não vivemos pela fé quando tudo é explicado de maneira plena e racional. Andamos pela fé quando confiamos em Deus e a Ele obedecemos, mesmo sem entender as coisas que acontecem ao nosso redor.
Em quais coisas você precisa confiar em Deus, mesmo quando não as compreende? É possível continuar construindo essa confiança, ainda que não tenhamos as respostas?
SEXTA - Estudo adicional (Ano Bíblico: Ef 1-3)

O autor John Hedley Brooke escreveu sobre o filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804) e sua tentativa de compreender os limites do conhecimento humano, principalmente no tocante às obras de Deus. Para Kant, “justificar os caminhos de Deus ao homem era uma questão de fé, não de entendimento. Como exemplo de uma postura autêntica em face da adversidade, Kant escolheu Jó, que foi despojado de tudo, exceto da consciência limpa. Sujeitando-se diante de uma ordem divina, ele estava certo em resistir aos conselhos dos amigos que buscavam apresentar as razões do seu infortúnio. A força da atitude de Jó consistia em saber o que então sabia: o que Deus pensava que estava fazendo ao acumular infortúnios sobre ele” (Science and Religion [“Ciência e religião”]; Nova York: Cambridge University Press, 2006, p. 207, 208). Elifaz, Bildade, Zofar e Eliú julgavam que podiam explicar o que havia acontecido com Jó em uma simples relação de causa e efeito. A causa era o pecado de Jó; o efeito era seu sofrimento. O que poderia ser mais claro, teologicamente correto e racional do que isso? No entanto, o raciocínio deles estava errado – um exemplo poderoso do fato de que a realidade e o Deus que a criou e a sustenta não necessariamente obedecem nossa compreensão de Deus e do funcionamento do mundo criado por Ele.
Perguntas para reflexão
1. Como vimos, o diabo não é mencionado sequer uma vez em nenhum dos longos discursos sobre a situação do pobre Jó e por que tudo aconteceu. Por quê? O que isso nos diz sobre a compreensão limitada daqueles homens, apesar de todas as verdades que possuíam? O que a ignorância deles nos ensina sobre nossa própria ignorância, a despeito de todas as verdades que temos?
2. “Quando tomamos em nossas mãos a direção das coisas com que temos de lidar, e confiamos em nossa própria sabedoria quanto ao êxito, chamamos sobre nós um fardo que Deus não nos deu, e estamos a levá-lo sem Sua ajuda […] Mas quando realmente acreditarmos que Deus nos ama, e nos quer fazer bem, cessaremos de afligir-nos a respeito do futuro. Confiaremos em Deus assim como uma criança confia em um pai amoroso.” (Ellen G. White, Mente, Caráter e Personalidade, v. 2, p. 468). Como podemos ter essa fé? Isto é, que escolhas estamos fazendo hoje que fortalecerão ou enfraquecerão nossa fé?
Respostas e tarefas para a semana: 1. Com alguns dias de antecedência, distribua os textos entres os alunos, solicitando que eles identifiquem a verdade da passagem bíblica que receberam e tirem lições para a vida prática. 2. A e B. 3. Com antecedência, solicite aos alunos que identifiquem as verdades mencionadas por Eliú em Jó 34:10-15, e quais dessas verdades foram apresentadas no momento inoportuno. 4. F; V. 5. Com antecedência, divida a classe em dois grupos, designando a um deles o capítulo 1 de Jó, e ao outro o capítulo 2:1-10. Solicite a cada grupo que leia seu capítulo e procure anotar as explicações para o sofrimento de Jó e também as perguntas que permanecem sem resposta. Permita a cada grupo apresentar suas conclusões na classe.

domingo, 27 de novembro de 2016

Filme produzido pela Igreja Adventista será lançado em abril

O média-metragem será lançado no dia 8, durante a Semana Santa.

Roteirista e diretor são convidados para participar do pré-lançamento do filme, O Resgate: Salvação ao Extremo. (Foto: Jefferson Pardello)
Roteirista e diretor executivo são convidados para participar do pré-lançamento do filme, O Resgate: Salvação ao Extremo. (Foto: Jefferson Paradello)
Brasília, DF… [ASN] No dia 8 de abril de 2017 será lançado o filme produzido pela Igreja Adventista, O Resgate: Salvação ao Extremo. O longa-metragem faz parte do programa de evangelismo anual conhecido como Semana Santa. Em 2017, a ideia é que membros adventistas convidem amigos, vizinhos e parentes para assistir a produção em suas casas.
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Durante o Concílio anual da sede administrativa da Igreja Adventista (Divisão Sul-americana), mais de 100 líderes assistiram ao trailer oficial e foram incentivados a usarem o filme durante a Semana Santa. O evento tem o objetivo de avaliar e aprovar projetos que serão realizados no ano de 2017. Na promoção, os atores que gravaram o filme foram convidados para falar sobre a experiência de participar da produção adventista.
O filme
As gravações foram feitas no Chile durante cerca de 20 dias. Segundo o produtor do filme, Jefferson Nali, os atores e figurantes trabalharam várias horas diariamente para aproveitarem ao máximo a oportunidade da neve. No entanto, os dias não foram fáceis mediante esta condição climática. “Gravar na neve não é fácil, tanto para os atores quanto para os equipamentos. Precisávamos da neve, mas também sofremos por causa dela”, conta Nali.
Para entender o roteiro, os atores profissionais – que não são membros da denominação – estudaram o livro base para a concepção do filme, A História da Redenção. O ator que interpretou o personagem principal (Adam), Mauricio Pitanga, confessou que a leitura foi muito importante para entender o roteiro e conseguir passar a mensagem de uma maneira mais profunda para o telespectador.
Já para a atriz, Daniela Paschoal, a preparação física também foi muito importante. “Nosso diretor pediu que cuidássemos do corpo e fizéssemos algum treino físico para aguentar os dias de gravação”, complementa. Leonardo Goulart, que representou Jesus, conta que em diversos momentos se emocionou ao compreender a importância de seu personagem. “Isso me tocou profundamente”, confessa.
Outras curiosidades sobre a obra, é que em torno de 25 pessoas fizeram parte da equipe técnica. Além de brasileiros, argentinos e chilenos também trabalharam em parceira com a produtora responsável pelo projeto, a Seven Filmes.
Veja entrevista com diretor executivo e um dos atores, o Maurício Pitanga:

Intencionalidade
Segundo o líder de comunicação da Igreja Adventista para toda América do Sul, Rafael Rossi, “a comunicação é uma forma muito eficaz para transmitir mensagens importantes. Por exemplo, recursos audiovisuais podem ajudar a entender melhor a mensagem comunicada.” Para ele, este filme é uma oportunidade de alcançar novos públicos e de usar os recursos dados por Deus.
Por esse motivo, o filme será traduzido para seis idiomas com distribuição mundial por meio da Associação Geral da Igreja Adventista. [Equipe ASN, Jhenifer Costa]
Assista ao trailer:

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Goleiro Vitor voltará a jogar com o sábado livre

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História de fé do jogador ganhou destaque na mídia no início do ano

Cornélio Procópio, PR… [ASN] O goleiro Vitor Ressurreição, que ficou conhecido por deixar o futebol para guardar o sábado, voltará a jogar em 2017. Ele acertou com o PSTC, clube do norte do Paraná, com uma cláusula no contrato que o libera de treinar e disputar partidas no dia sagrado para os adventistas do sétimo dia, religião do futebolista.
Leia também:
“Um clube também do interior do Paraná entrou em contato primeiro, mas não seguiu com a negociação. Então o PSTC entrou em contato já com a proposta, sabendo da minha condição em relação ao sábado por terem acompanhado a minha história no Paraná. O mais legal é que já estão acostumados a lidar com a situação porque o fisioterapeuta do clube também é adventista. Não precisei pedir nada, eles já sabiam da minha condição”, detalha o atleta.
O atleta de 31 anos estava sem clube desde maio, quando encerrou o contrato com o Londrina. Desde então, ele estava morando em Salvador (BA), onde criou uma marca de camisetas para o público evangélico.
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Vitor ganhou projeção nacional atuando pelo Londrina

Ele conta que não esperava voltar a jogar profissionalmente tão cedo. “Depois do batismo e do encerramento do contrato com o Londrina, achava que era impossível aparecer algum clube. Faz cerca de um mês que comecei a orar, porque comecei a ver que era possível ser um atleta adventista e de alguma forma tentar ser uma luz no meio do futebol. Deus abriu a porta. Não procurei clube algum, não falei com empresário, com ninguém. Acredito que foi uma resposta de Deus porque não precisei fazer nada para que isso acontecesse. O diretor do clube lembrou de mim, ligou, fez a proposta e eu prontamente aceitei, porque quero usar o meu talento como meu ministério, então eu preciso estar dentro do futebol para que isso ocorra”, explica.
O goleiro se apresentará ao clube do município de Cornélio Procópio no dia 1° de dezembro para fazer exames médicos e iniciar a preparação para disputar o Campeonato Paranaense de 2017. O contrato é de seis meses.
“Foi uma porta que Deus abriu para, quem sabe, mais pessoas tenham contato com o evangelho, e isso inclui os Dez Mandamentos. Espero que Deus prepare os corações das pessoas para que elas possam ser tocadas pelo Espírito Santo. A gente desconhece os planos de Deus, estão muito além do que o nosso pensamento pode imaginar. É difícil ficar pensando no que Ele pode fazer. A gente tem que obedecer, seguir e ter fé. O resto é com Ele”, reflete o jogador, que foi escolhido o melhor goleiro do Campeonato Brasileiro da Série C de 2015. [Equipe ASN, Gustavo Cidral]
Abaixo, veja uma entrevista em que ele fala sobre sua profissão e a fidelidade ao sábado:

Informativo Mundial das Missões – 26/11/16

Informativo Mundial das Missões – 26/11/16

 Vídeo – 720×480 MP4 ALTA (48,7 MB): Clique aqui
Vídeo – 720×480 MP4 MÉDIA
(29,7 MB): Clique aqui
Vídeo – 360×240 MP4 BAIXA (8,8 MB): Clique aqui



09. Declarações de esperança: 19 a 26 de novembro

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SÁBADO À TARDE (Ano Bíblico: Rm 11-13)

VERSO PARA MEMORIZAR: “Também Ele será a minha salvação; porém o hipócrita não virá perante Ele” (Jó 13:16, ACF).
Leituras da semana: Pv 17:28; Jó 13:1-15; Tg 2:20-22; 1Co 15:11-20; 1Pe 1:18-20; Gn 22:8
O ensaísta britânico William Hazlitt escreveu: “O homem é o único animal que ri e chora, pois ele é o único animal surpreendido pela diferença entre o que as coisas são e o que elas deveriam ser.”
Certamente, as coisas não são o que deveriam ser. Porém, para o cristão que vive com a promessa da segunda vinda de Jesus, há esperança: A grande esperança do que as coisas se tornarão (2Pe 3:13). Elas se tornarão uma realidade tão maravilhosa que nós, com mentes obscurecidas pelo pecado (1Co 13:12), mal podemos imaginar. Essa é uma esperança que a mente secular, em toda a sua estreiteza e pobreza de espírito, perdeu há muito tempo.
Nesta semana, ao continuar estudando a questão do sofrimento no livro de Jó, descobriremos que, mesmo em meio à injusta calamidade que lhe sobreveio, que não fazia sentido algum e que não era justificada, Jó ainda foi capaz de proferir palavras de esperança. Qual era essa esperança? O que ela nos diz que nós também podemos esperar?
Ajude a preparar novos missionários: convide os jovens de sua igreja para participar da colportagem evangelística e realizar o sonho de estudar em nossos colégios.

DOMINGO - Inventores de mentiras (Ano Bíblico: Rm 14-16)

“Até o tolo, quando se cala, é reputado por sábio; e o que cerra os seus lábios é tido por entendido” (Pv 17:28, ACF).
Podemos dizer muita coisa sobre Jó, mas não dá para declarar que ele ficaria ali sentado, em meio ao seu sofrimento, ouvindo em silêncio as palavras que seus amigos lhe dirigiam. Ao contrário, em grande parte de seu livro, Jó rebateu o que sabia ser uma mistura de verdade e erro. Como vimos, aqueles três homens não estavam demonstrando muito tato e solidariedade. Eles alegavam falar em nome de Deus ao justificarem o que havia acontecido com Jó. Basicamente eles disseram que Jó estava recebendo o que merecia, ou que ele merecia coisas ainda piores! Qualquer uma dessas linhas de raciocínio já teria sido ruim o bastante, mas todas as três juntas (e ainda outras) já era demais! Então, Jó as rebateu.
1. Leia Jó 13:1-14. Como Jó respondeu ao que haviam dito a ele? Quais foram seus argumentos?
No capítulo 2 de Jó, vimos que, quando aqueles homens foram visitá-lo pela primeira vez, não lhe disseram nada durante sete dias. Considerando o que, por fim, começou a ser dito por eles, essa poderia ser a melhor abordagem. Com certeza foi isso que Jó pensou.
Perceba também que Jó não apenas disse que aqueles homens estavam dizendo mentiras, mas que estavam falando mentiras sobre Deus! (Isso é interessante à luz do que acontece no final do próprio livro [veja Jó 42:7]). Com certeza seria melhor não falar nada do que falar coisas erradas. Quem já não sentiu quanto isso é verdade? Porém, parece que dizer coisas erradas sobre Deus é muito pior. A ironia era que aqueles homens realmente achavam que estavam defendendo Deus e Seu caráter contra as queixas amargas de Jó sobre o que havia acontecido. Embora Jó continuasse sem entender por que todas aquelas coisas haviam lhe acontecido, ele sabia o bastante para reconhecer que a fala daqueles homens fazia deles “inventores de mentiras” (Jó 13:4).
Você já disse coisas erradas e precipitadas sobre pessoas ou situações? Você se arrependeu de suas palavras? Como evitar esse erro novamente?
Participe do projeto “Reavivados por Sua Palavra”: acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/

SEGUNDA - “Ainda que Ele me mate” (Ano Bíblico: 1Co 1-4)

No começo deste trimestre, fomos direto para o fim do livro de Jó e vimos como as coisas acabaram bem para ele. Vimos que, mesmo em meio ao seu terrível sofrimento, Jó tinha realmente uma esperança. Na verdade, vivendo nestes dias e conhecendo toda a Bíblia, de Gênesis a Apocalipse, podemos perceber que Jó tinha muito mais a esperar do que ele sequer podia imaginar naquela época.
Porém, quando seus filhos morreram, quando sua propriedade foi tomada e sua saúde foi arruinada, Jó não teve a vantagem de saber como as coisas terminariam. Em vez disso, sabia que a vida, de repente, havia se tornado horrível.
Entretanto, mesmo em meio aos seus amargos lamentos, Jó ainda expressava esperança, e essa esperança estava em Deus – o mesmo Deus que, aos seus olhos, estava lidando de maneira muito injusta com ele.
2. Leia Jó 13:15. Que esperança é apresentada nesse verso? O que Jó estava dizendo? Assinale V para verdadeiro ou F para falso:
( ) Mesmo em face da morte, sua confiança em Deus não seria abalada.
( ) Jó acreditava que seu sofrimento estivesse chegando ao fim porque Deus o mataria.
( ) Se Deus não o livrasse da morte, Jó abandonaria sua fé.
“Ainda que Ele me mate, nEle esperarei.” Que poderosa declaração de fé! Com tudo o que lhe havia acontecido, Jó sabia que muito possivelmente a última coisa, a única que ainda não lhe tinha ocorrido, a morte, poderia acontecer – e Deus também poderia causá-la. No entanto, mesmo que isso acontecesse, Jó morreria confiando no Senhor de toda maneira.
“As riquezas da graça de Cristo devem ser conservadas diante da mente. Entesoure as lições providas por Seu amor. Que sua fé seja como a de Jó, de maneira que você possa declarar: ‘Ainda que Ele me mate, nEle esperarei.’ Apodere-se das promessas de seu Pai celestial, e lembre-se da maneira pela qual Ele tratou você e Seus servos no passado, pois ‘todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus’” (Rm 8:28, ARC; Ellen G. White, Para Conhecê-Lo, p. 254).
De uma perspectiva puramente humana, Jó não tinha razão para ter esperança. Mas ele não estava olhando a partir de uma perspectiva humana. Se tivesse feito isso, que esperança poderia ter? Em vez disso, quando Jó fez essa maravilhosa declaração de fé e esperança, ele o fez no contexto de Deus e de sua confiança nEle.
Como Jó conseguiu manter sua fé em Deus em meio a tudo o que lhe acontecera? Leia Jó 1:1 e Tiago 2:20-22. Como esses textos ajudam a responder a essa pergunta? Qual é a importância da fidelidade e da obediência em nossa vida cristã? (Veja a lição 13).

TERÇA - Declarações de esperança (Ano Bíblico: 1Co 5-7)

3. “Também Ele será a minha salvação; porém o hipócrita não virá perante Ele” (Jó 13:16, ACF). Esse verso vem logo depois daquele que lemos ontem. Como ele confirma ainda mais a ideia de que, apesar de tudo, Jó tinha esperança, e de que sua esperança estava em Deus?
Que frase interessante para dar sequência ao que fora dito antes! Mesmo que Jó tivesse que morrer, mesmo que Deus o matasse, Jó ainda confiaria em Deus para a salvação. Embora, de um lado, seja um estranho contraste, por outro, essa declaração faz todo sentido. Afinal de contas, o que é a salvação senão a libertação da morte? E a morte, pelo menos para os salvos, nada mais é do que um breve momento de descanso, um instante de sono, seguido da ressurreição para a vida eterna. Não tem sido a ressurreição a grande esperança de todo o povo de Deus ao longo dos milênios? Essa também era a esperança de Jó.
4. Leia 1 Coríntios 15:11-20. Qual é a esperança apresentada nessa passagem? Sem ela, por que não teríamos nenhuma esperança? Assinale a alternativa correta:
A. ( ) A esperança apenas para esta vida.
B. ( ) A esperança da ressurreição.
C. ( ) A esperança de que ninguém será condenado no juízo final.
D. ( ) A esperança de dias melhores na Terra e vida eterna para os que não se arrependerem.
Além disso, após essa forte declaração de fé na salvação, Jó disse que o “hipócrita [hanef] não virá perante Ele”. A raiz de hanef significa “profano” ou “ímpio”, uma palavra com conotações muito negativas no hebraico. Jó sabia que sua salvação devia ser encontrada apenas em Deus, somente em uma vida submissa em fiel obediência a Ele. É por isso que o homem mau e ímpio, o hanef, não tinha essa esperança. Muito provavelmente Jó estivesse expressando o que ele entendia como sua “certeza de salvação”. Embora ele oferecesse fielmente sacrifícios de animais pelo pecado, não sabemos o nível de sua compreensão a respeito do significado deles. Antes da cruz, a maioria dos fiéis seguidores do Senhor, tais como Jó, certamente não tinha uma compreensão plena da salvação como passamos a ter após a cruz. Entretanto, Jó conhecia o bastante para saber que sua esperança de salvação seria encontrada somente no Senhor, e que aqueles sacrifícios eram uma expressão de como essa salvação deveria ser encontrada.

QUARTA - Esperança antes da criação do mundo (Ano Bíblico: 1Co 8-10)

Quem dentre nós, tendo passado por tudo o que Jó passou, poderia fazer uma declaração de esperança tão poderosa? As palavras de Jó são um testemunho eterno da realidade da sua vida de fé e obediência.
Jó tinha esperança porque servia ao Deus da esperança. Apesar de todas as sórdidas histórias da pecaminosidade humana desde a queda de Adão e Eva no Éden (Gn 3) até a queda de Babilônia no fim dos tempos (Ap 14:8), a Bíblia é um livro repleto de esperança e da visão de algo que vai além do que este mundo oferece.
“O mundo foi confiado a Cristo, e por Seu intermédio tem vindo toda bênção de Deus à humanidade caída. Era o Redentor, tanto antes como depois da encarnação. Assim que houve o pecado, existiu um Salvador” (O Desejado de Todas as Nações, p. 210). E quem é o Salvador senão a grande Fonte da nossa esperança?
5. Como a maravilhosa esperança expressa na declaração de Ellen G. White, acima, é confirmada pelos textos a seguir? Ef 1:4; Tt 1:2; 2Tm 1:8, 9; 1Pe 1:18-20. Complete as lacunas de acordo com o conteúdo dos textos:
Esses textos nos revelam que ________________ nos deu Sua ________________ antes da ________________ do mundo. Portanto, havia ________________ desde os ________________ eternos.
Esses textos ensinam a maravilhosa verdade de que Deus, em Sua presciência, sabia antes da criação do mundo que a humanidade cairia em pecado. No original grego, 2 Timóteo 1:9 diz que fomos chamados por uma graça dada a nós, em Cristo Jesus, “antes dos tempos eternos”. Essa graça nos é concedida “não em virtude das nossas obras” (como poderia ter sido em razão de “nossas obras” se nós ainda nem existíamos?), mas por meio de Jesus. Antes mesmo de existirmos, Deus elaborou um plano que oferecia à humanidade a esperança da vida eterna. A esperança não surgiu depois que tivemos necessidade dela; em vez disso, ela já existia e estava lá, pronta para nós quando de fato precisamos dela.
Como cristãos, temos muito pelo que esperar e em que esperar. Existimos em um Universo criado pelo Deus que nos ama (Jo 3:16), nos redimiu (Tt 2:14), ouve as nossas orações (Mt 6:6), intercede por nós (Hb 7:25), jamais nos abandonará (Hb 13:5), nos ressuscitará da morte (Is 26:19) e nos dará a vida eterna com Ele (Jo 14:2, 3).
“Que diremos, pois, diante dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rm 8:31). Como você pode fazer desta a sua esperança mesmo em meio às lutas que esteja enfrentando?
*Lembrete: Aproveite mais o estudo da lição e envolva cada aluno na busca das respostas para as perguntas de cada dia, com base nas respostas e atividades para a semana, sugeridas no fim da lição de sexta-feira.

QUINTA - Imagens de esperança (Ano Bíblico: 1Co 11-13)

6. Leia os textos abaixo. Que esperança cada um deles nos revela?
Gn 3:15
Gn 22:8
Lv 17:11
Jo 1:29
Gl 2:16
Fl 1:6
1Co 10:13
Dn 7:22
Dn 12:1, 2
Mt 24:27
Dn 2:44
Siga o desenvolvimento do raciocínio apresentado nesses textos. Juntos, o que eles nos dizem sobre a esperança que temos em Jesus?

SEXTA - Estudo adicional (Ano Bíblico: 1Co 14-16)

Do início ao fim, a Bíblia está repleta de maravilhosas palavras de esperança. “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em Mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo 16:33). “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28:20). “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se Ele próprio maldição em nosso lugar”
(Gl 3:13). “Quanto dista o Oriente do Ocidente, assim [Ele] afasta de nós as nossas transgressões” (Sl 103:12). “Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”
(Rm 8:38, 39). “Toda vez que o arco-íris estiver nas nuvens, olharei para ele e Me lembrarei da aliança eterna entre Deus e todos os seres vivos de todas as espécies que vivem na Terra” (Gn 9:16, NVI). “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a Ele mesmo” (1Jo 3:1). “Sabei que o Senhor é Deus; foi Ele quem nos fez, e dEle somos; somos o Seu povo e rebanho do Seu pastoreio” (Sl 100:3).
Que esperança teríamos se não fosse a partir do que nos é revelado na Bíblia?
Perguntas para reflexão
1. Que outros textos bíblicos nos falam de esperança? Quais passagens são especialmente importantes para você? Por quê?
2. Quais doutrinas da Igreja Adventista do Sétimo Dia lhe trazem mais esperança?
3. Em meio às aflições, tragédias e dificuldades, como podemos nos alegrar na esperança bíblica? Por que é fácil ficar desanimados por causa de acontecimentos, mesmo com tanta esperança apresentada a nós? Na prática, o que fazer para manter essa esperança sempre diante de nós e nos alegrarmos nela?
4. “Fale de esperança, fé e ações de graças a Deus. Seja animada, esperançosa em Cristo. Eduque-se para louvá-Lo. Esse é um grande remédio para as doenças da mente e do corpo” (Mente, Caráter e Personalidade, v. 2, p. 492). Por que o louvor é tão importante para nos ajudar a permanecer esperançosos no Senhor?
Respostas e tarefas para a semana: 1. Com uma semana de antecedência, peça que os alunos leiam Jó 13:1-14 e anotem os principais argumentos de Jó. Permita que eles apresentem suas ideias no momento da recapitulação. 2. V; F; F. 3. Jó tinha esperança em Deus, mesmo que tivesse que morrer, porque acreditava que Deus tinha a vida eterna para lhe oferecer, além da morte. 4. B. 5. Deus – graça – fundação/criação – salvação – tempos. 6. Com uma semana de antecedência, distribua um ou mais textos para cada aluno, solicitando-lhes que estudem as passagens. Na classe, peça a cada um deles que identifique a esperança descrita nos versos que lhes foram distribuídos. Procurem juntar a mensagem de todas as passagens para formar um grande quadro da esperança bíblica.

 


 


 


 


 


 


 

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Informativo Mundial das Missões – 19/11/16

Informativo Mundial das Missões – 19/11/16

Olá irmãos!
Segue o material desta semana.
Um detalhe muito importante da história desta semana é que Muyi (personagem principal) não foi batizado ainda na Igreja Adventista, mas tem se aproximado a cada dia desta decisão através do contato com os adventistas de Ragusa.

 ídeo – 1280×720 MP4 ALTA (69,7 MB): Clique aqui
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08. Sangue inocente: 12 a 19 de novembro

SÁBADO À TARDE (Ano Bíblico: At 19-21)

 

VERSO PARA MEMORIZAR: “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem” (Hb 11:1).
Leituras da semana: Jó 10; Is 53:6; Rm 3:10-20; Jó 15:14-16; Jó 1:18-20; Mt 6:34
O escritor argelino Albert Camus lutou com a questão do sofrimento humano. Em seu livro The plague [“A peste”], ele utiliza uma peste como metáfora para os males que provocam dor e sofrimento à humanidade. Camus descreve uma cena na qual um garotinho, afligido pela pestilência, tem uma morte terrível. Posteriormente, um padre que havia testemunhado a tragédia disse a um médico que também estivera ali: “Esse tipo de coisa é revoltante, pois ultrapassa nossa compreensão humana. Mas talvez devamos amar o que não compreendemos.” O doutor, enfurecido, retrucou: “Não, padre! Tenho uma ideia muito diferente do amor; e até o dia da minha morte, me recusarei a amar um sistema em que crianças são torturadas” (Albert Camus, The plague; New York: First Vintage International Edition, 1991, p. 218).
Essa cena reflete o que temos visto no livro de Jó: respostas superficiais e nada convincentes ao que não possui uma solução simples. Assim como o médico da história acima, Jó também sabia que as respostas dadas não correspondiam à realidade em questão. Portanto, eis o desafio: como encontramos respostas que fazem sentido para o que, muitas vezes, parece sem sentido? Nesta semana continuaremos nossa busca.
Na semana que vem terá início uma grande campanha evangelística. Será de 19 a 26 de novembro. Teremos mais de 4 mil pregadores espalhados em todo o Brasil. Prepare seu coração e convide seus amigos!

DOMINGO - O protesto de Jó (Ano Bíblico: At 22, 23)

Elifaz, Bildade e Zofar tinham um argumento: Deus pune o mal. Infelizmente, o argumento deles não se aplicava à situação de Jó. O sofrimento de Jó não era um exemplo de castigo retributivo. Deus não o estava punindo por seus pecados, como posteriormente Ele fez com Coré, Datã e Abirão. Jó também não estava colhendo o que plantara, como muitas vezes pode ser o caso. Nada disso! Jó era um homem justo; o próprio Deus havia dito isso (Jó 1:8). Portanto, Jó não somente não merecia o que havia lhe acontecido, ele sabia que não merecia aquilo. Foi isso que tornou suas queixas tão fortes e amargas.
1. Leia Jó 10. Ao considerar as circunstâncias de Jó, suas palavras ao Senhor faziam sentido? O que estava errado e o que estava certo em seu discurso?
Aqueles que creem em Deus não fazem perguntas semelhantes em momentos de grande tragédia? “Por que, Senhor, Tu tiveste o trabalho de me criar?”, ou “Por que Tu estás fazendo isso comigo?” ou ainda “Não teria sido melhor se eu nunca tivesse nascido do que ter sido criado e agora enfrentar tudo isso?”
Além disso, o que tornava tudo mais difícil de compreender era o fato de que Jó sabia da sua fidelidade a Deus. Ele clamou ao Senhor: “Bem sabes Tu que eu não sou culpado; todavia, ninguém há que me livre da Tua mão” (Jó 10:7).
Há uma ironia difícil nessa história: diferente do que seus amigos diziam, Jó não estava sofrendo por causa de seu pecado. O próprio livro revela o contrário: Jó estava sofrendo exatamente porque ele era muito fiel. Os dois primeiros capítulos do livro defendem essa ideia. Jó não tinha como saber que era essa a causa. E, mesmo que tivesse, provavelmente isso teria aumentado sua frustração e amargura.
Por mais singular que seja a situação de Jó, ela é também universal no sentido de que lida com o problema universal do sofrimento, especialmente quando a dor parece tão desproporcional diante do mal que alguém possa ter feito. Uma coisa é exceder o limite de velocidade e receber uma multa; outra é fazer a mesma coisa com o objetivo de matar alguém.
O que você pode dizer a alguém que acredita que está sofrendo injustamente?
Permaneça em oração pelo grande evangelismo e pelas pessoas que estão se preparando para o batismo.

SEGUNDA - Sangue inocente? (Ano Bíblico: At 24-26)

Muitas vezes ouvimos sobre o assunto do sofrimento de “inocentes”. A Bíblia até mesmo utiliza a expressão “sangue inocente” (Is 59:7; Jr 22:17; Jl 3:19), geralmente no contexto de agressão ou até assassinato de pessoas que não mereciam o que lhes aconteceu. Se utilizarmos essa interpretação de “sangue inocente”, então, veremos que nosso mundo está repleto de muitos exemplos disso.
Por outro lado, a Bíblia fala sobre a realidade da pecaminosidade e corrupção humanas, o que levanta uma questão válida sobre o significado do termo “inocente”. Se todos pecaram e transgrediram a lei de Deus, quem de fato é inocente? Como disse alguém: “Sua certidão de nascimento atesta sua culpa.”
Embora teólogos e estudiosos da Bíblia tenham debatido por séculos a exata natureza da relação humana para com o pecado, a Bíblia deixa claro que o pecado impactou toda a humanidade. O conceito da pecaminosidade humana não se encontra apenas no Novo Testamento. Ao contrário, a investigação do tema no Novo Testamento é uma expansão do que foi escrito no Antigo Testamento.
2. O que os textos seguintes ensinam sobre a realidade do pecado? 1Rs 8:46; Sl 51:5; Pv 20:9; Is 53:6; Rm 3:10-20. Complete as lacunas de acordo com o conteúdo dos textos:
Esses textos nos ensinam que ___________________ nós _____________________ em pecado. Portanto, somos todos ___________________ e merecemos a _________________.
Além do claro testemunho das Escrituras, qualquer pessoa que tenha conhecido o Senhor pessoalmente e tido um vislumbre da bondade e santidade de Deus conhece a realidade da pecaminosidade humana. Nesse sentido, quem dentre nós é verdadeiramente “inocente”? (Vamos desconsiderar por enquanto a questão dos bebês e das crianças).
Por outro lado, não é bem essa a questão. Jó era um pecador. Nesse sentido ele não era inocente, assim como seus filhos também não eram. Contudo, o que ele havia feito, ou eles haviam feito, para merecer a sorte que recaiu sobre eles? Não seria essa, talvez, a grande pergunta da humanidade em relação ao sofrimento? Diferente dos “provérbios de cinza” (Jó 13:12) de seus amigos, Jó sabia que não merecia o que lhe estava acontecendo.
O amor e a santidade de Deus intensificam nosso senso de pecaminosidade. Essa percepção nos ajuda a enxergar nossa absoluta necessidade da cruz?

TERÇA - Destinos injustos (Ano Bíblico: At 27, 28)

3. Leia Jó 15:14-16. Que verdade Elifaz apresentou a Jó? Assinale a alternativa correta:
A. ( ) Todo sofrimento é fruto dos nossos pecados.
B. ( ) Não podemos esperar nada de Deus, pois Ele é justo, e nós, pecadores.
C. ( ) Todos os homens nascidos de mulher são pecadores, injustos e corruptos.
D. ( ) Deus perdoaria os pecados de Jó, se ele somente os confessasse.
Novamente Elifaz falou a verdade, assim como os outros amigos haviam falado, dessa vez, porém, a respeito da pecaminosidade de todo ser humano. O pecado é uma realidade universal da vida na Terra, assim como o sofrimento.
E, como também sabemos, no fim das contas todo sofrimento é resultado do pecado. Além disso, não há dúvidas de que Deus pode usar o sofrimento para nos ensinar lições importantes. “Deus sempre tem provado Seu povo na fornalha da aflição. É no calor da fornalha que a escória se separa do verdadeiro ouro do caráter cristão” (Patriarcas e Profetas, p. 129).
Há, porém, um problema mais profundo com relação ao sofrimento. O que dizer das vezes em que não vemos benefício algum como resultado do sofrimento? E quanto ao sofrimento dos que não tiveram, em seu caráter, a escória separada do ouro, pois foram mortos instantaneamente? O que dizer dos que sofrem sem conhecer o Deus verdadeiro ou qualquer coisa a Seu respeito? E as pessoas cujos sofrimentos apenas as tornaram amargas, furiosas e revoltadas com Deus? Não podemos ignorar esses exemplos nem tentar colocá-los numa fórmula simples. Fazer isso talvez nos tornasse culpados dos mesmos erros cometidos pelos acusadores de Jó.
Independentemente das lições que Jó e seus acusadores pudessem aprender, e da derrota que Satanás enfrentaria mediante a fidelidade de Jó, o destino dessas outras pessoas certamente não parece justo. O fato é que essas coisas não são justas, nem razoáveis ou corretas.
Enfrentamos desafios semelhantes hoje. Uma criança de seis anos morre de câncer. Isso é justo? Uma universitária de vinte anos é tirada à força de seu carro e abusada sexualmente. Isso é justo? Uma mulher de trinta e cinco anos, mãe de três filhos, morre em um acidente automobilístico. Isso é justo? O que dizer dos 19 mil japoneses mortos no terremoto de 2011? Todos eles eram culpados de alguma coisa, para que aquele terremoto fosse considerado uma punição justa? Se não, essas mortes também não foram justas.
Essas são questões difíceis.
*Lembrete: Aproveite mais o estudo da lição e envolva cada aluno na busca das respostas para as perguntas de cada dia, com base nas respostas e atividades para a semana, sugeridas no fim da lição de sexta-feira.

QUARTA - Basta a cada dia o seu mal (Ano Bíblico: Rm 1-4)

4. Pense no destino imediato das pessoas descritas nos versos a seguir. A vida foi justa com elas?
Jó 1:18-20
Gn 4:8
Êx 12:29, 30
2Sm 11:17
Jr 38:6
Mt 14:10
Hb 11:35-38
A Bíblia reflete uma realidade cruel a respeito da vida em nosso mundo caído: o mal e o sofrimento são reais. Somente fazendo uma leitura superficial da Palavra de Deus e tirando alguns textos do contexto, poderíamos pensar que a vida aqui seja razoável, justa e boa, e que, se apenas permanecermos fiéis a Deus, não teremos sofrimento. É evidente que a fidelidade pode trazer muitas recompensas hoje, mas isso não quer dizer que ela construa uma barreira completa para a dor e o sofrimento.
No Sermão do Monte, Jesus pregou uma mensagem poderosa, indicando por que devemos confiar em Deus e não nos preocupar com o que comeremos, beberemos ou vestiremos. Jesus utilizou exemplos da natureza como lições objetivas sobre as razões pelas quais podemos confiar na bondade de Deus para satisfazer nossas necessidades. Ele então acrescentou estas famosas palavras: “Não vos inquieteis pois pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal” (Mt 6:34, ARC).
Repare: basta a cada dia o seu mal. Jesus não estava negando a presença do mal em nossa vida, mesmo a presença diária do mal (esse termo vem de uma palavra grega cujo significado pode ser “maldade”, “depravação” e “malignidade”). Na verdade, era o contrário. Jesus estava reconhecendo o predomínio e a presença do mal em nosso dia a dia. Como Cristo poderia não reconhecer isso? Como Senhor, Ele tinha muito mais conhecimento sobre o mal no mundo do que qualquer um de nós poderia ter, ainda que todos nós já conheçamos bem esse assunto.
Quem já não provou um pouco, ou muito, do quanto a vida pode ser injusta e amarga? O fato de que Jesus reconheceu a realidade do mal pode nos trazer conforto e força em meio à maldade deste mundo?

QUINTA - Fatos que não se veem (Ano Bíblico: Rm 5-7)

5. Leia Provérbios 3:5. Embora seja um texto comum, que mensagem crucial ele tem para nós, principalmente no contexto do que estamos estudando? Marque V para verdadeiro ou F para falso:
( ) Devemos descansar em Deus, pois Ele nos dará tudo que Lhe pedirmos.
( ) Devemos confiar totalmente em Deus e não nos apoiar no nosso próprio entendimento.
Embora o caso de Jó seja extremo, ele reflete a triste realidade do sofrimento em nosso mundo caído. Não precisamos da história de Jó nem de outras histórias da Bíblia para ver essa realidade. Nós a vemos ao nosso redor. De fato, todos nós a vivemos até certo ponto.
“O homem, nascido de mulher, vive breve tempo, cheio de inquietação. Nasce como a flor e murcha; foge como a sombra e não permanece” (Jó 14:1, 2).
Portanto, a questão com a qual lutamos é: como explicarmos o sofrimento, aquele que parece não fazer sentido para nós, no qual é derramado sangue inocente?
Como os primeiros capítulos do livro de Jó revelam, e conforme o que a Bíblia também mostra em outras partes, Satanás é um ser real e é a causa, direta ou indireta, de tanto sofrimento. Como vimos anteriormente neste trimestre (veja a lição dois), o conceito do grande conflito é muito eficaz para nos ajudar a lidar com a realidade do mal em nosso mundo.
No entanto, às vezes é difícil compreender por que algumas coisas acontecem. Muitas vezes, as coisas simplesmente não fazem sentido. Em momentos como esses, quando acontecem coisas que não entendemos, precisamos aprender a confiar na bondade de Deus. Precisamos aprender a confiar em Deus mesmo quando não podemos ver facilmente as respostas. Mesmo quando não é possível ver coisas boas como resultado do mal e do sofrimento ao nosso redor.
6. Hebreus 11:1 diz: “A fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem.” A partir das coisas que vemos, como podemos aprender a confiar em Deus sobre as coisas que não vemos? Pelo que lemos do livro de Jó até agora, em que sentido Jó aprendeu a fazer exatamente isso? Como podemos aprender a fazer o mesmo?

SEXTA - Estudo adicional (Ano Bíblico: Rm 8-10)

Albert Camus escreveu muitas coisas sobre sua luta para encontrar respostas para a questão do sofrimento e o significado da vida que se torna mais problemática por causa do sofrimento. Sua citação mais famosa mostra que seu progresso foi pequeno: “Há apenas um problema filosófico realmente sério: o suicídio. Julgar se vale a pena viver equivale a responder a questão fundamental da filosofia” (The Myth of Sisyphus and Other Essays [“O mito de Sísifo e outros ensaios”]; Nova York: Vintage Books, 1995, p. 3). A questão do sofrimento humano não é fácil de responder.
Há, porém, uma diferença crucial entre as pessoas que lutam sem Deus para obter respostas e aquelas que o fazem com Deus. De fato, o problema do sofrimento se torna mais difícil quando se acredita na existência de Deus, devido aos problemas inevitáveis que a existência dEle traz em face do mal e da dor. Por outro lado, temos o que ateus como Camus não têm: a possibilidade e a perspectiva da resposta e da resolução. (Há evidências de que Camus tivesse posteriormente desejado o batismo, porém ele logo morreu em um acidente automobilístico). Temos a esperança de que Deus “enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap 21:4). Mesmo que alguém não acreditasse nessa promessa, essa pessoa teria que admitir que, se não houvesse nada mais que isso, a vida seria muito mais agradável por termos ao menos essa esperança.
Perguntas para reflexão
Um argumento que as pessoas apresentam a respeito da questão do mal é este: “Sim, existe o mal neste mundo, mas também existe o bem, e o bem supera o mal.” A primeira pergunta é: Como saber que o bem supera o mal? Como fazer essa comparação? A segunda pergunta é: Mesmo que isso fosse verdade, que proveito esse argumento teria para Jó (ou outras pessoas) em meio ao seu sofrimento? O filósofo alemão Arthur Schopenhauer usou um exemplo poderoso para ridicularizar a noção de equilíbrio entre o bem e o mal neste mundo: “Dizem que o prazer neste mundo supera a dor; ou, em todo o caso, que há um equilíbrio entre os dois. Caso o leitor deseje descobrir, brevemente, se essa afirmação é verdadeira, compare os respectivos sentimentos de dois animais, um dos quais esteja ocupado em comer o outro.” Como você responderia à ideia de que o bem, de certa forma, se equilibra com o mal?
Respostas e tarefas para a semana: 1. Com uma semana de antecedência, peça que os alunos leiam o capítulo 10 de Jó, anotando os erros e acertos do discurso de Jó, e as lições para nossa vida, ao lidarmos com sofrimentos inexplicáveis. 2. Todos – nascemos – pecadores – morte. 3. C. 4. Conforme o tamanho de sua classe, com uma semana de antecedência, distribua um ou dois textos para cada aluno, solicitando-lhes que estudem as passagens. Na classe, peça que eles respondam: O que aconteceu com seu personagem? Isso foi justo? 5. F; V. 6. Peça que os alunos deem testemunhos pessoais sobre situações nas quais, em meio aos problemas visíveis, eles encontraram motivos para confiar no que não se vê. Valeu a pena ser fiéis ao Senhor?

 


 


 


 


 


 


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